Author: quimicryl

IND MAX 15

VANTAGENS & BENEFÍCIOS:
– Produto à base de água, atóxico e não inflamável;
– Pronto para uso;
– Sem cheiro;
– Alta pega inicial;
– Secagem rápida;
– Permite aplicação com pistola de pintura.

CAMPO DE APLICAÇÃO: Cola de contato com alta pega inicial usada para colagens de carpetes,
espumas, borrachas, tecidos, madeiras, couros e pisos vinílicos em diversos tipos de substratos.

 

ALENCAR IZIDORO
DE SÃO PAULO

A Prefeitura de São Paulo anunciou nesta quinta-feira que vai implantar restrição ao tráfego de caminhões na marginal Tietê e em outras vias da cidade.

As restrições irão das 4h da manhã até as 10h, e das 16h às 22h. A medida será implementada no próximo mês, mas a fiscalização só começará em janeiro de 2012.

O objetivo é que haja uma melhoria de 20% na velocidade do fluxo dos veículos nessas vias. Além da marginal Tietê, também serão afetadas a avenida do Estado, a av. Paes de Barros, a av. Salim Farah Maluf, a rua das Juntas Provisórias, a av. Pres. Tancredo Neves, a av. Presidente Wilson e a avenida Marquês de São Vicente.

Outra medida anunciada foi o aumento dos horários de restrição aos caminhões na marginal Pinheiros e na avenida dos Bandeirantes, que atualmente se estende das 5h às 21h — com as medidas, ele irá das 4h às 22h.

Fonte: Folha.com

Está em análise na Câmara dos Deputados uma proposta que obriga os condomínios verticais com mais de três unidades agrupadas a instalar o chamado “telhado verde” em suas coberturas. O Projeto de Lei 1703/11 é de autoria do deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP).

No texto, telhado verde é definido como uma cobertura de vegetação montada sobre a laje de concreto ou sobre a cobertura dos edifícios. O objetivo da medida é melhorar o aspecto paisagístico e o clima local, além de absorver o escoamento superficial de água.

A proposta estabelece que os estados e o Distrito Federal definam as condições e os prazos para a adequação dos condomínios.

O projeto terá análise conclusiva das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Desenvolvimento Urbano; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Extra Globo

Construtora segue diretrizes do Pacto Global da ONU.

Uma prática em ascensão na construção civil é a adoção de práticas que minimizem os impactos das obras para a sociedade e beneficiem as comunidades dos locais onde são construídas. Seguindo essa tendência, a construtora e incorporadora Cosil promove ações de cuidados com os vizinhos.

A integração com a comunidade começa antes mesmo do início das obras, com apresentação de uma carta informando sobre a construção do novo empreendimento, contendo todos os contatos dos responsáveis pelo trabalho. Além disso, a construtora verifica também o estado físico dos imóveis do entorno e emite um laudo.

As práticas fazem parte de iniciativa do Pacto Global desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e assinado pela Cosil em 2008. O objetivo é estimular cada vez mais a adoção de valores fundamentais aos direitos humanos com ações que priorizem o respeito ao meio ambiente e à cidadania.

As ações visam estreitar o relacionamento com os moradores e reduzir ao máximo possíveis impactos negativos nas áreas do entorno da obra, como barulho, poeira em suspensão e ocasionais mudanças no tráfego.

Uma das iniciativas lançadas pela Cosil é o sistema de lava rodas, que é instalado na saída da obra para que os caminhões não sujem as ruas próximas ao empreendimento. O transporte de sedimentos também tem atenção especial, sendo feito de maneira coberta para evitar a geração de poeira e sedimento. Outra atitude da construtora é a limpeza regular das ruas e calçadas das vias adjacentes à obra.

Além de questões pontuais, a Cosil também incentiva ações de longo prazo, apostando em pequenas empresas para prestarem serviços, investindo na educação dos moradores das comunidades e contribuindo para a valorização das áreas vizinhas à obra com a construção de praças pavimentação de ruas.

Cosil-Fundada há 46 anos, a Cosil Construções e Incorporações S/A começou sua história em Aracaju (SE). Durante a primeira década, dedicou-se a obras públicas e após esse período inaugurou seu primeiro empreendimento residencial, o Edifício Jovino Silva. A partir de 2000, passa à construção e incorporação de edifícios industriais, comerciais e residenciais. Em 1996, passou a atuar em São Paulo e finalmente em 2008 passou a atuar no Recife, onde inovou com o lançamento de Condomínios Clubes, empreendimentos que reúnem uma ampla gama de itens de lazer e segurança. [www.cosil.com.br].

