Author: quimicryl

Para MTE, condições de trabalho nas arquibancadas provisórias estão adequadas. Estádio receberá evento teste no dia 20 de abril

Em anúncio feito nesta sexta-feira (11), a Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) liberou totalmente as obras de montagem das arquibancadas provisórias da Arena Corinthians, em São Paulo. A decisão ocorreu 13 dias depois do acidente que matou um funcionário.

“Os gestores adotaram todas as exigências do Ministério para a segurança coletiva dos trabalhadores”, informou o superintendente regional do MTE, Luís Antonio de Medeiros. Entre os itens obrigatórios, a Fast Engenharia, empresa responsável pelas instalações das arquibancadas, instalou guarda-corpos e redes de proteção, além de ampliar o comprimento dos cabos longitudinais dos equipamentos de segurança dos operários.

No último dia 7, o MTE já havia liberado (http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/obras/apos-acidente-obras-na-arquibancada-sul-da-arena-corinthians-em-310638-1.aspx) as obras nas arquibancadas sul do empreendimento.

Vale lembrar que essa parte da obra foi interditada no último dia 29, após a morte do operário Fábio Hamilton da Cruz, de 23 anos, que caiu de uma altura de oito metros. Ele era funcionário de uma empresa contratada pela Fast Engenharia.

Palco da abertura da Copa do Mundo, o estádio deverá receber seu primeiro evento teste no dia 20 de abril. Porém, para a Fifa, o empreendimento só estará pronto no dia 20 de maio, a menos de um mês para a abertura do grande evento.

Fonte: Pini Web

Pesquisadores brasileiros fizeram uma revisão de literatura que mostra a evolução da doença em uma década, de 2000 a 2010. Levantamento de dados epidemiológicos demonstra necessidade de intensificar as medidas de combate ao mosquito. Em Minas, mais de 80% dos focos de Aedes aegypti encontram-se dentro dos domicílios

O Ministério da Saúde divulgou em meados de março uma redução de 80% nos casos de dengue registrados no país no primeiro bimestre de 2014 em relação a 2013. Para contextualizar a boa notícia, é importante lembrar que, no ano passado, a transmissão da doença superou todas as experiências anteriores no Brasil: foram notificados dois milhões de casos. O dado positivo também vem perdendo força com notícias que chegam de São Paulo. No início de abril, a capital paulista assistiu a um aumento de 55% no número de casos de dengue em uma semana e a incidência da doença até o início deste mês cresceu 42% na comparação com o mesmo período de 2013. Em Minas, até o momento, foram confirmados 8.029 casos e sete mortes pela doença.

No Brasil, além de a incidência da doença estar numa crescente do ponto de vista global, a gravidade dos casos também aumenta. Pesquisadores brasileiros se debruçaram em 51 estudos realizados entre 2000 e 2010 com o objetivo de compreender o comportamento da doença no país. Publicado no periódico científico PLOS Neglected Tropical Diseases com o título Epidemiological Trends of Dengue Disease in Brazil (2000–2010): A Systematic Literature Search and Analysis a pesquisa mostra que o número de mortes e a quantidade de hospitalizações têm crescido em razão não só da alta incidência da doença, mas também em função da circulação simultânea dos quatro sorotipos do vírus no país. No período analisado foram contabilizados 8,44 milhões de casos – o maior volume em todo o continente americano entre 2000 e 2010 -, sendo 221 mil casos graves, com mais de 3 mil mortes.

Autores dessa revisão de literatura, João Bosco Siqueira Junior, Lúcia Bricks e Maria Gloria Teixeira também observaram uma distribuição da doença em todas as faixas etárias. Desde 2007, a dengue, que era mais comum em adultos jovens, também passou a acometer de forma sistemática crianças e idosos. É importante lembrar ainda, que pelo fato de o sorotipo 4 do vírus ter entrado no país há pouco tempo, desde 2011, a maior parte da população com menos de 30 anos está susceptível à doença.

Para os pesquisadores, embora imprescindíveis, as ações de controle ao mosquito não têm sido efetivas. Infelizmente, a população não está sensibilizada para entender o impacto dos focos do Aedes aegypti dentro das casas. Como ainda não existe uma vacina, a situação fica mais complicada e a disseminação não para. Por isso, a recomendação continua a mesma: para conter o avanço da epidemia, brasileiros precisam manter o ambiente doméstico livre de criadouros do mosquito. E atenção para os sinais de alerta da doença: febre alta, dor abdominal intensa, tontura com desmaios e rompimento de vasos superficiais da pele.

O Saúde Plena conversou com o professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Goiás, João Bosco Siqueira Junior, um dos autores da pesquisa, que comenta os principais pontos do estudo que analisou a dengue no Brasil entre 2000 e 2010.

