Author: quimicryl

Advogado que moveu ação alega que Código de Defesa do Consumidor protege direito costumeiro do consumidor de receber a sacola. A Associação Paulista de Supermercados informa que vai recorrer.

Depois de algum tempo de proibição, a Justiça de São Paulo mandou que os supermercados voltem a distribuir sacolinhas plásticas aos clientes.

Depois de banidas, as sacolinhas plásticas estão meio escondidas em alguns supermercados, mas de volta para a alegria de uns.

“Acho que é uma boa porque, enfim, nós pagamos tudo”, aprova uma mulher.

“Fica melhor para carregar”, diz uma menina.

Para a tristeza de outros.

“Quanto mais plástico na rua, pior vai ser”, critica um homem.

E confusão de muitos.

“Achei meio esquisito, porque vai e volta e tira e põem”, aponta um homem.

“A gente carrega a sacola, depois chega no mercado tem sacola de novo, depois torna a sair”, alega uma senhora.

O consumidor tem mesmo razão para estar confuso. O fim das sacolinhas plásticas começou a ser traçado em um acordo entre o governo do Estado e supermercados em maio de 2011, mas o que veio depois foi polêmica, falta de informação, brigas na Justiça e um vai e vem das sacolinhas que ninguém sabe como vai terminar.

Extintas em janeiro, as sacolinhas acabaram voltando por decisão do Ministério Público, que pediu um tempo maior para que os consumidores se acostumassem sem elas. Em abril, as sacolinhas foram abolidas e voltaram agora por força de uma decisão judicial. Quem moveu a ação foi o advogado Arthur Rolo, que representa a Associação SOS Consumidor.

“Há 40 anos o consumidor vai ao supermercado e encontra as sacolas e ele não precisa pagar nada mais por elas porque o preço já esta embutido nos produtos. O Código de Defesa do Consumidor protege o direito costumeiro do consumidor de receber essa sacola plástica”, defende ele.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) informa que vai recorrer para que as sacolas sejam novamente banidas. Talvez só as altas esferas da Justiça possam pôr fim a confusão.

Fonte: Globo

As prévias operacionais que serão divulgadas pelas incorporadoras de capital aberto, a partir da próxima semana, deverão trazer lançamentos, no segundo trimestre, abaixo da expectativa da maioria das empresas, na avaliação do mercado. No primeiro trimestre, boa parte das incorporadoras privilegiou a venda de estoques a lançamentos. A consequência da combinação dos dois trimestres será a concentração, ainda maior do que já ocorre, de projetos lançados no segundo semestre.

Há quem comente que isso poderá resultar em nova rodada de revisão de metas do Valor Geral de Vendas (VGV) a ser lançado, em 2012, ou na divulgação, por parte de algumas empresas, de que os lançamentos ficarão abaixo da projeção para o ano.

A principal razão para que os lançamentos ficassem abaixo do esperado, no trimestre, foi a demora na obtenção de licenças dos projetos acima da média, com destaque para a cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do país. A EZTec, por exemplo, sentiu mais morosidade nas aprovações de projetos pela Prefeitura de São Paulo de maio ao meio de junho. “Depois, o ritmo de aprovações voltou ao normal”, conta o diretor financeiro e de Relações com Investidores da EZTec, Emílio Fugazza, sem revelar se a fase mais lenta chegou a comprometer lançamentos previstos para o trimestre.

Prefeitura de São Paulo nega que prazos para a liberação de licenças tenha aumentado com a saída de Aref

No mercado, comenta-se que os prazos de aprovação se estenderam após a saída da Prefeitura de São Paulo de Hussain Aref Saab, ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov). Procurada pelo Valor, a Prefeitura de São Paulo informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “não procede a informação de que as aprovações no departamento Aprov estariam mais lentas após a saída de Aref” e que os processos estão em ritmo normal. Foram aprovados 1,071 mil projetos, de janeiro a maio, numa média de 200 aprovações mensais.

