Author: quimicryl

Altos funcionários das Nações Unidas destacaram na segunda-feira (8) que a comunidade internacional deve combater as desigualdades sociais e econômicas entre as regiões e dentro dos países, acrescentando que o combate é fundamental para alcançar a sustentabilidade e evitar crises.

“Se as desigualdades continuam aumentando, o desenvolvimento pode não ser sustentável”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em debate temático da Assembleia Geral sobre desigualdade. “As sociedades onde a esperança e as oportunidades são escassas estão vulneráveis a revoltas e conflitos“, disse. “A desigualdade pode gerar crime, doença, degradação ambiental e prejudicar o crescimento econômico.”

Ban observou que as metas de combate à pobreza – conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – foram extremamente bem sucedidas, mas que o progresso tem sido desigual. O secretário-geral sublinhou a importância de a agenda de desenvolvimento pós-2015 lidar com essas desigualdades e promover a prosperidade compartilhada.

Para o presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremić, a realização da transição universal para a sustentabilidade exige um compromisso maior dos países para reduzir a distância entre os que têm e os que não têm e pediu aos Estados-membros que trabalhem juntos para atender às necessidades “dos muitos que foram deixados para trás”.

Jeremić acrescentou que para avançar é fundamental incorporar completamente a luta contra a desigualdade na agenda do desenvolvimento sustentável e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, acordados na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

Fonte: ONU

Foi publicada no Diário Oficial da União, do dia 03/07/2013, a Lei nº 12.836/13, que altera artigos do Estatuto das Cidades, Lei nº 10.257/11, objetivando estimular a utilização, nos parcelamentos do solo e nas edificações urbanas, de sistemas operacionais, padrões construtivos e aportes tecnológicos que objetivem a redução de impactos ambientais e a economia de recursos naturais.

A alteração incentiva também a concessão de incentivos a operações urbanas que utilizam tecnologias visando a redução de impactos ambientais, e que comprovem a utilização, nas construções e uso de edificações urbanas, de tecnologias que reduzam os impactos ambientais e economizem recursos naturais, especificadas as modalidades de design e de obras a serem contempladas.

Conheça a Lei nº 12.836/13 e a Lei nº 10.257/11 (Estatuto das Cidades) já consolidada.

Fonte: Ademi

As empresas de saneamento básico no Brasil desperdiçam cerca de 40% da água que distribuem, um nível quase quatro vezes superior ao de países como Alemanha e Japão. É o que aponta o levantamento Manual sobre Contratos de Performance e Eficiência para Empresas de Saneamento em Brasil, realizado pela GO Associados a pedido da InternationalFinance Corporation (IFC), instituição de desenvolvimento do Banco Mundial voltada ao setor privado, em parceria com o governo da Espanha. O documento foi divulgado nesta quinta-feira 27, em São Paulo.

Esse nível de desperdício tem se mantido praticamente estável nos últimos dez anos, com algumas operadoras de saneamento atingido índices superiores a 80%. O estudo estima que o Brasil precisa reduzir o desperdício em ao menos dez pontos percentuais para chegar aos níveis de perdas semelhantes aos países desenvolvidos.

Segundo o documento, a redução do desperdício de água entre 2009 e 2025 poderia gerar ganhos de até 37,27 bilhões de reais ao final de 17 anos. A estimativa considera uma redução de 50% das perdas, caindo dos atuais 37,4% de desperdício de média nacional para 23,2% – a média da Sabesp para contratos com financiamento internacional. “O investimento anual no saneamento no Brasil fica em 10 bilhões de reais [pelas empresas]. O controle das perdas é o equivalente a três anos de investimentos. É um impacto grande”, diz Gesner Oliveira, ex-presidente da Sabesp e sócio da Go Associados.

Se as empresas do setor eliminassem as perdas também na energia, aponta o levantamento, poderia haver ganhos também. No cenário mais otimista da pesquisa, com uma redução de 25% do desperdício, os lucros poderiam chegar a 6,25 bilhões de reais. No mais conservador, com 15%, ficariam em 3,67 bilhões.

Os estados com maior desperdício são Amapá e Acre, com mais de 70% de perdas. Entre os mais eficientes estão o Distrito Federal, Espírito Santo e o Paraná, com menos de 30%. São Paulo e Rio de Janeiro possuem níveis entre 30% e 40%. “A eficiência na distribuição de água não ganhou a atenção da classe política, mas esse é um ponto importante para a sustentabilidade. Ao reduzir o nível de perdas, haverá mais água disponível”, afirma Oliveira.

