Author: quimicryl

Você tem mania de pingar descongestionante no nariz? Descongestionantes e bombinhas podem mascarar outras doenças.

Você tem mania de pingar descongestionante no nariz? E sabia que alguns deles podem acelerar o ritmo do coração? O Bem Estar desta segunda-feira (2) falou também sobre as bombinhas de asma. Mostramos que os descongestionantes e as bombinhas podem mascarar outras doenças e até provocar doenças do coração. Participaram do programa o consultor e cardiologista Roberto Kalil, o farmacêutico Pedro Menegasso e o pneumologista Roberto Stirbulov.

Medicamentos contra asma (broncodilatadores de ação rápida, conhecidos como bombinhas) e descongestionantes nasais, que só deveriam ser usados mediante receita e em situações específicas, com acompanhamento, são usados sem prescrição. Tem gente que tem um em cada canto da casa.

Mas isso pode ser perigoso. Os descongestionantes contêm vasoconstritores para reduzir os cornetos inflamados. Entretanto, também podem afetar outros vasos, inclusive os do coração. “Ele promove a diminuição do calibre dos vasos sanguíneos em todo o organismo. O coração é repleto de vasos sanguíneos, a rede vascular nobre do coração é as coronárias. Então o apertamento das coronárias pode propiciar o infarto, surgimento de arritmias”, explica Alfredo Lara Gaillard, otorrinolaringologista.

Após a aplicação do remédio, os vasos do nariz contraem e sobra mais espaço para a passagem do ar. O problema é que os vasos logo voltam a inchar e o nariz fica novamente entupido. Com o tempo, é preciso ter mais remédio para surtir o efeito. Quanto mais remédio, maior o efeito rebote. Isso acaba viciando, descompensando o nariz. Quando o nariz entope, o ideal é aplicar soro fisiológico ou uma solução fisiológica.

Os broncodilatadores contêm vasodilatadores, que alargam os brônquios, mas também atingem os vasos do coração. Este efeito sistêmico pode desregular o ritmo do coração, causando arritmia.

“Quando a pessoa usa o corticoide inalatório adequadamente, como prescrito pelo médico, ela não vai usar os medicamentos de alívio. Esses medicamentos de alívio, quando usados exclusivamente, sem os remédios de manutenção, e usados abusivamente, esses sim podem dar efeitos colaterais, como tremor, batedeira no coração, arritmia. O paciente tem que usar adequadamente os medicamentos profiláticos para não precisar usar medicamentos de alívio”, explica o pneumologista.

Fonte: G1

São Paulo – Balanço parcial divulgado na quarta-feira, 25, pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) mostra que 12% dos clientes na região metropolitana foram multados porque aumentaram o consumo de água neste mês.

Segundo a empresa, 19% dos consumidores da Grande São Paulo continuam consumindo água acima da média antes da crise (de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014), dos quais 12% gastaram mais de 10 mil litros no mês e são alvo da sobretaxa implementada no mês passado.

Pela regra, quem consome até 20% acima da média pré-crise pagará uma tarifa 20% maior. Quem elevar o consumo acima desse limite pagará sobretaxa de 50% sobre o valor total da conta. Em janeiro, quando a multa entrou em vigor, 22% dos clientes haviam aumentado o consumo.

Neste mês, segundo o balanço parcial, 81% reduziram o consumo. De acordo com a Sabesp, a economia com o bônus chegou a 6,3 mil litros por segundo, 16% a mais do que em janeiro, quando a redução foi de 5,4 mil litros por segundo.

Na comparação com mês de dezembro, antes da adoção da sobretaxa, a economia obtida agora é 1,5 mil litros por segundo maior, abaixo da meta estipulada pelo governo, de 2,5 mil litros.

Segundo a Sabesp, 60% das altas de consumo de água foram provocadas por vazamentos internos nos imóveis e 38% foram altas isoladas ou alteração de perfil do cliente, como um comércio que se expandiu ou uma família que cresceu.

Nesses casos, o consumidor pode contestar a multa em uma agência da Sabesp e a empresa promete corrigir a conta.

Conta

O presidente da Sabesp, Jerson Kelman, também admitiu na CPI na Câmara Municipal que a empresa pode pedir reajuste da tarifa de água acima da inflação para equilibrar as finanças da companhia, abaladas pela crise hídrica e por causa do aumento de custos operacionais, como de energia, e da alta do dólar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: EXAME

A organização ambientalista internacional WWF lançou em âmbito global, a Hora do Planeta 2015, que ocorrerá no dia 28 de março.

A organização ambientalista internacional  WWF lançou em âmbito global, a Hora do Planeta 2015, que ocorrerá no dia  28 de março. Nesta data,  pessoas, empresas e cidades devem apagar suas luzes por 60 minutos, como um alerta mundial contra o aquecimento global. Este é o sétimo ano consecutivo que a WWF promove a iniciativa para enfrentar as mudanças climáticas.

