Author: quimicryl

Evento acontece de 28 a 31 de agosto de 2014, com atrações e atividades gratuitas relacionadas aos temas da sustentabilidade

Com abertura no dia 27 de agosto de 2014, na Praça Victor Civita, a quarta edição da Virada Sustentável reunirá por quatro dias empresas, escolas e universidades, ONGs, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais e equipamentos culturais, entre outros, com o objetivo de apresentar uma visão positiva e inspiradora da sustentabilidade em toda a cidade de São Paulo.

A Virada deste ano trará centenas de atrações culturais, atividades e conteúdos ligados a temas como biodiversidade, cidadania, resíduos, mobilidade urbana, água, direito à cidade, mudanças climáticas, consumo consciente e economia verde.

Gratuita e aberta, a programação acontecerá simultaneamente em parques como o Ibirapuera, o Villa Lobos, o da Juventude, o Água Branca e o parque linear Cantinho do Céu, bem como no Memorial da América Latina, na Universidade de São Paulo (USP), na Casa de Cultura Palhaço Carequinha, em escolas e em espaços públicos diversos. O Largo da Batata e a Praça Victor Civita também serão palco de atividades.

A Virada Sustentável já é o maior movimento de mobilização colaborativa para a sustentabilidade do Brasil e um dos maiores do mundo. O acontecimento, que chega à sua quarta edição em 2014 e, a cada ano, se consagra mais em São Paulo, já ganhou outros Estados e terá sua edição em Recife ainda este ano. Nos três anos de realização, a Virada Sustentável já impactou, ao todo, mais de 2 milhões de pessoas, com suas 1.789 atividades realizadas em 379 locais por cerca de 200 organizações participantes.

Uma novidade de 2014 será o polo extremo sul. Com curadoria do Imargem – coletivo atuante do Grajaú –, a programação reunirá atividades de comunidades do extremo sul da cidade. Agricultores, artistas, guaranis da aldeia Tenondé Porã (em Parelheiros) e coletivos de comunicação comporão a cena da Virada na quebrada.

O público poderá acompanhar a exposição de fotografia “Entre a Cidade e a Floresta”, do Instituto Refloresta; assistir à exibição de filmes na Casa de Cultura Palhaço Carequinha; conhecer (e comprar) as obras dos artistas empreendedores no Ateliê Daki; ver a construção de um painel do grafiteiro Alexandre Orion, no CEU Três Lagos; conferir a exposição do artista visual Pato, na Casa do Rosário; conversar com agricultores e conhecer as plantações de orgânicos na Chácara Santo Amaro; e participar do rolê pelo extremo sul: tour de ônibus pelos principais pontos da Zona Sul (do Grajaú à aldeia guarani Tenendé Porã).

Outro destaque será o Conexões Ocupação – Como Virar Sua Cidade, que fomentará o encontro, troca e debate entre coletivos de ocupação e direito à cidade e público em geral. E ainda promoverá a revitalização de algum espaço público, a ser escolhido pelos coletivos participantes.

Idealizada por comunicadores que reconhecem a importância da abordagem positiva de um tema para gerar o envolvimento e a mudança de comportamento das pessoas, o evento teve sua primeira edição em 2011, quando reuniu mais de 500 mil pessoas em 482 atrações, oferecidas em 78 espaços. No segundo ano, mais distribuída por São Paulo, com ações e atrações em todas as regiões da cidade, a Virada se democratizou. Reuniu em torno de 740 mil pessoas em 612 atividades gratuitas, realizadas em 149 locais. Em 2013, o evento reuniu 695 atrações e atividades, em 152 locais de São Paulo, com público aproximado de 800 mil pessoas.

Para mais informações, acesse o sitewww.viradasustentavel.com.

SERVIÇO
O quê: Virada Sustentável 2014;
Quando: De 28 a 31 de agosto de 2014;
Local: São Paulo (SP);
Mais informações :Pelo site http://viradasustentavel.com

Fonte:

O país precisa de uma inevitável reflexão sobre acontecimentos tão previsíveis como a incapacidade das prefeituras de lidar com o lixo.