Fonte: Revista Fator

Santa Catarina aderiu à segunda fase do programa, nesta terça-feira (18), que contou com a presença do governador Raimundo Colombo, do vice Eduardo Pinho Moreira e do ministro das Cidades, Mário Negromonte. A previsão de investimentos é de R$ 5 bilhões no setor habitacional do Estado.

Para o governador Raimundo Colombo, com as parcerias entre o Governo Federal e Municípios será possível avançar nos investimentos prioritários para as comunidades. “O déficit de habitação em Santa Catarina está em 145 mil unidades. Isso nos assusta. Por isso estamos nos empenhando para proporcionar às pessoas da área rural, da urbana e de risco condições de ter um lar. Temos que proteger essas famílias que necessitam, e dar qualidade de vida a elas”, afirmou Colombo.

O Governo Federal estima a construção de dois milhões de moradias em todo país até 2014. Aproximadamente 60% destas habitações devem ser destinadas a famílias com renda mensal entre zero e três salários mínimos. O programa também prevê melhorias nos padrões dos imóveis, como a ampliação da área construída, melhorias de acessibilidade, portas e janelas maiores, azulejos em todas as paredes de cozinha e banheiro, piso cerâmico em todas as casas e aquecimento solar. “É importante que essas novas moradias se tornem um bairro da cidade e não uma futura favela. Por isso, é vital a mobilização dos governos em oferecer escolas, creches e áreas de lazer nesses locais. O maior resgate da cidadania é ter onde morar. Dessa forma, diminuímos a criminalidade, pois se cria uma relação familiar”, explicou o ministro Mário Negromonte.

Santa Catarina foi o primeiro estado a assinar a adesão ao PMCMV. A participação da Cohab/SC na faixa do programa destinada às famílias de baixa renda, na primeira etapa do programa, foi exemplo para o país. De acordo com os critérios da Minha Casa Minha Vida, em municípios com até 50 mil habitantes compete diretamente ao poder público o desenvolvimento de ações para a solução de moradias.

O evento desta terça-feira contou com a presença da presidente da Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab/SC), Maria Darci Mota Beck, secretários setoriais, prefeitos, secretários municipais da Habitação, representantes da Caixa Econômica Federal, do Banco do Brasil e de entidades do setor habitacional.

Fonte: SECOM/SC

Fonte Site: Portal da ilha

O Ibope realizou uma pesquisa com 400 médias e grandes empresas brasileiras e multinacionais atuantes no Brasil, dos ramos da indústria, comércio e serviços, para saber como o empresariado vê e trata a questão ambiental.

O estudo mostra que 94% dos entrevistados dizem ter conhecimento sobre o assunto. Porém, apenas 48% das empresas ouvidas têm políticas de sustentabilidade com metas e ações planejadas. Outras 45% praticam ações pontuais e 7% afirmam não ter qualquer medida para um modelo de gestão sustentável.

Em 52% das entrevistas, as áreas que elaboram e executam as ações são distintas. Das áreas responsáveis pela execução, em mais de 40% das empresas são as equipes de marketing e comercial que geram as ações.

“Talvez isso indique que o peso das ações ainda se volte para a imagem da empresa ou de seus produtos, mais do que um comprometimento com o médio e longo prazo”, explica o diretor executivo do Ibope Ambiental, Shigueo Watanabe.

Quando existe um conselho ou comitê de sustentabilidade, quase 20% dos membros não pertencem aos quadros da corporação. “Isso demonstra que começa a existir a percepção de que a amplitude e dinâmica do tema exigem opiniões de pessoas de fora da empresa”, explica.

As pressões de clientes e consumidores para que a empresa seja sustentável também aparecem no estudo, uma vez que 70% dos entrevistados afirmaram que seus clientes já procuraram saber se a organização tem algum projeto de sustentabilidade implantado.

Ao responder como os empresários acreditam que será o consumidor de 2022, 91% dizem que os consumidores estarão mais atentos ao posicionamento sustentável, onde comprarão marcas de organizações socialmente responsáveis, 83% acham que os consumidores estarão dispostos a pagar mais caro por produtos que não agridam ao meio ambiente e 69% afirmam que a relação custo/benefício será o critério principal de compra.

“Portanto, o desafio do empresário é harmonizar o custo/benefício de seus produtos e serviços com a sustentabilidade”, explica Watanabe.

A pesquisa foi realizada para marcar o lançamento da nova unidade do Grupo Ibope, o Ibope Ambiental. A empresa trabalhará em duas linhas de negócios distintas. A primeira, de consultoria, desenvolverá projetos em segmentos como estratégias de sustentabilidade, gerenciamento e reporte de emissões de gases de efeito estufa para governos, autarquias e setor privado. A outra área de atuação abrange certificações e inicialmente trabalhará nos mercados de carbono, regulados e voluntários, validando e verificando projetos de redução de emissões.

Fonte: Instituto Carbono Brasil