Author: quimicryl

Segundo o BTG Pactual, construtoras estão com papéis atrativos na Bolsa

São Paulo – Empresas do setor imobiliário avançam hoje na BM&FBovespa após a Rossi Residencial SA divulgar um salto em suas vendas e o BTG Pactual SA recomendar a compra das ações da LPS Brasil Consultoria de Imóveis SA e da Brasil Brokers Participações.

A Rossi subia 1,3 por cento às 15:15, para R$ 11,40 por ação. Os papéis da Lopes tinham alta de 1 por cento, a R$ 33,62, enquanto as ações da Brasil Brokers se valorizavam 0,7 por cento, para R$ 7,35. O índice imobiliário da bolsa, que acompanha 18 empresas do setor, avançava 0,4 por cento para 825,45 pontos, a segunda alta dos últimos 12 dias.

A Rossi, sexta maior construtora de moradias do País em receita, disse que a prévia dos resultados operacionais do segundo trimestre apontou crescimento de 24 por cento das vendas contratadas, para R$ 882 milhões, na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

A Lopes e a Brasil Brokers receberam recomendações de “compra” no início da cobertura do BTG, por oferecerem “formas mais seguras de investir no setor imobiliário” e uma “exposição única ao atrativo mercado secundário, de casas já existentes”, segundo relatório datado de ontem.

“Com retornos maiores e menor risco, acreditamos que as corretoras deveriam ter um prêmio em relação às construtoras, uma vez que parecem atrativas na comparação com a maioria dos setores ligados ao consumo doméstico”, disse Marcello Milman, analista do banco em São Paulo, na nota. A Rossi “conseguiu aumentar seus lançamentos de maneira significativa, mantendo um bom desempenho nas vendas”, disse ele hoje em outro relatório.

Companhias do setor imobiliário lideraram as perdas na Bovespa este ano, em meio a receios de que o aumento das taxas de juros possa prejudicar a demanda, enquanto o baixo nível do desemprego pode aumentar o custo da mão de obra no País. O índice imobiliário registra perdas de 21 por cento no ano até o fechamento de ontem, comparado ao recuo de 15 por cento do Ibovespa no mesmo período.

Alexander Cuadros, da Bloomberg

Fonte: Exame

Estudo se baseou nas comparações entre o primeiro semestre de 2010 e 2011. Neste ano foram lançadas 134.918 embalagens

Da Redação

19/07/2011 – Pesquisa realizada com base numa amostra de 127.630 embalagens lançadas no mundo, revela que o primeiro semestre de 2011 registrou um decréscimo de 7.288 unidades no lançamento de embalagens, na comparação com o mesmo período de 2010. O estudo foi elaborado pelo Laboratório de Monitoramento Global de Embalagem do Núcleo de Estudos da Embalagem da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e utilizou a ferramenta GNPD (Global New Product Database) para as análises.

Segundo o professor e coordenador do Núcleo da ESPM, Fabio Mestriner, a crise econômica de 2008 e as sucessivas pequenas crises que ocorreram em seguida, afetaram a dinâmica de marketing de vários mercados. “O lançamento de uma nova embalagem tem um período de preparação, exige investimentos e é diretamente prejudicado pelas incertezas do cenário de negócios. O que estamos vendo é que as incertezas reais ou imaginárias estão de fato influenciando negativamente o ritmo dos lançamentos”, afirma.

Estes números referem‐se aos lançamentos efetivados no período e mostram a estratégia de marketing dos segmentos de consumo como alimentos, bebidas, produtos de higiene pessoal, cosméticos, limpeza e pet food. A caída de 5,4% é ainda maior que a confirmada no primeiro trimestre de 2011 – registrada em 4,89%.

Lançamentos no Brasil
No País, a pesquisa se utilizou de uma amostra de 5.916 embalagens lançadas nesse primeiro semestre de 2011 e detectou que houve uma redução de 451 unidades, já que no mesmo período em 2010 foram lançadas 6.367 embalagens.

O mercado brasileiro já havia registrado um declínio de 15,41% nos lançamentos de 2010, mas a queda continuou em 2011, só que num ritmo menor. Foram 11,96% no primeiro trimestre e 7,08% no primeiro semestre.

“Ao contrário do que muitos imaginam, o Brasil não está imune aos efeitos das incertezas globais. Devemos lembrar que no ano passado tivemos eleições que foram vencidas por uma candidata sem experiência política em cargos executivos. Havia também dúvidas sobre como seria seu eventual governo”, comenta Mestriner.

Segundo apontamentos da pesquisa, o Brasil que foi o segundo País que mais lançou embalagens em 2009, caiu para o oitavo lugar em 2011. O destaque do período vai para embalagens de esmalte de unha, que continuaram subindo e alcançaram o quarto lugar entre as categorias com maior número de lançamentos. Já as novidades de marca própria recuaram no mundo, mas prosseguem crescendo no Brasil – correspondendo a 19% dos lançamentos.