Por Reinaldo Canto*

Tenho acompanhado atentamente os muitos comentários e análises de variados especialistas a respeito dos desdobramentos do não cumprimento do prazo para que os prefeitos de todas as cidades brasileiras dessem um ponto final aos seus lixões. Nos dias posteriores ao prazo final para o cumprimento do que determina a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – 2 de agosto –, foram divulgados relatórios, realizados eventos e elaboradas inúmeras teorias para justificar o chocante fato de ainda existirem no Brasil cerca de 3.500 lixões ativos em todas as regiões do país, número cujo significado é o descumprimento da lei por 60,7% dos municípios.

O resultado a demonstrar o fragoroso descumprimento da lei pela maioria só surpreendeu os ingênuos. Era notória a falta de movimento e de ações efetivas de nossas autoridades municipais.

O problema está distribuído por todo o Brasil, quase sem exceção. Só no Nordeste a existência de lixões ainda é uma realidade em mais de 1.500 municípios. A situação também é grave entre algumas capitais, como Porto Velho, Belém e Brasília. O Distrito Federal representa um caso vergonhoso, pois tem o chamado Lixão da Estrutural, o maior da América Latina, com uma extensão correspondente a 170 campos de futebol e altura equivalente a 50 metros de lixo.

A Lei 12.305, que instituiu a PNRS, entrou em vigor em 3 de agosto de 2010, concedendo prazo até agosto de 2012 para os municípios apresentarem seus planos de gestão integrada de resíduos sólidos (art. 55) e até o último dia 2 de agosto de 2014 para o encerramento dos lixões (art. 54). A primeira data, relativa à obrigatoriedade das prefeituras de entregar os planos, já havia sido amplamente descumprida; é difícil imaginar, portanto, que a segunda seria contemplada com mais tranquilidade.

E um fato ainda mais interessante e curioso de toda essa discussão é que não foi a PNRS a determinar o fim dos lixões em todo o país. A disposição ambientalmente adequada de rejeitos em aterros sanitários (locais capazes de evitar contaminações, danos à saúde humana e maiores impactos ambientais) já estava prevista numa antiga portaria do Ministério do Interior, a de número 053/1979. Ela condenava o descarte em lixões e, desde 1981, a poluição ambiental passou a ser considerada crime. Anos mais tarde, a Lei 9.605 de 1998 acrescentou a necessidade de se obter o licenciamento ambiental para o descarte de materiais, coisa que, obviamente, nenhum lixão teria condições de conseguir.

Registros históricos à parte, entramos no mês de agosto com uma massa de prefeitos de todos os cantos do Brasil rotulados como “foras da lei”. Pela letra fria do texto da PNRS, os dirigentes municipais que ainda despejam os resíduos de suas cidades em lixões podem ser presos, perder o mandato e pagar uma multa de até R$ 50 milhões, dependendo dos variados graus de descumprimento da lei. O município também poderá deixar de receber repasses de verbas do governo federal, o que seria fatal para o orçamento de uma quantidade enorme de cidades que dependem desse dinheiro para sobreviver.

E agora? O que fazer?

Diante desse quadro de cores fortes e perturbadoras, as opções que estão sendo colocadas de maneira mais incisiva vão da punição imediata até a extensão do prazo para o cumprimento da lei. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi uma das primeiras a se manifestar, em nome do governo federal, contra a prorrogação do prazo. No sentido contrário, uma emenda ao projeto de lei apresentado pelo deputado federal Manoel Júnior (PMDB-PB) joga para mais oito anos o cumprimento da lei. É importante lembrar que em ano eleitoral pouca coisa irá mudar se tivermos de esperar ações do governo ou do Congresso Nacional.

Talvez, antes de definir os novos passos de implementação da lei e diante dessa nova realidade, melhor seja conhecer com mais detalhes o que se passou desde a aprovação da lei no Congresso Nacional em 2010. Será mesmo possível classificar todos esses milhares de prefeitos como irresponsáveis e pouco preocupados com a saúde e o futuro de suas populações?

Bem, não foi isso o que a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentou em seu relatório na Subcomissão Temporária de Resíduos Sólidos do Senado Federal. Após reunir informações de seis audiências públicas relacionadas ao tema, ela constatou que existem inúmeros fatores que levaram ao descumprimento dos prazos, entre os quais ela cita o caso do seu Estado. No Amazonas, afirma Grazziotin, todos os municípios apresentaram o planejamento para a desativação dos lixões, mas não puderam executar por falta de recursos e de acesso a verba federal. Nessa situação, seria possível dividir um pouco da responsabilidade entre o governo federal e os municípios.

