Author: quimicryl

RIO – A cada ano, as construções se tornam mais verdes no país. De acordo com balanço divulgado esta semana pelo Green Building Council (GBC), o país fechou 2013 com 829 pedidos de registro ao selo internacional sustentável Leed (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental). E teve 126 certificações concedidas.

No primeiro caso, o aumento em relação a 2012 é de 27%. Quando à concessão de selos, o crescimento chegou a 51%. Já na comparação com os últimos dois anos, o número de registros praticamente dobrou e o de certificados triplicou. No fim de 2011, eram 432 pedidos e 41 selos. E, segundo a organização, o GBC Brasil registrou dois novos projetos no processo de certificação a cada três dias úteis do mês.

No ranking mundial de pedidos de certificação, atualmente o país ocupa a quarta posição, atrás de Estados Unidos, China e Emirados Árabes e à frente do Canadá. Mas, segundo o diretor-gerente da instituição no Brasil, Felipe Faria, a expectativa é de alcançar a terceira colocação ainda no primeiro semestre de 2014.

Em outros países, a participação verde com base em critérios do Green Building chega a 20% do PIB da construção, em termos de valor de mercado destas edificações. Um estudo recente da empresa de consultoria EY, a antiga Ernest Young, mostra que a construção sustentável, tendo como base o valor de mercado das edificações registradas ou certificadas Leed, representa 9% no Brasil.

Fonte: O Globo

Quando construído, na década de 1950, o elevado ajudou difundir no Rio uma mentalidade típica dos anos 1960 e 1970, e que se estende até os dias de hoje: a das cidades fluidas e aceleradas, planejadas principalmente em função dos carros. Parte da zona central carioca deixou de ser um lugar de interação social e bem-estar e se tornou uma simples via de passagem de veículos. Espaços caminháveis encolheram em diversas áreas da cidade, e deram lugar a ambientes hostis a pedestres.
Taxado como “old mobility” (velha mobilidade) pelos defensores das novas tendências urbanísticas, o conceito perde força pelo mundo.

As razões são muitas: altas do preço do petróleo, aumento das horas perdidas dentro de carros (uma recente pesquisa mostrou que a Cidade Maravilhosa tem o terceiro pior trânsito do mundo) e de doenças causadas pela Poluição do ar. Diante disso, não seria absurdo dizer que o fim da Perimetral, junto com a abertura de praças, boulevards e vias mais amigáveis aos pedestres, pode sinalizar o rompimento com uma maneira ultrapassada de planejar espaços urbanos. Entre os urbanistas, há um consenso de que atualizar a visão de mobilidade, contemplando a desaceleração e priorizando a qualidade de vida, é um dos maiores desafios para o futuro do Rio e das cidades brasileiras.

– O Brasil se urbanizou muito mais depressa do que outras partes do mundo, gerando distorções que existem até hoje – diz Valter Caldana, arquiteto e urbanista, diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie. – O mais grave é não enfrentarmos este problema com olhos no futuro. O mundo está percebendo que a qualidade de vida passa pela cidade de baixa velocidade, com projetos que priorizem o pedestre e promovam uma nova relação entre o cidadão e a cidade. A demolição da Perimetral é um excelente indicador de mudança, que tem que ser seguido por outras cidades brasileiras, como São Paulo em relação ao Minhocão, por exemplo.

Já no final dos anos 60, quando o Brasil começava a multiplicar seus viadutos, um jovem economista americano chamado Eric Britton passou a defender novas formas de deslocamento, condenando o simplismo da “velha mobilidade”. Ele foi um dos primeiros a perceber que a complexidade de uma cidade não passava apenas por seus sistemas de transportes, mas também pelas experiências humanas e suas interações sociais. Cabia ao design urbano criar um ambiente propício para elas. Hoje, Britton é diretor da EcoPlan International, uma rede independente que fornece conselhos estratégicos para governos e empresas sobre questões técnico-sociais e Desenvolvimento Sustentável, e também é professor do Institut Supérieur de Gestion, de Paris.

Procurado pela Revista Amanhã, Britton mostrou certa frustração ao ser perguntado sobre soluções para desacelerar as cidades e criar maneiras mais amigáveis de se deslocar pelos espaços. A própria pergunta, segundo ele, demonstra que ainda há muito que ser feito, não apenas no Brasil.

