07 jul Relatório de Sustentabilidade Quimicryl: Mensagem da Direção
Confira os depoimentos da Direção da Quimicryl no Relatório de Sustentabilidade!

Confira os depoimentos da Direção da Quimicryl no Relatório de Sustentabilidade!
A Quimicryl busca o aprimoramento contínuo desenhando métodos mais eficientes ambiental e socialmente para oferecer seus produtos e serviços, ao desenvolvê-los de modo a solucionar problemas sociais, ambientais ou éticos. Obteve, com isso, resultados tangíveis, como indica a boa avaliação por parte de seus clientes.Possui procedimento interno definido para a elaboração do relato de sustentabilidade, além de envolver os públicos interno e externo nesse processo.
Os dados do relato, analisados pela alta administração da empresa, abordam aspectos econômicos, sociais e ambientais.
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Os desafios impostos por um mercado cada vez mais globalizado e uma sociedade mais crítica em relação ao papel das empresas e a escassez de recursos naturais podem ser vistos como oportunidades para a inovação. A Quimicryl está orientando suas estratégias de negócio pelos atributos da sustentabilidade com o objetivo de criar novas soluções para o mercado de adesivos e construção e reconhece que o caminho da inovação passa pela colaboração e parceria na relação com as partes interessadas.
Por essa razão, a Quimicryl firmou uma parceria com o Instituto Ethos para a realização do Programa Sustentabilidade na Cadeia de Valor, para o desenvolvimento de negócios sustentáveis com seus fornecedores.
Quimicryl e seus fornecedores no evento realizado em 30 de junho de 2015 no CIESP de Cotia, em parceria com o Instituto Ethos.
Coordenadoras do encontro com Fornecedores Quimicryl: Juliana Soares de Brito Santos (Coordenadora de Projetos do Ethos), Cláudia Fernandes (Diretora de Comunicação da Quimicryl), Ana Lucia de Melo Custódio (Coordenadora de Práticas Empresariais e Políticas Públicas do Ethos), Vita Tereza Camargo (Diretora de Gestão de Pessoas da Quimicryl) e Vanessa Marques (Coordenadora de CRM – Comunicação, Relações Públicas e Marketing da Quimicryl).
BAUCRYL ECOFACHADA
Polímero acrílico com fibras para aditivar argamassa cimentícia usadas em fachada.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO
Argamassa Impermeável dosada em obra para aplicação em fachada. O material incorpora de 10% a 13% de ar na argamassa, o que reduz o consumo por m², desperdícios na aplicação e fissuras por retração de secagem.
Apesar do alívio nos preços do atacado, reajustes salariais na construção civil e a pressão de preços no varejo explicam o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) acima das expectativas, diz o superintendente adjunto de Inflação da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros. Em junho, o índice subiu 0,57%, ante 0,52% em maio.
O Índice Nacional da Construção Civil (INCC) sofreu impacto do início dos reajustes em salários da categoria em São Paulo e no Rio, onde houve atraso nas negociações. O resultado foi uma alta de 2,30% no custo da mão de obra, bem acima dos 0,06% do mês anterior. Segundo Quadros, esse efeito ainda será sentido nos Índices Gerais de Preços (IGPs) de julho e até de agosto.
No caso dos preços ao consumidor, há pressão do lado de preços administrados e dos alimentos. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que mede a inflação no varejo, variou 0,80% em junho, ante 0,57% em maio. Houve alta em seis de oito classes de despesas. Um aumento pontual do jogo lotérico (38,39%) impulsionou os preços no grupo Despesas Diversas (de 0,61% para 4,35%). A trajetória dos alimentos continua preocupando, com a alta de preços de alimentos in natura, como cebola (39,14%) e tomate (12,13%), e itens como a carne bovina (2,28%) ainda sofrendo com o repasse defasado da alta do dólar.
“O IPC ainda sofre efeitos residuais da desvalorização cambial, aumentos tardios. Provavelmente é o último capítulo do repasse”, diz Quadros.
O economista alerta que os preços administrados continuarão avançando no segundo semestre, com destaque para tarifas de água e esgoto – que subiram 2,15% no IGP-10 de junho – e a conta de luz. “Ainda há previsão de reajustes desses preços (administrados), sobretudo na energia elétrica, há aumentos previstos para São Paulo e Rio. Na tarifa de água e esgoto o efeito será crescente. É sinal de que os IPCs vão estar carregados ao longo do mês”, afirma Quadros.