Casos mais graves

Para João Bosco Siqueira Junior, a conclusão de que o Brasil vive o crescimento da disseminação da doença, do número de internações e do número de mortes, mostra a necessidade de usar todas as alternativas tecnológicas disponíveis para controlar a transmissão da dengue. “Vimos no ano passado a maior transmissão de dengue na história do Brasil. Não temos uma resposta simples para isso porque é sempre multifatorial. Fatores climáticos podem favorecer a reprodução do mosquito e a chegada de um sorotipo novo de vírus também influencia. Notamos também que, em anos de grandes epidemias temos um sorotipo predominando. Em 2002, era o dengue 3; em 2008, o dengue 2; e, em 2010, o dengue 1”, explica.

Segundo ele, a alternância na predominância de um sorotipo do vírus explicaria a razão de as crianças estarem se contaminando mais com o passar dos anos. “Só o grupo que foi exposto anteriormente está imunizado”, explica. Para ajudar a entender, uma criança que nasceu em 2010 pode não ter tido contato com o sorotipo 3 já que, nessa época, predominava a circulação do sorotipo 1, por exemplo. No entanto, os adultos de 2002 tiveram esse contato. Apesar de sempre predominar um tipo de vírus, atualmente no Brasil circulam quatro sorotipos da dengue.

Outra razão, afirma João Bosco, é que a maioria das crianças não apresenta sintomas. Por isso, a distribuição da doença por faixa etária não refletir muito a realidade da disseminação. “Nas crianças os sintomas costumam ser mais inespecíficos e mais leves. Além disso, elas não conseguem dizer claramente o que estão sentindo”, diz. O pesquisador vê com preocupação não só o fato de a doença estar atingindo mais essa faixa etária, mas os casos graves também estarem aumentando.

Dengue de novo

Se uma pessoa já teve dengue e tem contato com um outro sorotipo do vírus a doença vai se manifestar sempre de forma mais grave? Segundo João Bosco essa é uma das perguntas que rondam a doença ainda sem reposta definitiva. “Sabemos que infecções sequenciais podem levar a casos mais graves, isso acontece com algumas pessoas, mas não com todas. O contato com o sorotipo não é um fator em si que determina casos mais graves”, explica. Segundo ele, essa foi a razão de a Organização Mundial de Saúde deixar de usar o termo dengue hemorrágica. “Não é só a febre hemorrágica (quando a perda de líquido acontece dentro do corpo) que é um caso grave de dengue”, explica.

Dor abdominal intensa, vômitos persistentes, tontura, queda de pressão são sintomas que podem indicar casos de dengue grave. Qualquer um desses sinais é motivo para procurar ajuda médica. João Bosco frisa que a hidratação rigorosa é o tratamento contra a doença já que pode ocorrer perda de líquido externo (diarreia) e perda de líquido interno (febre hemorrágica). “Dengue deveria ser associado a aumentar o consumo de líquidos”, reforça. O pesquisador alerta ainda que febre abaixando não é indicativo de melhora do quadro da doença. “Casos graves acontecem quando a febre está diminuindo, no quarto ou quinto dia da doença”, diz.

Nem a vacina isenta a população de participar

João Bosco salienta que a imensa maioria dos focos de dengue estão dentro de casa. “A dengue deveria ser uma preocupação de cada cidadão no Brasil. É preciso cada um ter compreensão e clareza de nós todos estamos em risco de adoecer. Se a população não participar, já está claro que as ações públicas não vão funcionar sozinhas. E mesmo que exista a vacina, ela não será um medida mágica que vai acabar com a doença no país. Até por que a vacina sendo pensada para ser mais usada em crianças”, informa.

Outro aspecto importante é que a febre amarela urbana é transmitida pelo Aedes aegypti e temos também o Chikungunya, novo vírus que também é transmitido pelo mosquito da dengue, e é ameaça real na América do Sul. Por isso, segundo o pesquisador, não se pode deixar de fazer o controle do vetor.

Tecnologias de combate à dengue

O professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Goiás afirma que o Ministério da Saúde tenta acompanhar todas as tecnologias disponíveis de controle à dengue. João Bosco cita, por exemplo, uma armadilha para o mosquito adulto que consiste em infectá-lo com uma bactéria (que não prejudique a saúde humana) que impede que o Aedes aegypti seja contaminado pelo vírus da dengue. Outra alternativa, ainda segundo o professor, é modificar o mosquito geneticamente, liberá-los no meio ambiente, misturá-los a outros e, do desse cruzamento, os que nascerem não terem asas. “Junto com a vacina, essas experiências são potenciais ferramentas de controle da doença”, afirma.

Pesquisadores também se esforçam para encontrar um método que diagnostique a dengue com rapidez. Na semana passada, foi divulgado que um estudo da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveu um sensor que dá em 20 minutos o diagnóstico da doença. O método foi patenteado e aguarda avaliação da Anvisa.