– Sabíamos quase tudo que precisávamos para construir lindas cidades nos anos 1970. Alguns as fizeram. Mas toda uma geração passou e eu ainda estou tentando fazer isso acontecer – lamenta.
Britton conhece o contexto brasileiro. Esteve algumas vezes no país e, no fim dos anos 1970, até lançou um livro dedicado às estratégias de transporte para o Brasil, intitulado “Preparando-se para os anos 80”. Acostumado a usar analogias, ele compara as cidades atuais a uma pessoa doente. Para tirá-las da UTI, é preciso que a sociedade discuta, com diversos grupos procurando juntos por soluções. –
Sabemos que o futuro da cidade é ter menos carros, mas ainda assim muitos carros, e se movendo em lugares diferentes, e de maneiras diferentes – prevê.

– Se as cidades não derem atenção à nova mobilidade, elas terão perdas econômicas. No século XXI, as cidades competem entre si. E se um lugar com um trânsito caótico como São Paulo não resolver seus problemas, os jovens brasileiros irão para outros com melhor qualidade de vida. As indústrias internacionais não irão estabelecer serviços e fábricas, porque sabem que não terão lá seus melhores funcionários. Valter Caldana cita quatro questões urgentes para tornar as cidades mais agradáveis para a circulação: enterrar a fiação, priorizar a chamada pedestrianização através de calçamento, aumentar a arborização e criar leis que fiscalizem anúncios.
Já a mobilidade do futuro é frequentemente associada a um retorno das cidades vagarosas e, consequentemente, mais sustentáveis. Mas este novo ritmo depende de muitos fatores. A diversidade dos transportes coletivos é um deles. Meios alternativos e livres de combustível deverão ligar alguns pontos.

No Rio, as novidades passam pelo futuro Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que até 2016 tem a promessa de circular no Centro e na Região Portuária do Rio; e um possível aproveitamento do transporte hidroviário, hoje muito abaixo do que a geografia carioca oferece.
Com suas lagoas, a Barra poderia se beneficiar de um projeto da Grove Boats SA, que prevê a criação de um barco eletro-solar integrado ao novo metrô e outros meios de transporte, como bicicletas e vans. Outro fator importante é um maior adensamento, com mais pessoas mudando-se para as zonas centrais, perto dos seus locais de trabalhos – o que reduziria a necessidade de deslocamentos.

No futuro, é possível sonhar com mudanças radicais. Assim como Copenhague transformou com sucesso uma de suas mais movimentadas ruas centrais num agradável calçadão, o Rio poderia fazer o mesmo com parte da Avenida Rio Branco, por exemplo. A revolução urbana, contudo, não depende apenas de grandes obras e projetos superdimensionados. Iniciativas simples podem promover mudanças significativas. Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, Washington Fajardo lembra que pequenas intervenções transformaram alguns pontos da cidade.

Ao acabar com um retorno para carros na Lapa, toda uma pequena área do bairro se revitalizou: prédios abandonados foram recuperados e o comércio floresceu. Num lugar antes quase deserto, hoje é possível tomar um chopp e observar o movimento.
– A cidade é cheia destes retorninhos desnecessários, que tiram o espaço para o pedestre e sugam a vida social – lembra.

Ele cita também a ampliação da Praça Tiradentes após a retirada de um estacionamento. Segundo o secretário, o espaço “reconquistou sua significância”. Há ainda a própria derrubada da Perimetral, que permitirá a criação de um passeio público arborizado entre o Armazém 7 e a Praça Mauá, com 44 mil metros quadrados para os pedestres.

– São duas escalas: conquistar melhorias com maior interação e o aumento do comércio local nestes pontos caminháveis, mas também pensar nas pessoas que moram longe – diz Fajardo. – Quem mora em Campo Grande precisa chegar no Centro com facilidade. Este retorno à cidade mais caminhável não pode estimular uma agenda conservadora, com uma cidade que se fecha em feudos. O espaço público é um lugar de contatos, e para isso os grandes deslocamentos precisam funcionar bem.

Nos primórdios da chamada “car culture” (cultura do carro), o automóvel virou símbolo de liberdade. Era visto com romantismo pela geração Beat e seu livro-manifesto “On the road”. Hoje, tudo mudou. Para Britton, “velha mobilidade” é ficar horas preso dentro do seu carro, procurando por vagas; já a nova mobilidade, como bicicletas e transportantes alternativos, é a “liberdade destilada”. Na metade dos anos 2000, a cidade de Bogotá se tornou referência ao perceber que as pessoas não precisavam ser ricas para se sentirem ricas.