No Brasil, as crises hídrica e energética serão o tema central da campanha, disse o  coordenador  do Programa Água para a Vida, da WWF-Brasil, Glauco Kimura de Freitas. “Nós somos muito dependentes da matriz hidráulica. Aí, não chove, não tem água para gerar energia, para beber e se usa combustível fóssil, como termelétricas para gerar energia, que é mais cara e mais poluente”. Com isso, os gases de efeito estufa aumentam o problema do aquecimento global gerando mais secas. “Ou seja, a gente está em um ciclo vicioso”, acrescentou.

Glauco Kimura ressaltou que a Hora do Planeta é uma oportunidade para as pessoas refletirem.  Quando os cidadãos, as empresas e os governos apagam as luzes por uma hora, eles refletem sobre qual é a contribuição de cada um para a solução dos problemas ligados às mudanças climáticas. Ele explicou que, no caso do Brasil, a ideia é “aproveitar isso como um grande ato de mobilização. Nós vamos, este ano, propor uma petição ao governo federal para que se crie um plano nacional de proteção das nascentes”. Kimura considerou positiva a decisão dos governos estaduais e federal de construir mais reservatórios, embora não seja suficiente para solucionar as crises hídrica e energética. “Essa não pode ser vista como a única  solução”. Segundo ele, a dependência da matriz hidráulica coloca o país em uma situação de vulnerabilidade. “A gente não pode garantir que essa crise não se repetirá no futuro. Ela pode se tornar cada vez mais frequente e intensa devido às mudanças climáticas daqui para a frente”. Para ele, não pensar em modelos alternativos é “insistir no erro”.

Por isso, ressaltou o coordenador, a WWF Brasil defende a proteção das bacias hidrográficas como um todo, em paralelo à construção de novos reservatórios, para não correr o risco de ter mais reservatórios no futuro, sem água. “O que abastece os reservatórios são as nascentes dos rios”, frisou. Kimura destacou que os rios estão sendo “soterrados, aterrados, degradados e desmatados” no Brasil a um custo muito alto.

No ano passado, a campanha mobilizou mais de 7 mil  cidades, em cerca de 150 países. O Brasil bateu o recorde em termos de adesões ao ato simbólico, com 144 cidades, das quais 24 capitais, em todo o território, disse o representante da WWF.

Fonte: O Serrano

A crise hídrica no Sudeste fez crescer a procura por produtos ligados à economia de água. Na guerra contra o desperdício, qualquer loja de material de construção oferece um precioso arsenal. Há quem prefira munição pesada.

Em uma loja na Zona Oeste do Rio, a venda de cisternas para captação de água de chuva aumentou mais de 90% nos últimos três meses.

O Jornal Nacional levou um engenheiro especializado em racionamento de água para selecionar os produtos campeões de eficiência. As novas gerações de torneiras economizam até 70% do volume de água.

“A proximidade da sua mão aciona a torneira. Afastou, ela vai fechar. Ninguém escova os dentes pela casa deixando a torneira aberta”, diz o engenheiro David Gurevitz.

Para o vaso sanitário, há até válvulas econômicas, que usam mais ou menos água. Eles são pequenininhos no tamanho, mas permitem uma gigantesca economia de água sem quebra- quebra ou dor de cabeça com obras. Os redutores de vazão só precisam ser acoplados às tubulações de torneiras ou chuveiros. E a economia de água pode chegar a 60%.

“Não precisamos nem tirar o tubo da parede. Basta tirar o chuveiro do tubo. Colocar o adaptador no chuveiro e rosquear de novo no tubo”, explica David Gurevitz.

Quem vai às compras, valoriza os produtos mais eficientes.

“Você compra uma torneira de 500 que é mais cara e uma de 100. Daqui um ano você tira a diferença na conta de água”, afirma o técnico em mecânica Marco Santos da Rocha.

Em um dos maiores sites de compra e venda na internet, a procura por tambores iguais ao mostrado no vídeo acima, usados como pequenas cisternas caseiras, aumentou quase 4.000% entre dezembro e janeiro.

A síndica de um condomínio instalou torneiras econômicas e redutores de vazão nas áreas de uso comum dos moradores. Ela também instalou hidrômetros individuais em todos os apartamentos. O resultado veio rápido. Em apenas um ano, a redução na conta d’água surpreendeu.

“Mais de 50%. Cada um tem que fazer a sua parte, no mundo todo”, defende a síndica Maria Auxiliadora.