A própria Confederação Nacional dos Municípios, em diversos encontros realizados nos últimos anos, revelava a preocupação de seus associados quanto às dificuldades que encontravam para elaborar seus planos e a falta de apoio tanto em pessoal técnico qualificado como em garantia de verbas para colocá-los em prática.

Avanços, apesar de tudo

Mas todo esse cenário não é composto apenas de más notícias. Um estudo da Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) concluiu que, atualmente, 40% de todo o lixo produzido no Brasil ainda tem destinação inadequada. Só que esses números são bem mais interessantes que os 88% registrados em 1989, quando os nossos resíduos produzidos a cada dia tinham como destino lixões a céu aberto, sem qualquer cuidado ou tratamento. Essa evolução se deu graças à chegada da Política Nacional de Resíduos Sólidos, mesmo com todos os problemas de cumprimento apresentados até aqui.

Também podemos somar outro grande benefício, que são os investimentos do poder público no apoio às cooperativas de catadores. Hoje o Brasil possui, segundo a Abrelpe, cerca de 30 mil profissionais cooperados para um universo de 800 mil catadores que vivem dessa atividade. São poucos, claro, mas que eram menos ainda num passado não tão distante.

É óbvio que os números vinculados aos avanços podem ser vistos como tímidos e insuficientes. Por outro lado, fechar os olhos para o que foi conseguido e apenas lamentar e criticar pouco irá contribuir para uma mudança real nesse estado de coisas. Entre passar a mão na cabeça dos prefeitos ou puni-los com o rigor e a espada da lei, fico com um meio termo que busque efetivamente o caminho de uma solução positiva e duradoura em prol da saúde das pessoas e do meio ambiente.

* O jornalista Reinaldo Canto é especializado em sustentabilidade e consumo consciente e professor de gestão ambiental.

Matéria publicada originalmente no site da Carta Capital.

Legenda da foto: Lixão em Campinas, no interior de São Paulo.
Crédito: Carlos Bassan/Prefeitura de Campinas

FonteEthos

O que determina a média de horas para cada categoria?

A necessidade de treinamento é identificada durante as reuniões de Matriz de Competência para cada colaborador, independente da categoria. O indicador LA10 é calculado de acordo com o conjunto de protocolos da GRI (Global Reporting Initiative), conforme detalhado a seguir:

Primeiro foi necessário identificar o número total de empregados em cada categoria (operacional, tática, estratégica), depois contabilizar a carga total dedicada a cada categoria e por fim relatar o número médio de horas de treinamento por ano, por empregado, por categoria usando a seguinte fórmula:

LA10 = Carga horária por categoria ÷ Total de empregados por categoria


Existe algum padrão para determinar se há necessidade de mais treinamentos?

O padrão é utilizar a Matriz de Competência para identificar necessidades de treinamento para melhorar o conhecimento, habilidades ou atitudes determinadas como essenciais para cada função.

Por que existe menos carga horária de treinamento para o nível estratégico?

A necessidade de treinamento é identificada durante as reuniões de Matriz de Competência para cada colaborador, independente da categoria. No ano de 2013 houve uma demanda menor de treinamento para a categoria estratégica.

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As perguntas foram realizadas pelos colaboradores da Quimicryl.

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10 provas de que o trânsito nos está a matar lentamente
10 provas de que o trânsito nos está a matar lentamente

A falta de mobilidade é uma das mais velhas questões ligadas à sustentabilidade urbana, um verdadeiro desafio e que todas as cidades, grandes ou pequenas, têm de enfrentar. Muitas das grandes cidades do Planeta viveram anos após anos a ignorar o problema, deixando para futuras gerações e futuros governantes a descoberta da solução.

Agora, todo o tempo é pouco para desenvolver estratégias de mitigação do trânsito, quer seja através da expansão dos transportes públicos – uma solução cara, sobretudo numa fase em que a Europa está metida numa encruzilhada financeira –, do incentivo à partilha de carros, utilização da bicicleta ou até o teletrabalho.