Ao reduzir o domínio dos carros e oferecer mais espaços públicos à população, ela lhes devolveu alguns prazeres simples, como a convivências nas ruas e a possibilidade de sentar, respirar e olhar à sua volta com calma.
Pauta de protestos

Com a nova política, Bogotá se tornou uma cidade agradável para pessoas de 8 a 80 anos. E melhorou sua segurança. A razão é simples: lugares com mais pedestres parecem mais seguros. E, como diversos estudos comprovam, lugares que parecem mais seguros também costumam ser, de fato, mais seguros. Para Valter Caldana, a velha mobilidade inibe a sensação de pertencimento e, consequentemente, o cuidado com o patrimônio público. Neste sentido, ajudaria a explicar as recentes manifestações pelo país. Entre outras exigências, a população anseia recuperar um espaço que lhe foi tomado.
– As jornadas de junho e julho foram um marco do urbanístico porque resultaram numa marcha pelos direitos urbanos. Uma das pautas era: “queremos outro modelo de cidade, porque este se esgotou”.

Fonte: O Globo

RIO – O porcentual de famílias brasileiras que disseram ter dívidas chegou a 63,2% no mês de novembro de 2013, contra 62,1% em outubro e 59% em novembro do ano passado. As dívidas incluem cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguro. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nesta terça-feira, 26.

O aumento, contudo, não se deu em todos os níveis de endividamento. A proporção das famílias que se declararam muito endividadas, por exemplo, caiu entre os meses de outubro e novembro de 2013 – de 12,6% para 12,1% do total de famílias. Em relação a igual mês de 2012, houve estabilidade nesse indicador.

Já a parcela dos que se declaram ”mais ou menos” endividadas passou para 22,9%, de 23,3% em outubro de 2013 e 19,6% em novembro do ano passado. Enquanto isso, as famílias pouco endividadas aumentaram para 28,1% do total neste mês, contra 26,2% em outubro e 27,4% em novembro de 2012.

Atraso. Apesar do aumento na parcela das famílias endividadas, o porcentual daquelas que têm dívidas ou contas em atraso recuou para 21,2% em novembro, ante 21,6% no mês passado. A fatia, contudo, ainda é maior do que os 21% observados em novembro do ano passado.

Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 57,6 dias em novembro de 2013 – abaixo dos 61,1 dias de novembro de 2012. O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias endividadas foi de 6,7 meses, sendo que 27,6% estão comprometidas com dívidas até três meses, e 29,6%, por mais de um ano. Ainda entre as famílias endividadas, a parcela média da renda comprometida com dívidas diminuiu para 29,1%, contra 30,2% em novembro do ano passado.

O porcentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso, e que, portanto, permaneceriam inadimplentes, apresentou redução nas duas comparações. Em novembro de 2013, essa parcela respondeu por 6,6% das famílias, ante 7,3% em outubro e 6,8% em novembro de 2012.

De acordo com a CNC, os ganhos com o décimo terceiro salário podem ter influenciado o resultado, que também demonstrou melhora na projeção das famílias em relação a sua capacidade de pagar débitos em atraso.

Fonte Estadão

Em 2005, no âmbito da revolução americana das energias sustentáveis, George W. Bush, então presidente dos Estados Unidos, implementou uma legislação que obrigava as companhias petrolíferas a adicionarem biocombustível às suas gasolinas e gasóleos. A lei previa a incorporação de 15,1 mil milhões de litros em 2006 e o dobro deste valor até 2012.

Apesar de a lei ter sido assinada por Bush, durante o seu segundo mandato, a implementação recaiu sobre a administração de Barack Obama.

Um dos principais constituintes dos biocombustíveis é o etanol, que nos Estados Unidos é produzido através do milho. Uma vez implementada a lei para a incorporação de etanol nos combustíveis a procura das petrolíferas por etanol aumentou, o que fez disparar as plantações de milho.

Uma investigação da Associated Press (AP) vem agora revelar que a revolução americana do etanol está a ameaçar seriamente o ambiente, sem produzir benefícios tangíveis suficientes.

Devido ao aumento da procura de etanol para satisfazer os requerimentos do Governo, com o intuito de transformar os combustíveis fósseis numa fonte energética mais verde, foram plantados mais de 20 milhões de metros quadrados de campos de milho. Uma área destinada à conservação, superior às áreas combinadas dos Parques de Yellowstone, Everglades e Yosemite, desapareceu, assim, sob o olhar da administração de Obama.

Os agricultores começaram então a cultivar uma área que não era anteriormente utilizada para agricultura, o que libertou grandes quantidades de dióxido de carbono. A par disto, pulverizaram estas áreas com grandes quantidades de fertilizantes químicos, parte das quais ter-se-ão infiltrado nos lençóis de água, rios e expandiram-se, até à “zona morta” do Golfo do México, uma zona com baixas concentrações de oxigénio que não suporta formas de vida, contribuindo para piorar as condições oxigenação desta área do Golfo.

“Isto é um desastre ecológico”, afirmou Craig Cox, do Environmetal Working Group (EWG), à AP. De recordar que o EWG já foi um aliado da casa Branca, mas que agora se posiciona contra as políticas de etanol da administração de Obama.