As embalagens rígidas voltaram à liderança entre o tipo de embalagem mais adotado nos lançamentos, ultrapassando novamente as embalagens flexíveis. “Os tipos de embalagens mais adotadas nos novos lançamentos foram os frascos em plásticos e vidro, seguido das embalagens flexíveis também de plástico e papel”, analisa Mestriner.

Mesmo com quedas sinalizadas pelo estudo, o mercado brasileiro vem se beneficiando do aumento do consumo. “Tivemos um ano de 2010 excelente com crescimento na produção física de 10,13% e devemos ter crescimento, embora menor, em 2011. Quanto à recuperação do número de lançamentos, não vejo no horizonte um cenário de redução das incertezas em função da economia”, finaliza Mestriner.

Colaboração: Victor Prates

Fonte: Celulose Online

Andrea Vialli e Rejane Lima – O Estado de S.Paulo

ENVIADA ESPECIAL / CUBATÃO

A construção verde, com tecnologias que poupam água, energia elétrica e usam materiais que afetam menos o ambiente, não é mais privilégio de edifícios corporativos ou condomínios de alta renda. Em São Paulo, conjuntos habitacionais populares já ostentam várias dessas tecnologias.

A Companhia de Desenvolvimento Urbano e Social (CDHU) começou a experimentar a construção verde em casas populares em 2007. Uma delas, o conjunto habitacional Rubens Lara, em Cubatão, chamou a atenção das Nações Unidas. O programa Sushi (Iniciativa de Habitação Social Sustentável, na sigla em inglês), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, reconheceu o projeto como alternativa que pode ser replicada.

Silvio Torres, secretário estadual de Habitação, diz que a incorporação de tecnologias verdes na construção de moradias populares faz parte de um programa mais abrangente, a remoção da população de áreas consideradas de risco (mais informações nesta página). “Hoje existem no Estado 350 mil unidades habitacionais do CDHU e há potencial para que 200 mil adotem tecnologias verdes”, diz.

Outro conjunto da CDHU, em Santo André, é construído com critérios verdes. A meta é buscar uma certificação de mercado de construção verde.

“O grande desafio é conciliar baratos com tecnologias mais caras – mas que podem proporcionar economia no longo prazo”, diz o secretário. É o caso do aquecedor solar, que, embora mais caro que o chuveiro elétrico, proporciona uma economia de cerca de 30% na conta de energia.

Luz natural. Em geral, construir de forma verde custa 10% mais que uma obra comum. “Mas isso não é custo, é investimento”, diz Marcelo Prado, arquiteto responsável pelo conjunto de Cubatão. De longe, já se percebe que as janelas dos prédios do Rubens Lara são maiores que as das construções populares mais antigas que o rodeiam.

As janelas amplas, que permitem maior iluminação e ventilação dos imóveis, e os cilindros metálicos, que integram o sistema de captação de energia solar para aquecer a água, são duas das várias medidas de construção verde utilizadas pela CDHU no conjunto construído para abrigar famílias retiradas das encostas da Serra do Mar.

Segundo o assessor de sustentabilidade da Secretaria de Habitação, Gil Scatena, as medidas que facilitam a acessibilidade também chamaram a atenção da ONU. “As portas são mais largas, as janelas e interruptores estão em altura adequada e há apartamentos térreos para portadores de deficiência”, explica.

 

Fonte: Estadão

São Paulo – A indústria automobilística brasileira registrou recorde em vendas no último semestre, de 1,73 milhão de veículos, com um crescimento de 10% em relação a igual período de 2010, e já projeta um crescimento de 5% para este ano, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Por outro lado, o setor começa a se preocupar com o alto estoque e com os efeitos das medidas de contenção de consumo adotadas pelo governo federal.

“Esse crescimento foi sustentado pelas vendas dos importados, que avançaram 38%, enquanto os nacionais avançaram 3,9%. Não vamos deixar de crescer, e com muita cautela, alcançaremos mais 5% até o final deste ano”, adiantou Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, ontem, ao anunciar o balanço semestral da entidade em São Paulo.

Só em junho, foram vendidos 304,3 mil veículos, uma alta de 15,8% na comparação anual. Na comparação com maio, no entanto, houve baixa de 4,5% nas vendas.

A expectativa da Anfavea é de que as vendas de veículos zero quilômetro neste ano chegue a 3,69 milhões, ultrapassando o recorde de 2010, quando foram vendidas 3,52 milhões de unidades.