Fonte: Saúde Plena

SÃO PAULO – A campanha para uso racional de água em São Paulo será ampliada para toda a região metropolitana, disse ontem o governador do estado, Geraldo Alckmin. Consumidores de toda a capital e grande São Paulo poderão ter desconto de 30% na conta de água se reduzirem em 20% do consumo mensal. A medida é para evitar racionamento. São Paulo vive a pior seca dos últimos 84 anos.

– A população respondeu bem a primeira etapa da campanha: 76% dos consumidores reduziram consumo. Agora, estendemos esse bônus para toda a metrópole, incluindo as 31 cidades da região metropolitana. Vamos ter uma boa resposta. A campanha ajuda na medida em que reduz consumo na área da represa de Guarapiranga. Assim podemos transferir mais água para a região da Cantareira – disse o governador.

No sábado, o nível do sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, chegou a 13%, o mais baixo da história. Segundo dados da Companhia de Saneamento Básico (Sabesp), há um ano o índice estava em 62,5%. Não há previsão de alteração deste quadro a curto prazo.

Desde março, o governo de São Paulo reduziu a vazão do Cantareira para não esgotar o manancial. Para compensar, nove bairros paulistanos deixaram de ser abastecidos pelo sistema e passaram a receber água de outros sistemas de abastecimento.

Fonte: Yahoo Notícias

A projeção de instituições financeiras para a inflação subiu pela quinta semana seguida, mostra a pesquisa semanal, feita pelo Banco Central (BC), sobre os principais indicadores econômicos. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 6,30% para 6,35% este ano. Para 2015, a projeção subiu de 5,80% para 5,84%.

As estimativas para 2014 e o próximo ano estão acima do centro da meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Quando considera que a inflação está em alta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC eleva a taxa básica de juros, como fez na semana passada, ao ajustar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 11% ao ano. A expectativa das instituições financeiras é que ao fim de 2014, a Selic estará em 11,25% ao ano, ou seja, deve haver mais uma alta. Para o fim de 2015, a expectativa é 12% ao ano.

Essa taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta.

Na pesquisa do BC também está a estimativa para o  Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que passou de 5,95% para 6,19%, este ano, e foi mantida em 5% em 2015. Para o IGP-M, a estimativa foi ajustada de 7,18% para 7,17%, este ano, e segue em 5,5%, em 2015.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu pela segunda semana seguida, ao passar de 1,69% para 1,63%, para este ano. Para 2015, segue em 2%. A estimativa para a taxa de câmbio, ao fim do ano, passou de R$ 2,46 para R$ 2,45. Para o fim de 2015, a projeção permanece em R$ 2,55.

Fonte: Jornal do Comércio

O consumidor brasileiro está mais confiante no mercado de trabalho, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O Indicador Coincidente de Desemprego, que mede a satisfação do brasileiro com o mercado de trabalho, teve uma melhora de 4,6%, na comparação com o mês anterior. Esse é o maior avanço desde dezembro de 2007 (7,6%).

Já o Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 0,5% em março deste ano, na comparação com o mês anterior. O índice busca antecipar tendências do mercado de trabalho para os próximos meses, com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e do setor de serviços.

Os itens que mais contribuíram para a piora do indicador foram o grau de satisfação atual dos empresários da indústria com os negócios, que teve queda de 3%, e a expectativa dos empresários de serviços com a tendência dos negócios, que recuou 1,8%.

Fonte: Jornal do Comércio

Empresas e especialistas concordam que a implantação de medidas que busquem a melhoria da qualidade de vida dos funcionário é importante, porém elas não dependem de grandes investimentos.

Giovana Tensini Aguiar, professora do curso de Recursos Humanos da Uniasselvi, afirma que pequenas ações também podem contribuir para a melhora no ambiente de trabalho. Cadeiras em boas condições de uso, apoio para os pés, iluminação adequada, ambiente limpo e agradável, tudo isso é apontado pela especialista como fatores que contribuem para a qualidade de vida.

– Implantar programas é importante, mas é possível oferecer condições básicas que aumentam a motivação das pessoas. E quando eu invisto em qualidade de vida, também estou investindo em saúde – explica Giovana.

Prevenção. Para a fisioterapeuta Fabiana Karina Gueths esse é o melhor caminho para bem-estar no trabalho, evitando doenças. Como meio para se ter um bom resultado, ela cita a ginástica laboral. Além dos benefícios físicos, a parada durante a jornada ajuda no aspecto psicológico:

– É um momento que você tem uma pausa, descansa a mente. Alongar o corpo melhora a disposição, motiva o funcionário e descontrai o ambiente.

Fonte: Jornal de Santa Catarina