O site brasileiro Planeta Sustentável partiu daquele que terá sido um dos piores cenários de sempre de trânsito do mundo – na última sexta-feira, São Paulo colocou um milhão de automóveis nas ruas, devido à greve dos transportes públicos – para provar que o trânsito está a acabar não só com a nossa paciência como com a nossa vida.

Nesse dia, em São Paulo, a chuva fez uma aparição na cidade, o que piorou o congestionamento e originou 251 quilómetros de fila – foi a manhã mais lenta da história da cidade. Veja as 10 maneiras com que o trânsito está a matar-nos.

1. Poluição

A poluição provocada pelos veículos causa 4.600 mortes por anos só no Estado de São Paulo, Brasil. A poluição gerada é responsável pela redução de 1,5 anos de vida da população na região metropolitana de São Paulo, que concentra mais de 20 milhões de pessoas. O custo em atendimentos médicos para pessoas que sofrem de doenças cardiorrespiratórias ligadas aos carros chega a quase €325 milhões (R$ 1000 milhões) por ano.

2. Obesidade

Um estudo da Universidade de Sidney, na Austrália, mostra que pessoas que conduzem diariamente para o trabalho têm uma tendência 13% maior de ficarem acima do peso ou tornarem-se obesas. E isso mantém-se quando elas fazem exercício e ou tiram tempo para lazer depois das viagens.

3. Hiperglicemia

Um estudo da escola de Medicina da Universidade de Saint Louis e o Cooper Institute, em Dallas, EUA, revela que conduzir mais de 16 quilómetros por dia está associado a índices maiores de glicose (açúcar) no sangue.

4. Colesterol alto

Publicado no American Journal of Preventive Medicine, o estudo anterior também relaciona conduzir todos os dias para o trabalho com colesterol alto, o que está ligado a doenças cardiovasculares recorrentes.

5. Depressão

Entre os 4.297 entrevistados para a pesquisa da Universidade de Saint Louis, foi comprovado que os que passavam mais tempo no trânsito tinham tendências maiores à depressão, ansiedade e comportamento anti-social.

6. Ansiedade

Uma pesquisa do Office of National Statistics, na Grã-Bretanha, revela que pessoas que levam mais de meia hora para se deslocar até o trabalho mostraram os maiores índices de stress e ansiedade, assim como uma maior insatisfação com a vida em geral.

7. Pressão alta

Ir para o trabalho na hora de ponta pode temporariamente elevar a sua pressão sanguínea mesmo que não haja congestionamentos. Isso foi provado em uma pesquisa feita pela Universidade de Utah, nos EUA. Assim, eles separaram dois grupos de teste num simulador de direcção.

Para ambos os grupos foi dado um cenário em que o entrevistado estava atrasado para uma reunião na qual ganharia dinheiro, mas um dos grupos conduzia numa simulação com mais carros na via, enquanto o outro não. Embora chegando ao mesmo tempo e com a mesma velocidade média, o grupo que saiu na simulação de via com mais carros mostrou batimentos cardíacos mais rápidos e picos de elevação da pressão sanguínea, aumentando o risco potencial de enfarte.

8. Sono prejudicado

A edição de 2012 da Regus Work-life Balance, uma pesquisa feita anualmente em 80 países com cerca de 16 mil trabalhadores, mostra que quem gasta mais de 45 minutos na ida ou volta do trabalho declara ter um sono pior e mostra sinais mais evidentes de exaustão.

9. Relacionamentos destruídos

Ainda de acordo com a Regus, quem faz viagens demoradas entre o trabalho e a casa coloca mais pressão sobre a família e os amigos. Esses trabalhadores têm 40% mais hipóteses de se separarem de seus parceiros conjugais.

10. Dores no corpo

Dores nas costas, pescoços, braços e pernas são comuns quando se passa mais de duas horas no trânsito. Mas não se preocupe, pelo menos isso pode ser aliviado agora com alguns exercícios de alongamento.

Foto: Oran Viriyincy / Creative Commons

Fonte:

ProÁgua objetiva incentivar a mudança de hábitos dos usuários e promover ações positivas para a conservação dos recursos hídricos
Kelly Amorim, do Portal PINIweb

Com o objetivo de promover a conservação e o uso mais eficiente da água, a empresa Deca, especialista em produtos sanitários, lançou o Programa ProÁgua, serviço de consultoria para gestão e conservação dos recursos hídricos, baseado em metodologias e normas técnicas.