Para a Brasil Brokers, que divide com a Lopes o posto de maior imobiliária do país, o estado de São Paulo responde por 55% das operações, ficando a capital com a maior fatia. Segundo o diretor-presidente da Brasil Brokers, um cliente de capital aberto tinha oito lançamentos previstos para a cidade, em junho, mas não conseguirá realizá-los até o fim do mês.

Conforme Freire, os lançamentos das incorporadoras de capital aberto ficaram abaixo das expectativas das empresas, mas acima do primeiro trimestre. O executivo estima que as vendas das companhias abertas tenham ficado, praticamente, em linha com as do segundo trimestre de 2011, devido à comercialização de estoques. Do total de vendas contratadas da Brasil Brokers, as empresas listadas em bolsa detêm fatia de 41%, e as de capital fechado, 59%. A parcela das abertas chegou a ser de 75%.

Na concorrente Lopes, a participação das incorporadoras fechadas no Valor Geral de Vendas (VGV) lançado cresceu de 62%, no ano passado, para 70%, no período de janeiro a maio de 2012. O levantamento da Lopes inclui lançamentos residenciais verticais, conjuntos comerciais e flat/hotéis nos principais mercados brasileiros.

A demanda por imóveis continua existindo, mas a tomada de decisão de compra está mais lenta. “Boa parte das empresas terá lançado e vendido menos do que esperava no segundo trimestre”, diz o analista do setor imobiliário da Banif Corretora, Flávio Conde. Uma das razões são as altas de preços registradas nos últimos anos, que culminaram no patamar atual. Os potenciais compradores deixaram de se sentir pressionados para fazer, rapidamente, a aquisição de um imóvel para evitar risco de aumento dos preços.

“O comprador está pesquisando mais. Há pessoas que visitaram um estande de vendas em fevereiro e fecharam a compra do imóvel em maio”, conta o diretor comercial da Direcional Engenharia, Guilherme Diamante. Focada em empreendimentos populares de grande porte, a incorporadora teve, no segundo trimestre, melhor desempenho em lançamentos e vendas do que no primeiro trimestre, conforme esperava. Considerando o desempenho esperado para os últimos dias do mês, a tendência é que os números superem também os do segundo trimestre do ano passado, de acordo com Diamante. A Direcional espera lançar seu primeiro projeto na capital paulista no terceiro trimestre.

A Trisul lançou o que estava previsto para o trimestre, mas teve vendas de lançamentos um pouco abaixo do que esperava. As vendas totais ficaram em linha com as do primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2011, foram menores, mas “proporcionais ao volume lançado”, conforme o presidente da companhia, Jorge Cury Neto. As aprovações dos projetos da Trisul têm ocorrido nos prazos previstos. De acordo com Cury, o segundo trimestre deve representar dois terços dos lançamentos do ano e 60% das vendas estimadas. Previsões e metas estão mantidas.

Segundo Conde, do Banif, a piora da crise financeira internacional e a alta do dólar contribuem para o adiamento da decisão de compra de um imóvel. Isso ocorre, principalmente, no caso da parcela da população que não paga aluguel, mas pretende trocar o imóvel em que mora por uma unidade de três ou quatro dormitórios.

Outro analista setorial afirma que as incorporadoras têm sinalizado que as vendas “não estão muito boas”, e a velocidade de comercialização está “fraca”. Já Fugazza, da EZTec, conta que 50% do que foi lançado, neste ano, foi vendido e que a incorporadora não está sentindo diferença nesse quesito em relação ao ano passado.

Chiara Quintão

Fonte: Valor online

Fonte: O Globo

Coppe monitora três construções por um ano e consegue precisar nível de redução.

Os benefícios do telhado verde todo mundo já conhece: absorção da água da chuva (uma vantagem até em momentos de grandes enchentes, como as que assolam o Rio de tempos em tempos) e redução da temperatura interna dos imóveis. O que até agora era difícil responder com precisão era em quanto implicaria essa redução.