A Anfavea alerta sobre a situação dos estoques, tanto nos pátios das concessionárias, quanto dos importados, nos portos brasileiros. No primeiro caso, Belini diz que não há com que se preocupar, pois a média de estoques hoje dá para 32 dias de vendas – apenas dois dias a mais que o normal. “Os estoques nas concessionárias, por enquanto, não preocupam”, afirma Belini.

Se começar a passar de 35 dias torna-se preocupante, diz ele, pois o custo de estocagem começa a subir. “Se ficar acima de 40 dias, é perigoso”, afirma Belini, acrescentando que em maio deste ano eram pouco mais de 84 mil unidades em estoque. Em junho, já chegava a 105 mil veículos parados.

Já no caso dos importados parados nos portos brasileiros, Belini diz que o problema é burocrático. No caso dos veículos argentinos, em que se previa maior agilidade na distribuição, Belini diz que o governo garantiu que em no máximo 20 dias já sairão dos portos.

Importações e exportações

A indústria automotiva brasileira encerrou o primeiro semestre deste ano com um saldo negativo entre suas importações e exportações de 140 mil veículos. O volume é 350% maior que o registrado nos seis primeiros meses de 2010, quando o número de importados havia superado as exportações em 40 mil unidades. A produção de veículos no Brasil somou 295,6 mil unidades em junho deste ano, um recuo de 2,8% ante maio e uma alta de 4,1% na comparação com junho do ano passado.

Fonte: DCI

Construtoras do projeto passarão a ocupar as chamadas regiões periféricas do estado, segundo seus representantes

Residencial Casas do Parque do Programa Minha casa, Minha Vida em Campinas

Governo lançou oficialmente em meados do mês passado a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida

São Paulo – A escassez de espaços adequados para construção de imóveis na capital paulista deve fazer com que o principal público a ser atendido pelo programa Minha Casa, Minha Vida em São Paulo passe a ocupar as chamadas regiões periféricas do Estado, afirmaram representantes de construtoras e incorporadoras nesta terça-feira.

“(A cidade de) São Paulo não tem terrenos que viabilizem projetos do Minha Casa, Minha Vida. Pode-se atuar no extremo leste do Estado, mas não há condição de construir para o principal público do programa nos grandes centros urbanos”, disse o diretor geral da Living –braço da Cyrela Brazil Realty voltado para baixa renda–, Antônio Guedes, em evento do Secovi-SP, que representa o setor imobiliário na capital paulista.

Segundo o executivo, além de passar a considerar o interior do Estado, o setor tem como desafio ainda maior a criação de infraestrutura necessária para que sejam desenvolvidas habitações em condições adequadas.

“A grande questão é usar o interior de São Paulo e criar infraestrutura, caso contrário será muito difícil construir imóveis para essa classe”, acrescentou, se referindo à população que ganha até 1.600 reais por mês e que será contemplada com 60 por cento das 2 milhões de moradias no país previstas na segunda fase do programa habitacional.

Na visão do diretor superintendente da Direcional Engenharia, Roberto Senna, a parceria entre os governos federal, estadual e municipal é determinante para que a criação de moradias para a população de baixa renda não tenha efeito contrário ao previsto, dando origem a um novo problema: a “favelização” das regiões.

“Não adianta pensar em novas unidades habitacionais sem pensar nos desafios, principalmente infraestrutura. Nem governo nem iniciativa privada sozinhos conseguem isso. O programa só pode ser levado adiante com atuação conjunta”, disse ele.

O governo lançou oficialmente em meados do mês passado a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, com recursos da ordem de 125,7 bilhões de reais. O preço médio das habitações nesta etapa passou a 55,2 mil reais.

Fonte: Exame

BASF atinge seu melhor resultado na região no ano passado. Publicação traz destaques da atuação dos negócios, relacionamento com a comunidade, Fundação Espaço ECO e gestão ambiental.

O Relatório apresenta os resultados da BASF na América do Sul em 2010, ano considerado o melhor na história da empresa na região. A publicação resume as informações mais significativas referentes ao desempenho dos negócios, à atuação socioambiental e ao envolvimento com as partes interessadas (colaboradores, comunidades, parceiros, clientes, governos e ONGs).

No último ano, as vendas tiveram aumento significativo, o posicionamento em segmentos estratégicos – proteção de cultivos e tintas – foi fortalecido e as oportunidades de negócios se ampliaram. A BASF alcançou um volume de vendas de € 3.817 milhões na região, impulsionado pelo aumento do consumo dos produtos e das exportações.

Uma das iniciativas de destaque é a consolidação da integração dos negócios adquiridos da Ciba e o início do processo de integração da Cognis, uma das protagonistas mundiais de químicos especializados e ingredientes nutricionais.