Segundo o estudo, a Cosama (Amazonas) teve o maior desperdício (80,7%) entre as operadoras estaduais. A SAERB (Rio Branco), com 76,5%, foi a menos eficiente no âmbito municipal. Já a Sanepar (Paraná) foi a mais eficiente nos estados (21,2%) e a Sanasa (Campinas) nos municípios (18,0%). Foram analisadas as 52 maiores empresas brasileiras em termos de população atendida, estaduais e municipais. “Com menos perdas, não é preciso fazer muitos investimentos na ampliação da captação. O investimento para reduzir as perdas pode ser menor que um grande aporte de expansão”, diz Fernando Marcato, um dos responsáveis pelo estudo.

Contratos por desempenho. O estudo defende que as empresas de saneamento tentem reduzir a perda física de água (vazamentos nas ruas, por exemplo), contratando empresas privadas especializadas para identificar a melhor forma de reduzir o desperdício e também executar as soluções, além de repassar a tecnologia utilizada à empresa de saneamento.

Esses contratos seriam por desempenho e não remuneração fixa. A ideia é estimular o agente privado a entregar o serviço e as metas do contrato. O modelo, diz o texto, ajudaria a driblar um dos maiores problemas associados aos baixos índices de investimento no setor de saneamento: a baixa capacidade dos operadores de se financiar. “Essa limitação está relacionada às condições econômico-financeiras ainda precárias dos operadores, que, por sua vez, se justificam em função da baixa eficiência operacional e de gestão. Ou seja, os altos custos dessas empresas e a baixa capacidade de geração de receitas diminuem a capacidade das operadoras de obter recursos financeiros”, aponta o estudo.

Segundo o documento, das 26 empresas estaduais de saneamento, apenas sete possuem condições adequadas para captação de financiamentos. Com os contratos de desempenho, a concessionária reduziria o aporte de recursos para reduzir as perdas, pois a contratada realizaria os investimentos. A empresa seria paga com a receita extra gerada pela economia com as perdas.

O modelo seria, porém, mas difícil de financiar, acredita Rogerio Pilotto, executivo-sênior de investimentos para infraestrura da IFC. “É difícil porque tem um componente técnico, um risco em relação ao serviço ser prestado pela empresa de engenharia. Um banco normal tem dificuldade de avaliar esse risco porque está acostumado a estudar balanços e não o componente de engenharia.”

Em setembro de 2012, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que oito em cada dez casas brasileiras têm água encanada (84,6%), o equivalente a 51,8 milhões do total de domicílios.

Fonte: Carta Capital

Rio de Janeiro/São Paulo – Passada a fase de grandes investimentos ligados ao programa Minha Casa, Minha Vida, que fez muitas empresas apostarem forte em imóveis para a baixa renda, o segmento de alto padrão está voltando a seduzir construtoras e incorporadoras de peso, além de novas entrantes no mercado.
De um lado, as empresas demonstram otimismo com o aumento da renda média dos brasileiros. De outro, readequam estratégias após lidarem com grandes estoques de imóveis para vender no segmento de baixa renda, frutos do cancelamento de contratos.

Os lançamentos dos imóveis de alto padrão –que chegam a superar 10 mil reais por metro quadrado em alguns municípios– se concentram nas duas maiores cidades do país, onde a disputa por espaços é cada vez mais acirrada em bairros como Ipanema e Leblon, no Rio, e Moema, Jardins e Pinheiros, em São Paulo.

“A demanda por empreendimento de alto padrão ainda tem muito a crescer, devido ao visível aumento da renda no Brasil e ao crescimento desta fatia da população”, disse o vice-presidente financeiro da Cyrela, José Florêncio, sem mencionar números. Nos últimos cinco anos, o segmento representou, em média, 33 por cento dos lançamentos da empresa.

A PDG Realty, que tradicionalmente tem nesses imóveis cerca de 15 por cento de seus lançamentos, avalia inclusive expandir sua atuação, ingressando em Belo Horizonte e em Brasília com os imóveis de alta renda.

“Existe plano para isso, sim (…) para o ano que vem”, afirmou o vice-presidente de incorporações da PDG, Antonio Guedes, explicando que a empresa ainda terá que adquirir terrenos para os projetos.

“Ele (segmento de alta renda) é importante para agregar valor à marca, dá margens boas”, disse o executivo, sem revelar os números.

A margem bruta do setor de alta renda é de 30 a 35 por cento enquanto que os empreendimentos dentro do programa Minha Casa, Minha Vida é de 20 a 25 por cento, de acordo com um analista que preferiu não ser identificado.

O otimismo de construtoras e incorporadoras com o setor contrasta com o ambiente econômico –o PIB brasileiro ruma em 2013 para o terceiro ano seguido de crescimento abaixo de 3 por cento. Para as companhias, o ânimo se apoia no movimento de crescimento da renda das famílias e em números recentes do setor.

Segundo o Secovi-SP, o mercado de imóveis residenciais novos na capital paulista teve a maior alta de vendas e lançamentos para o mês de abril desde 2004, de 73,8 por cento em relação a abril de 2012. Não há dados específicos gerais sobre o desempenho por segmento.