Pois pesquisadores do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (IVIG), um laboratório ligado à Coppe/UFRJ, passaram um ano monitorando três diferentes construções e chegaram a uma conclusão: a redução pode chegar a até cinco graus de temperatura. O resultado surpreendeu até os pesquisadores, que não esperavam uma diferença tão grande.

As construções – de 25 metros quadrados cada uma delas – foram erguidas próximas à sede do laboratório no campus do Fundão, obedecendo às mesmas orientações geográficas de sol e direção do

vento, para que tivessem condições ambientais semelhantes. A diferença ficou por conta dos materiais de cada uma das obras.

Na primeira, foi usado tijolo concreto, e a casa recebeu laje de concreto. Na segunda, a laje também era de concreto, mas o tijolo usado foi do tipo solo-cimento, que não precisa ser queimado e por isso emite menos carbono que os tijolos convencionais. Na terceira, a estrutura foi feita com tijolos convencionais, mas sobre a laje de concreto foi plantada uma cobertura verde. Em todas, foram instalados confortímetros, um tipo de aparelho que mede as condições internas de temperatura, umidade, pressão e vento. – Monitoramos os três espaços durante 365 dias para saber como cada um se comportava ao longo das quatro estações do ano. Percebemos que na casa com o telhado verde, nos momentos de maior calor no verão, a temperatura ficou entre quatro e cinco graus mais baixa que nas outras – diz o professor Marcos de Freitas, coordenador do IVIG. – À noite, esta construção era a que perdia calor mais rapidamente.

Numa cidade como o Rio de Janeiro, em que apenas em 27% do ano (geralmente no inverno), as temperaturas podem ser consideradas agradáveis – em torno dos 24 graus, segundo pesquisas bibliográficas feitas pelos pesquisadores do IVIG -, o maior uso de telhados verdes poderia ajudar a diminuir as ilhas de calor, melhorando o conforto e a temperatura da cidade, principalmente em bairros mais horizontais. Mas, lembra o professor Freitas, a eficiência das coberturas verdes é maior em construções horizontais. Nos prédios, o resultado seria mais facilmente percebido apenas nos dois ou três andares próximos ao telhado. – Mas os resultados poderiam ser muito bons em shoppings horizontais, por exemplo. Não fizemos pesquisas específicas, mas no geral, de 50% a 60% da energia gasta por um grande mall abastecem o sistema de refrigeração, que também usa grande quantidade de água. Um telhado verde com sistema de captação de água da chuva ajudaria a reduzir o gasto de água da Cedae e ainda diminuiria a temperatura interna, reduzindo a necessidade da refrigeração. Ou seja, o ganho tanto em energia como em água seria bem grande – diz Freitas.

Fonte: O Globo, edição impressa de 17/06/2012

Está acontecendo, na Rio +20, o Corporate Sustainability Forum (de 15 a 18 de junho).

O ‘Fórum de Sustentabilidade Corporativa da Rio+20: Inovações e colaboração para o futuro que queremos’ é uma iniciativa do Pacto Global das Nações Unidas, junto com o Secretariado da ONU para a Rio+20, o Sistema ONU e a rede Brasileira do pacto Global. O objetivo deste fórum é fortalecer as contribuições da comunidade empresarial para o desenvolvimento sustentável global, por meio da busca pelas práticas empresariais responsáveis de grande escala, da difusão de inovações sustentáveis e do estímulo por uma colaboração de diversos setores: empresas, governos, sociedade civil e ONU.

O Fórum está apresentando mais de 60 sessões temáticas relacionadas à agenda da Rio+20 e oferendo à comunidade empresarial a oportunidade de dialogar com os diferentes setores.

O CTE – Centro de Tecnologia de Edificações está participando do Corporate Sustainability Forum e assinou também o documento CONTRIBUIÇÃO EMPRESARIAL PARA A PROMOÇÃO DA ECONOMIA VERDE E INCLUSIVA, elaborado pelas empresas e organizações signatárias do Pacto Global das Nações Unidas no Brasil e apresentado na Rio+20.