Fonte: G1

Especialista afirma que medidas de prevenção foram responsáveis pela sustentabilidade

A pior crise hídrica de São Paulo que, em efeito dominó, pode atingir todo país principalmente a economia, tem pautado os noticiários de todo o país. De acordo com a engenheira de segurança do trabalho e meio ambiente, Marcia Ramazzini, desde 2011 o aumento do consumo de água e energia elétrica em todo o estado cresceu nas áreas residenciais e comerciais, porém, nas industriais manteve-se estável, inclusive com pequena redução.

“Isto, graças aos programas ambientais implantados pelas companhias com metas de redução dos dois bens de consumo”, declara. Ela explica que a cultura de segurança e meio ambiente, instaurada com um eficiente programa de gestão integrada é essencial para a implantação de diversas outras medidas corporativas, como a norma de qualidade ISO 14:000 (focada em gestão ambiental), em que as empresas passaram a implantar políticas e programas de conscientização e de educação, não só dentro delas, mas também junto à comunidade.

É também o caso da ISO 50.001 de sistema de gestão energética, visando a melhoria do desempenho, redução das emissões de carbono e de consumo de energia, dentre outros. “Hoje tais certificações são diferenciais e exigências na prestação de serviço de empresas de grande porte(multinacionais) e exportação, tornando-se fundamental para aquelas que desejam sobreviver neste mercado”, afirma a especialista.

Segundo a engenheira, as empresas ambientalmente corretas além de operar com menor custo, devido a economia de água e energia, também terão maior sobrevida por saber reaproveitar esses produtos na escassez, além de fazerem um marketing social.

“Os funcionários das empresas certificadas também tornam-se agentes multiplicadores levando para casa a cultura adquirida. É pouco, mas já é um começo. Na verdade, a iniciativa privada e a sociedade se conscientizando da importância de manter os recursos naturais e assim a sustentabilidade das futuras gerações, já estão um passo à frente do governo que não fez e continua não fazendo sua parte”.

Mais do que participar do processo, os colaboradores também acabam atuando como agentes multiplicadores. “Eles levam para a casa a cultura recebida e passam a influenciar o meio em que vivem”, diz.

Chuva

“Desde os primórdios da civilização, a água de chuva é um recurso natural amplamente utilizado. Atualmente há programas para o reuso tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento sub existem graças a ela como Índia, Paquistão, Nepal, Sri Lanka que utilizam para consumo humano, irrigação e outros”, conta Marcia Ramazzini.

Segundo ela, a qualidade da água de chuva varia dependendo da poluição atmosférica local mas apesar da variação, na maioria das vezes a condição é satisfatória. “A Organização Mundial de Saúde estabelece padrões para garantir a segurança e potabilidade das águas, como parte de uma estratégia global visando manter a integridade da saúde humana. Projetos complexos com reservatórios muito distantes dos grandes centros, até simples cisternas para aproveitar as águas pluviais, são adotados com êxito em diversos lugares do mundo menos no Brasil, onde 75% de toda energia elétrica também é proveniente de hidrelétricas”, explica.

Para ela, o caos intensificou-se em 2011, e a responsabilidade é do governo. “Naquele oportunidade não foram iniciadas campanhas de conscientização, racionamento e buscadas alternativas para o caso de escassez. “As usinas termoelétricas, que eram para ser utilizadas em casos de emergência estão sendo utilizadas ininterruptamente há dois anos e gerando gastos altíssimos. Usinas oriundas de energia limpa tais como gás e eólicas são minorias no pais. Isso demonstra a falta de preparo para lidar com a situação”. Marcia ainda aponta que a iniciativa privada investiu, até 2005, R$ 1 bilhão em projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas, as PCH, que até hoje aguardam aprovação do Governo para entrar em funcionamento.

Fonte: Segs

A Prefeitura de São Paulo lançou nesta quarta-feira (25) o programa municipal Mobiliário Ecológico. Através da iniciativa, as árvores caídas pela cidade são transformadas em grandes bancos a serem instalados em espaços públicos. A primeira unidade já foi entregue e está localizada no Largo da Batata, em Pinheiros.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente, Secretarias de Desenvolvimento Urbano e das subprefeituas. Além disso, o designer Hugo França, especialista em esculturas e mobílias em madeira, é quem assina a obra.

O objetivo da iniciativa é reaproveitar os resíduos derivados de árvores que caíram ou foram removidas na capital, evitando o desperdício de madeira e transformando o material lenhoso em bancos para áreas públicas, parques e praças.

A ação pretende, ainda, combinar a ampliação da oferta de espaços de convivência no município com a difusão de conceitos ecológicos e artísticos, tornando o programa um instrumento de educação ambiental para o município. ‘’Sensibilizar o cidadão para a importância do processo de reciclagem é também um dos objetivos do projeto’’, destaca Wanderley Meira, secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, em informativo disponibilizado pela Prefeitura de São Paulo.

Fonte: Ciclo Vivo