Inaugurações na região- No ano de 2010, a BASF inaugurou o Laboratório de Monitoramento de Resíduos e Testes para Pragas Urbanas e o Laboratório de Cultura de Células, voltado para o mercado de cosméticos, no Brasil; e a CasaE – moradia de eficiência energética –, na Argentina. Foi iniciada a construção da fábrica brasileira de metilato de sódio, anunciada no final de 2009. E, atualmente, a empresa explora novas oportunidades de investimento, que incluem a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes (SAP), no Brasil.

Perto da comunidade- Em 2010 a BASF abriu as portas do Complexo de Tintas e Vernizes para compartilhar suas práticas de segurança, saúde e meio ambiente com a comunidade. Foi um dos eventos mais significativos do ano, por sua complexidade e pelo número de convidados – cerca de 4 mil pessoas, entre colaboradores, familiares, parceiros, autoridades, imprensa, moradores locais e representantes de instituições.

Trabalho reconhecido- A empresa conquistou em 2010 alguns prêmios. Pelo quinto ano consecutivo, a BASF, no Brasil, figura na lista do Guia As Melhores Empresas para Você Trabalhar da Você S/A Exame. A revista Época apontou a empresa como a segunda mais inovadora do Pais, pela performance da marca Suvinil. Ainda obteve destaque nos setores químico e petroquímico no ranking As Melhores da Dinheiro 2010, da revista IstoÉ Dinheiro.

Atuação sustentável- Para a BASF, a sustentabilidade é um valor que permeia todas as ações e áreas. Para levar isso a todos os seus colaboradores, no ano passado foram intensificadas as campanhas de segurança e de conscientização sobre a importância dos cuidados com o planeta. A proteção climática faz parte da estratégia, que tem o compromisso de diminuir os impactos e reduzir o consumo de recursos naturais 100 anos de história.

A empresa celebrou datas significativas em diversas unidades na América do Sul em 2010. Foram 60 anos do Complexo de Tintas e Vernizes, em São Bernardo do Campo (SP); 15 anos da unidade de poliuretanos, em Mauá (SP); 10 anos da unidade de tecnologias ambientais (catalisadores), em Indaiatuba (SP); 30 anos da Estação Experimental Agrícola de Santo Antônio de Posse (SP), 60 anos de atuação na Argentina e 5 anos da criação da Fundação Espaço ECO (SP). Em 2011, a BASF celebra um século de história no Brasil.

Próximos planos- A BASF pretende identificar novas oportunidades para suprir as megatendências globais – produzir alimentos, gerar energia, poupar recursos naturais e promover o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Deseja ampliar sua atuação seguindo o aquecimento de mercado gerado pelo Campeonato Mundial de Futebol, em 2014, e pelas Olimpíadas, em 2016.

O Relatório da América do Sul 2010 pode ser conferido na versão on-line em português, inglês e espanhol no site http://relatorio.basf.com.br.

BASF Brasil 100 anos. Transformando a química da vida. 2011: Ano Internacional da Química – Química para um mundo melhor – O ano de 2011 é coincidentemente marcado por dois importantes acontecimentos no mundo da ciência: os 100 anos da BASF no Brasil e na América do Sul e o Ano Internacional da Química, decretado pela UNESCO, órgão de educação das Organizações das Nações Unidas, com a participação da IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) e homenagem ao centenário do Prêmio Nobel de Química concedido à franco-polonesa Marie Curie, que visa ampliar a consciência da população sobre a importância da Química para o a melhoria da qualidade de vida e a saúde das pessoas, assim como sobre a importância da Química em todo o ambiente humano. Neste mesmo contexto, o centenário da BASF na região é celebrado com a sensibilização sobre contribuição da química para o desenvolvimento da sociedade, tendo as megatendências globais como motivadores para suas inovações. Química é transformar o que já existe, é criar o novo, é melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Perfil-A BASF é a empresa química líder mundial: The Chemical Company. Seu portfólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e produtos para agricultura até petróleo e gás. Como uma parceira confiável, cria a química para ajudar seus clientes de todas as indústrias a atingir ainda mais o sucesso. Com seus produtos de alto valor e soluções inteligentes, a BASF tem um papel importante para encontrar respostas a desafios globais como proteção climática, eficiência energética, nutrição e mobilidade. A BASF contabilizou vendas em mais de 63,9 bilhões de euros em 2010 e contava, aproximadamente, com 109.000 colaboradores no final do ano.

As vendas na América do Sul totalizaram, aproximadamente, €3.8 bilhões de euros em 2010 (Esse resultado abrange os negócios realizados pelas empresas do Grupo na região, incluindo a Wintershall – empresa situada na Argentina, voltada a produção de óleo cru e gás). – Na América do Sul, a BASF contava com mais de 6.000 colaboradores em 31 de dezembro de 2010.

Fonte: Revista Fator