O documento reflete um posicionamento coletivo dessas empresas e organizações em prol de compromissos concretos para enfrentar os grandes desafios da Sustentabilidade no Brasil e no mundo.

Veja a íntegra deste documento.

CONTRIBUIÇÃO EMPRESARIAL PARA A PROMOÇÃO DA ECONOMIA VERDE E INCLUSIVA

As empresas e organizações signatárias deste documento estão comprometidas com o Desenvolvimento Sustentável.

Estamos acompanhando e participando das discussões relativas à Rio+20, a mais importante conferência multilateral focada na promoção do desenvolvimento sustentável desde a ECO-92.

Entendemos existir informação suficiente para poder-se afirmar que houve evolução no trato das questões sociais e ambientais de 1992 até hoje. Por outro lado os números mostram que ainda são muitos os desafios para o alcance de um nível de desenvolvimento adequado para todos. Segundo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Towards a Green Economy, 2011) há mais de 1,6 bilhões de pessoas sofrendo com falta de água e mais de 900 milhões desnutridos no mundo. Há sinais claros de esgotamento de alguns recursos naturais, seja como fontes de energia ou materiais, seja como destino para nossos rejeitos. Entre eles os gases de efeito estufa, cujas consequências já se fazem sentir no clima do planeta. O Brasil também apresenta suas mazelas. Segundo o IBGE (Indicadores de Desenvolvimento Sustentável, 2010), em 2008 havia mais de 15 milhões de famílias vivendo com menos de meio salário mínimo per capita por mês; mais de 40% das residências em zonas urbanas não tinham acesso a sistema de coleta de esgoto para tratamento e mais de 10% da nossa população com mais de 15 anos eram de analfabetos.

Por outro lado, por várias razões, o Brasil desponta como uma possível potência da economia verde e inclusiva. Mais de 48% da matriz energética brasileira eram de fonte renovável em 2009 (EPE / MME, 2010). O Brasil dispõe de mais de 20% do solo arável do planeta e felizmente conta com insolação e disponibilidade de água. Isso somado a uma cultura colaborativa e a uma classe empresarial cada vez mais engajada, consciente das suas responsabilidades e que quer atuar como protagonista, permite ao país ir muito mais além, ou seja, desenvolver-se de forma sustentável.

Com esse espírito positivo as empresas e organizações signatárias deste documento entendem que são parte da solução para a promoção da economia verde e inclusiva. Temos a convicção que o Brasil pode se tornar um país líder na promoção do desenvolvimento sustentável, um exemplo na promoção do equilíbrio entre o desenvolvimento econômico, social e ambiental. Entendemos que esta postura favorece o país, as empresas e as organizações aqui localizadas e ao mesmo tempo pode vir a influenciar as posturas de outros países e ainda contribuir para a solução dos problemas em escala global.

As empresas e organizações signatárias deste documento desejam ser exemplo. Queremos, através dos nossos negócios, ampliar fortemente nossa contribuição para a promoção do desenvolvimento sustentável integrando cada vez mais a sustentabilidade em nossas estratégias de negócio, ao dia-a-dia das nossas operações e dos nossos diversos relacionamentos. Queremos ser reconhecidos pela sociedade por trazer soluções inovadoras que representem impactos reais na eficiência no uso dos recursos naturais (como água e energia), na redução da intensidade de emissões de carbono, na promoção dos direitos humanos e na inclusão social.

Dessa forma assumimos dez compromissos:

1. Buscar sempre o resultado econômico sustentável, aquele que considera a obtenção desses resultados associados à maximização dos benefícios ambientais e sociais e à minimização de possíveis impactos negativos;

2. Atuar nos nossos processos produtivos e nas nossas cadeias de valor (fornecedores e clientes) de forma a:

a. Continuar a melhorar a eficiência do uso de recursos ambientais (energia, materiais, solo, água etc.) e a reduzir qualquer forma de desperdício (resíduos, efluentes, gases de efeito estufa etc.);

b. Ampliar o uso de fontes de energia ou de matérias-primas renováveis;

c. Promover a geração de empregos dignos. Aqueles que consideram o atendimento aos diretos humanos e a capacidade das pessoas de se desenvolverem continuamente;

d. Promover o diálogo, a cooperação e o comprometimento visando ampliar a contribuição da cadeia para o desenvolvimento sustentável.