A incorporadora norte-americana Related Brasil, que chegou ao país em fevereiro de 2012, quando o boom imobiliário já dava sinais de estafa, lançará este ano dois empreendimentos residenciais em São Paulo com Valor Geral de Vendas (VGV) de 1,4 bilhão de reais, cobrando entre 9 mil e 18 mil reais pelo metro quadrado.

“São Paulo é uma metrópole como qualquer outra do mundo, com número crescente de milionários, helicópteros e bancos de investimento”, disse o presidente da incorporadora, Daniel Citron.
A Related fechou uma parceria com a RealtOn, especializada em venda de estoques de terrenos, que formará uma equipe exclusiva para vender os empreendimentos da incorporadora, contratando 40 corretores até julho. Esses profissionais custam cerca de três vezes mais do que a média do mercado, segundo o presidente da RealtOn, Rogério Santos.
Há pouco mais de uma semana, a Gafisa vendeu 70 por cento da Alphaville, sua empresa de loteamentos urbanos de alto padrão, por cerca de 3 vezes e meia o seu valor patrimonial, numa demonstração do interesse crescente dos investidores por esse segmento. Ao mesmo tempo, de acordo com analistas do Bank of America Merrill Lynch, o consenso de mercado precificava a Gafisa em 0,8 vez o seu valor patrimonial.

Entre 2007 e 2012, os lançamentos de Alphaville aumentaram mais de quatro vezes, para 1,3 bilhão de reais, informou a Gafisa, que controlou a companhia neste período. Os compradores do controle da Alphaville foram as companhias de investimento Blackstone Real State e Pátria Investimentos.

Terrenos mais caros e escassos

Os terrenos para o segmento de alta renda costumam ser de quatro a dez vezes mais caros do que os voltados para a média renda, enquanto os custos das obras tendem a ser no mínimo o dobro, de acordo com o vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP, Emílio Kallas.

Com a baixa disponibilidade de terrenos em áreas nobres, as empresas pagam mais caro pelas áreas, mas repassam os valores aos consumidores e ainda cobram a mais pelos lugares centrais.

“A gente precisa olhar 100 oportunidades (de terreno) para conseguir fazer um ou dois negócios”, diz Citron, da Related. “Mas as pessoas querem morar nessas regiões que estão perto de tudo e elas pagam por isso”, acrescentou.

Por Juliana Schincariol e Marcela Ayres

Fonte: Exame

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (5) proposta que permite a concessão de incentivos às edificações urbanas e aos parcelamentos do solo que utilizem tecnologias e padrões de construção ecologicamente sustentáveis. A medida está prevista em emenda do Senado ao Projeto de Lei 34/07, do ex-deputado Cassio Taniguchi. A matéria será enviada à sanção presidencial.

O tipo de incentivo a ser concedido não foi previsto na proposta e deverá ser fixado em lei posterior, que pode inclusive ser municipal.

A emenda aprovada inclui o incentivo entre as diretrizes gerais da política urbana do Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01).

O deputado Walter Feldman (PSDB-SP) defendeu a proposta. “Estamos quase repetindo uma experiência inglesa de fazer com que, no código de obras, nas atividades urbanísticas de construção, haja sempre a preocupação ambiental, com estímulos e incentivos pra isso.”

A matéria foi aprovada na Câmara pela primeira vez em 2008 e retornou do Senado por ter sofrido modificação. Originalmente, a proposta concedia o benefício apenas às construções feitas na modalidade de “operações urbanas consorciadas” – alterações em vizinhanças ou áreas que mudam de tipo de utilização, previstas no Estatuto da Cidade e no plano diretor de cada município.

Participação dos moradores
Segundo o Estatuto da Cidade, a operação urbana consorciada deve ser coordenada pelo Poder Público municipal, com a participação dos proprietários, moradores, usuários permanentes e investidores privados.

Seu objetivo é alcançar transformações urbanísticas estruturais, melhorias sociais e a valorização ambiental de uma área da cidade.

Lei específica
Uma lei municipal específica poderá delimitar a área para a aplicação dessas operações consorciadas, prevendo ainda as modalidades e as obras que poderão ser contempladas com os incentivos.

Essa mesma lei conterá o plano de operação consorciada, do qual constará a contrapartida a ser exigida dos proprietários, usuários permanentes e investidores privados em razão do uso dos benefícios previstos. Especificará ainda a natureza dos incentivos permitidos pelo projeto.

Além do incentivo criado pelo projeto, o Estatuto da Cidade já prevê outros dois benefícios vinculados à operação urbana consorciada.

Um deles é a mudança de índices e características de parcelamento, uso e ocupação do solo e do subsolo, assim como mudanças das normas de edificação, considerado o impacto ambiental decorrente.