O programa irá disponibilizar aos clientes uma série de ações que priorizam a incorporação de produtos e dispositivos economizadores, garantindo a redução do desperdício de água em diversos tipos de edificações. Para os prédios em construção, a consultoria do ProÁgua incentivará ações como o reuso da água usada nas obras e o aproveitamento da água da chuva.

Já para os edifícios prontos, por meio de parcerias estratégicas com empresas especializadas, a Deca fará a implantação de medição setorizada, diagnóstico do edifício, eliminação de vazamentos, uso de produtos e tecnologias eficientes e elaboração de planos de manutenção.

Conheça melhor o Programa ProÁgua clicando aqui.

Fonte: Techne Pini

A Tecnisa S.A. (BMF&Bovespa: TCSA3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2014 (2T14). A receita líquida atingiu R$ 503 milhões no período – crescimento de 35% na comparação com o trimestre anterior, totalizando R$ 875 milhões no primeiro semestre. O lucro líquido foi recorde, atingindo R$ 80 milhões no 2T14 e representando uma margem líquida antes de minoritários de 20%. O retorno sobre o patrimônio (“ROE”) anualizado da companhia foi de 25%. Ajustado pelo pagamento de R$ 84 milhões a título Dividendos no período, a geração de caixa totalizou R$ 12 milhões no 2T14.

“Os resultados da Tecnisa são consistentes. São seis trimestres consecutivos de lucros e, neste último trimestre, estabelecemos um novo recorde. Estamos muito satisfeitos com o que temos conquistado e queremos mais”, afirma Vasco Barcellos, diretor financeiro da Tecnisa. No período, foram lançados quatro empreendimentos, sendo dois da linha Premium – mais especificamente as torres da 2ª fase do bairro Jardim das Perdizes – e dois da linha Flex, totalizando R$ 353 milhões – crescimento de 214% em relação ao 1T14. O acumulado do ano soma R$ 465 milhões.

As vendas contratadas, líquidas de distratos, representaram R$ 215 milhões no 2T14, com aumento de 35% em relação ao trimestre anterior. No primeiro semestre de 2014, totalizaram R$ 374 milhões. A receita líquida atingiu R$ 503 milhões no 2T14 – crescimento de 35% na comparação com o 1T14 -, totalizando R$ 875 milhões no primeiro semestre.

No 2T14, a margem bruta ajustada atingiu 43%, 6 pontos percentuais superior em relação ao 1T14. A margem bruta a apropriar (REF) elevou 3,0 pontos percentuais e 0,8 pontos percentuais em relação ao 2T13 e 1T14, respectivamente, atingindo 44% no 2T14.

A companhia entregou sete empreendimentos no 2T14, totalizando 1540 unidades e correspondendo a um VGV de R$ 343 milhões. No acumulado do ano, as entregas totalizaram R$ 728 milhões, em linha com o realizado no mesmo período no ano passado. Em relação ao repasse de unidades a instituições financeiras, no 2T14, foram repassadas 746 unidades, equivalente a R$ 153 milhões, aumento de 182% em relação ao 1T14. A TECNISA encerrou o segundo trimestre de 2014 com uma posição consolidada de caixa (Disponibilidades e Aplicações Financeiras) de R$ 411 milhões, volume 31% superior ao registrado no 1T14.

Perfil da Tecnisa – Com 36 anos de atividade, a Tecnisa é uma das maiores e mais inovadoras empresas do mercado imobiliário brasileiro, e está entre as cinco maiores do mercado paulistano. Além de atuar de forma integrada (incorporação, construção e vendas), tem como diferenciais a forte reputação, foco no atendimento do cliente e qualidade de seus produtos, vendas pela internet e consistente rentabilidade. A Tecnisa integra o Novo Mercado da Bovespa e participa nos índices Brasil 100 (IBRX100), Imobiliário (IMOB), Small Cap (SMLL), Setor Industrial (INDX), Governança Corporativa Trade (IGCT), Tag Along Diferenciado (ITAG), Governança Corporativa Diferenciada (IGC) e é negociada com o código TCSA3.

Fonte: Revista Fator Brasil