3. Reforçar nosso investimento em inovação e tecnologia de forma a introduzir novas soluções em processos, produtos e serviços que possibilitem a redução dos impactos decorrentes da produção, do uso e eventuais descartes associados aos produtos e serviços;

4. Fortalecer o papel do consumidor e a importâncias das suas escolhas de consumo considerando todo o ciclo de vida dos produtos e serviços;

5. Direcionar nossos investimentos sociais ao fortalecimento de três aspectos:

a. Inclusão social da camada mais pobre da população

b. Educação e desenvolvimento de competências para a sustentabilidade

c. Promoção da diversidade humana e cultural

6. Reforçar o cuidado com os nossos relacionamentos com as respectivas partes interessadas de forma a promover o comportamento ético e a coibir toda e qualquer forma de corrupção. Isso inclui os cuidados éticos no processo de comunicação das características dos nossos produtos e serviços;

7. Definir metas concretas para os aspectos mais relevantes da contribuição de cada um dos nossos negócios para o desenvolvimento sustentável e relatar publicamente a evolução do atendimento destes compromissos;

8. Promover a difusão do conhecimento, respeitando a propriedade intelectual, de melhores práticas empresariais focadas na ampliação da contribuição para o desenvolvimento econômico, social e ambiental;

9. Contribuir nas discussões sobre desenvolvimento sustentável, economia verde e inclusiva, economia de baixo carbono ou qualquer outro tema correlato nos fóruns empresariais, como sindicatos e associações, dos quais fazemos parte, especialmente no Comitê Brasileiro do Pacto Global; em universidades e escolas de negócios; junto à sociedade organizada e junto ao governo; de modo a influenciar e ser influenciado nessa interação;

10. Influenciar e apoiar as decisões e políticas do governo brasileiro que contribuam para o desenvolvimento sustentável.

Contudo, entendemos que o papel promotor e incentivador do governo é fundamental para o aumento da escala da nossa contribuição empresarial. Dessa forma chamamos a atenção para a importância do avanço em, no mínimo, cinco aspectos relacionados a políticas públicas:

A. Fortalecimento da educação em todos os níveis (primários, secundários, profissionalizantes, universitário e pós-graduação), dando destaque à difusão dos princípios e das práticas do desenvolvimento sustentável;

B. Favorecimento de investimentos em inovação, pesquisa e desenvolvimento de ciência e tecnologia, especialmente daqueles que podem introduzir melhorias radicais nos impactos ambientais e sociais;

C. Promoção da produção e do consumo mais sustentável, favorecendo aqueles que melhorem os impactos ambientais e sociais considerando todo o ciclo de vida dos produtos e serviços;

D. Apoio às empresas que assumam os riscos da introdução de novos produtos e serviços mais sustentáveis;

E. E fortalecimento da participação empresarial e da integração das diversas políticas nacionais e globais considerando o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico, social e ambiental.

Assumindo esses dez compromissos, entendemos que estamos atuando de forma concreta para melhorar a qualidade de vida das pessoas no nosso planeta e para dar passos largos na busca da economia verde e inclusiva. Por outro lado, o compromisso do governo em reforçar esses cinco aspectos das políticas públicas irá facilitar a contribuição empresarial. Isso irá alavancar fortemente os resultados. Dessa forma, empresas, organizações, sociedade e governo estarão construindo juntos um novo cenário para os próximos 20 anos. Um cenário que propicie um desenvolvimento realmente sustentável.