A eficiência do etanol como um redutor das emissões de dióxido de carbono tem sido largamente exagerada, aponta a investigação, referida pelo Huffington Post, o que torna imperceptível se, na realidade, o etanol pode ser melhorado para combater os efeitos do aquecimento global. Contrariamente, o preço do milho mais que dobrou desde 2010 e os agricultores não estão dispostos a abrandar a sua produção.

As consequências da produção desregrada de etanol estão a ser nefastas ao ponto dos ambientalistas e cientistas estarem a classificar o uso do etanol como uma má política ambiental. Por seu lado, a administração de Obama continua firme quanto ao uso do etanol, preferindo destacar os benefícios do etanol para a indústria agrícola do que reconhecer qualquer tipo de impacto negativo. A Casa Branca acredita que apoiar a produção de etanol é a melhor maneira de encorajar o desenvolvimento dos biocombustíveis, que no futuro serão mais limpos do que actualmente. Mas, ao incentivar esta forma de reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, a administração de Obama está a permitir que à indústria da energia verde “fazer coisas não tão verdes”.

Fonte: Greensavers

Lançado em abril de 2009 pelo governo federal, o programa Minha Casa, Minha Vida surgiu como solução para diminuir ou até zerar o deficit habitacional do Grande ABC, que é estimado em 88 mil moradias. Porém, passados quatro anos e meio do início da ação, somente 132 unidades habitacionais foram entregues para famílias de baixa renda na região por meio do programa.

Justamente estas únicas moradias finalizadas, no Conjunto Juquiá, em Santo André, foram liberadas para os moradores com um ano e meio de atraso. Outros 220 apartamentos do Conjunto Londrina, também no município, eram para ser entregues junto com as unidades do Juquiá, em novembro de 2011, mas ainda não foram inaugurados. A previsão é que as unidades sejam liberadas até o fim deste ano. Estão em fase de construção na cidade mais 880 imóveis do Conjunto Guaratinguetá, 140 do Alemanha e 200 do Olaria. A Prefeitura não informou a previsão de entrega das unidades.

São Bernardo firmou contrato com a Caixa Econômica Federal para a construção de 420 unidades na Rua Tiradentes, região do bairro Ferrazópolis. O empreendimento recebe investimento de R$ 40,3 milhões e está previsto para ser entregue em dezembro de 2014. São as únicas moradias do programa na cidade.Em Mauá, foram contratadas 1.836 unidades desde 2010. Dessas, são 696 no Jardim Oratório – único local onde as obras foram iniciadas –, 300 no Jardim Cerqueira Leite e outras 840 unidades no Jardim Feital. A previsão é que todas as moradias sejam entregues até 2015.

A Prefeitura de Diadema prevê entregar em breve 231 unidades do conjunto habitacional Gema e 40 do Residencial Vitória, nos bairros Campanário e Eldorado, respectivamente. No entanto, a administração municipal não informou a data para inauguração dos dois empreendimentos. Estão em execução outras 360 unidades no conjunto Mazzaferro, 200 no Portinari e 160 no Pau do Café, ambas na região do Jardim Casa Grande.

Área de 720 mil m² no Jardim Serrano, em Ribeirão Pires, receberá empreendimento habitacional do Minha Casa, Minha Vida para abrigar entre 500 e 900 famílias. Ainda não há definição sobre quantas unidades serão feitas no local. O projeto encontra-se em fase de licitação. A administração municipal não informou qual a previsão para início e término das obras.

A Prefeitura de São Caetano comunicou que está analisando áreas da cidade que podem ser destinadas a moradias populares dentro do programa habitacional do governo federal. Rio Grande da Serra foi procurada, mas não respondeu aos questionamentos sobre o tema.As famílias com renda bruta mensal até R$ 1.600 são inscritas pela Prefeitura no Minha Casa, Minha Vida. A execução das obras dos empreendimentos é realizada por construtora contratada pela Caixa Econômica Federal, que se responsabiliza pela entrega dos imóveis concluídos e legalizados. A agência bancária declarou que os investimentos do Minha Casa, Minha Vida na região chegam a cerca de R$ 348 milhões.

A Caixa justifica o baixo número de moradias entregues pelo programa nas sete cidades com a alegação de que também foram entregues cerca de 5.000 unidades habitacionais por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) desde abril de 2009. A professora de Planejamento Urbano Metropolitano e Habitação da UFABC (Universidade Federal do ABC) Rosana Denaldi explica os motivos que emperram o programa na região. “Temos dois problemas: o alto preço e a escassez de terras. Esses são os principais empecilhos para evolução do programa nas regiões metropolitanas.”

Fonte: Diário do Grande ABC