O segundo benefício já existente é a regularização de construções, reformas ou ampliações executadas em desacordo com a legislação vigente.

Fonte: Câmara notícias

Depois do “pibinho” de 2012, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano foi de 0,6% na comparação com o último trimestre de 2012. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O número ficou abaixo da mediana das projeções do mercado (AE Projeções), de 0,90%, e dentro das estimativas dos analistas, que iam de alta de 0,55% a 1,20%.

O resultado de 0,6%representa uma taxa anualizada da ordem de 2,4%, número abaixo do crescimento da economia em 2011, quando foi 2,7% – o melhor desempenho do governo Dilma Rousseff até agora. O “pibinho” de 2012 foio crescimento de 0,9%.

O desempenho trimestral foi puxado pelo setor de agropecuária, que avançou 9,7% na comparação com o último trimestre de 2012. No mesmo período, o setor de serviços cresceu 0,5% e a indústria caiu 0,3%.

Em valores correntes, o PIB do primeiro trimestre deste ano somou R$ 1,110 trilhão.

No acumulado dos quatro últimos trimestres, o PIB registrou crescimento de 1,2%, segundo o IBGE.

Comparação anual

O PIB brasileiro cresceu 1,9% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2012, segundo o IBGE.

A agropecuária cresceu 17% no primeiro trimestre na comparação com o mesmo período de 2012. Já o PIB da indústria caiu 1,4% no primeiro trimestre deste ano na comparação anual. O setor de serviços teve crescimento de 1,9% na mesma base de comparação.

Investimentos

O investimento, dado pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), subiu 4,6% no primeiro trimestre contra o quarto trimestre de 2012. Foi o maior número desde o primeiro trimestre de 2010, quando foi 4,7%.

Na comparação anual, a FBCF cresceu 3% – foio maior crescimentodesde o segundo trimestre de 2010, quando foi de 6,2%, na mesma base de comparação.

Segundo o IBGE, a taxa de investimento (FBCF/PIB) no primeiro trimestre de 2013 foi de 18,4%.

Exportações e importações

As Contas Nacionais Trimestrais revelaram que as exportações caíram 6,4% na comparação com os últimos três meses de 2012. Já ante igual período do ano passado, a queda foi de 5,7%.

Já as importações subiram 6,3% na comparação trimestral e 7,4% na anual.

Consumo

No primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2012, houve alta de 0,1% no consumo das famílias. A alta foi de 2,1% no primeiro trimestre deste ano ante igual período de 2012.

O consumo do governo, por sua vez, ficou estável no primeiro trimestre ante o quarto trimestre de 2012 e teve alta de 1,6% no primeiro trimestre ante igual período de 2012.

Revisão

O IBGE revisou a variação do PIB do terceiro trimestre de 2012 ante o segundo trimestre do mesmo ano, de 0,4% para 0,3%.

Mantega cauteloso

Após a divulgação do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado a prévia do PIB, no dia 16 de maio, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi cauteloso e evitou fazer previsões. Na ocasião, Mantega comentou que era melhor “esperar o dado concreto. Então, não vamos nos antecipar. Vamos esperar o final do mês para ver o dado concreto”. O IBC-Br subiu 1,05% no primeiro trimestre de 2013 em relação aos três últimos meses de 2012, no dado com ajuste sazonal.

A postura mais cautelosa do ministro da Fazenda neste ano difere do ano passado. Em junho de 2012, depois que o banco Credit Suisse cortou a projeção de crescimento do PIB brasileiro de 2012 para 1,5%, Mantega chegou a comentar: “É uma piada. Vai ser muito mais que isso”. O resultado final veio abaixo – o chamado “pibinho” – e o Brasil cresceu 0,9% em 2012, o pior desempenho desde o pico da crise, em 2009, quando encolheu 0,3%.

Expectativa para o ano

A expectativa é que a economia brasileira volte a crescer com mais força neste ano, impulsionada por uma safra recorde de grãos e pela retomada da indústria e dos investimentos. A maioria dos economistas projeta avanço de 3% do PIB, embora existam apostas de até 4%.

Nesta semana, fontes da equipe econômica de Dilma Rousseff disseram que circula internamente no governo a meta de que o País precisa crescer pelo menos 2,7% neste ano. O número representa o melhor desempenho do crescimento do Brasil no governo Dilma, em 2011.

Na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central nesta segunda-feira, o mercado financeiro revisou o número para baixo mais uma vez, de 2,98% para 2,93% .

Já na semana passada, a Organização das Nações Unidas (ONU) rebaixou a projeção de crescimento para o Brasil em 2013 para 3%. Em janeiro, quando a ONU divulgou as estimativas iniciais para o ano, esse número era 4%. O Brasil foi o país com a maior revisão para baixo nas projeções, de acordo com o relatório “Situação Econômica Mundial e Perspectivas”.

Fonte: O Estado de São Paulo