Para saber mais sobre o Pacto Global Rede Brasileira e este documento sua participação na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, acesse: www.pactoglobal.org.br

Para saber mais sobre o Corporate Sustainability Forum, acesse: http://www.unglobalcompact.org/NewsAndEvents/rio_2012/index.html

Fonte: CTE

O edifício comercial Eldorado Business Tower, que obteve certificado Leed de sustentabilidade da ONG Green Building Council, estima ter economizado 30% de energia e conseguido uma redução de 50% na conta de água em 2011.

Quem repassa esses dados é o CTE (Centro de Tecnologia de Edificações), que prestou consultoria para o projeto, localizado na avenida das Nações Unidas, zona sudoeste de SP.

O desempenho é indício de que a aplicação do conceito de sustentabilidade em edificações não tem a ver exatamente com filantropia. A preocupação com o impacto ambiental fez a cabeça de arquitetos –mas a promessa de economia de recursos e a possibilidade de um marketing mais agressivo também determinaram decisões.

Segundo Anderson Benite, diretor financeiro da CTE, uma construção sustentável pode custar apenas de 2% a 5% mais do que obras de edifícios convencionais.

Embora outros arquitetos consultados pela Folha falem de orçamentos até 20% mais caros, o conceito em voga de sustentabilidade acabou determinando novos rumos no mercado de imóveis em São Paulo.

Somados os lançamentos de 2011 e os que serão feitos até o fim deste ano, 47,2% dos novos imóveis destinados a escritórios e comércio se associam ao perfil verde –consomem menos energia e água e fazem uso de materiais pouco agressivos ao ambiente.

A estimativa é da consultora de imóveis Cushman & Wakefield, que prevê maior adesão em Curitiba, onde 48,3% dos edifícios comerciais lançados nesse mesmo período terão características similares. Rio de Janeiro vem atrás de São Paulo, com índice equivalente a 40,8%.

Em números absolutos, no entanto, São Paulo dispara. Com ajuda dos empreendimentos lançados para a Copa, o índice representa 773,5 mil metros quadrados a mais em empreendimentos sustentáveis. Em Curitiba, o número cai para 78,8 mil metros quadrados.

Fonte: Folha de São Paulo

Fonte: SindusCon-SP

As operações de aquisição de unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida vinculadas às intervenções inseridas no PAC, selecionadas até 8 de julho de 2011, poderão ser contratadas até 31 de dezembro de 2012, nas condições normativas dispostas na Portaria nº 93, de 24 de fevereiro de 2010, do Ministério das Cidades, condicionado ao acréscimo de revestimento cerâmico nos pisos de todos os cômodos e em todas as paredes nas áreas molhadas; e, a critério dos proponentes, poderão adotar novos valores máximos de aquisição.

É o que dispõe a Portaria 238 do Ministério das Cidades, de 6 de julho (DOU de 8 de julho), que em seu Anexo 1 estipula esses novos valores. O documento também altera os valores máximos de aquisição de unidades habitacionais para propostas em diversos municípios com população limitada a cinquenta mil habitantes.

Ficou admitida a contratação, até 30 de junho de 2012, de projetos recepcionados pelas instituições financeiras oficiais federais até 30 de abril de 2012 nas condições normativas dispostas na Portaria nº 93, de 24 de fevereiro de 2010, do Ministério das Cidades, condicionado ao acréscimo de revestimento cerâmico.

A portaria ainda traz outras alterações, como a de que, a partir de 1º de julho de 2012, os empreendimentos sob a forma de condomínio deverão observar número máximo de 300 unidades habitacionais. Entretanto, ficaram convalidados os atos praticados pelas instituições financeiras federais a partir de 1º de janeiro de 2012, até a data de publicação desta Portaria, referentes à contratação de empreendimentos, sob a forma de condomínio composto por número superior a trezentas unidades habitacionais.

Em outra Portaria, a de nº 228, de 29 de maio, foram estabelecidas algumas modificações em relação às diretrizes gerais do PMCMV em municípios com população de até 50 mil habitantes, no âmbito do Programa Nacional de Habitação Urbana (PNHU).

Fonte: Sindusconsp