A inflação no atacado, por sua vez, já sente alívio com a dissipação dos efeitos da desvalorização cambial especialmente sobre os bens intermediários. O IPA-10 variou 0,34% em junho, após atingir 0,63% no mês de maio. Apesar disso, Quadros aponta que há sinais de que a desaceleração nos preços do atacado não deve perdurar. Os preços das matérias-primas brutas, por exemplo, estão com taxas menos negativas: em junho houve recuo de 0,11%, menor que o do mês anterior (-0,27%). Depois de ficar 4,23% mais barata no mês passado, a soja teve seu preço reduzido em apenas 1,39% no IGP-10 de junho. Segundo Quadros, isso reflete uma diminuição em seu ritmo de comercialização e deve inflar os preços pelo peso do produto.
“Nas próximas apurações (dos IGPs) vamos ver o INCC mais forte, o IPC mais forte ou muito parecido com o de junho e, no caso do IPA, a desaceleração deve começar a perder força por esse movimento das matérias-primas brutas”, diz.
Fonte: EM
Pequeno comércio não começou a repassar custo maior para produtos e serviços com medo de perder clientes. Conta assusta em casa também.
Os números preocupantes da economia estão na cabeça de todo mundo. A inflação oficial veio na quarta-feira (10) acima das previsões e a energia foi o que mais encareceu. A conta de luz anda assustando em casa e nas empresas.
O pequeno comércio não começou a repassar esse custo maior para os produtos e serviços com medo de perder clientes. Por mais que todo mundo economize, a conta de luz está sempre mais alta. A tarifa está subindo mais do que a capacidade de adaptação dos consumidores.
Se você mora em prédio, o aumento da conta de luz pesa dobrado no bolso. Tem o reajuste dentro de casa e o da mensalidade do condomínio, que usa energia nos elevadores, na garagem e para iluminar as áreas comuns. Um levantamento feito em São Paulo mostrou que 85% dos edifícios residenciais estão pagando mais por isso.
Antes do reajuste, os moradores de um condomínio da Zona Oeste dividiam uma conta de R$ 6 mil. Agora, o valor subiu para R$ 10 mil, e o síndico está fazendo o que pode para tentar baixar um pouco. “Troca de lâmpadas por LEDs, que consomem muito menos. Se não tiver uma caixa de luz bem revisada vai gerar um consumo maior, então a gente procura fazer isso”, afirma Aldo Antonio Busuletti.
Mas tem gente que não tem o que desligar. Sabe aquela escova perfeita de salão? Pois é, só com secador muito potente. O corte de cabelo do Cristiano Ronaldo precisa de maquininha. E se a água do chuveirinho estiver fria, o cliente reclama. Tem ainda a secadora de toalhas, a máquina que esteriliza alicates. A conta do salão da Regina Célia Fernandes passou de R$ 300 para R$ 500. “Nós não podemos reajustar para os clientes. O pessoal reclama muito ne? Você não pode nem acrescentar R$ 5. Porque as pessoas falam assim: ‘Então vou fazer na minha casa’”, afirma a cabeleireira.
Na vizinhança está todo mundo reclamando. Uma lanchonete que abre 6h e só fecha de madrugada sempre consumiu muita energia. Mas tomaram um susto, porque em março pagaram R$ 1.041, e a conta de abril subiu para R$ 1.457.
Por enquanto quem está bancando essa diferença é o dono, porque ele acha que não é a hora de aumentar preço não. O que eles têm feito para diminuir um pouco o prejuízo é – pelo menos durante o período mais fresco- desligar uma das geladeiras durante o dia.
Eles ainda não receberam a conta do mês passado, mas calculam que, mesmo economizando, ainda vão pagar caro. A dúvida é até quando vão conseguir segurar o aumento sozinhos, sem aumentar o preço da coxinha, por exemplo.
O economista Rafael Leão diz que os comerciantes estão ficando sem saída. “Chega um momento, em alguns casos, que acaba sendo inevitável até para manter o próprio negócio, você não consegue absorver todo o aumento de custo que você tem. Então muitas vezes o empresário acaba tendo que repassar, se não integralmente, uma grande parte desse aumento dos custos. Mas é muito difícil em um momento em que a gente está com uma economia estagnada, praticamente em recessão, e isso dificulta um pouco esse repasse”, diz.
Ou seja, quando todo mundo resolver repassar os aumentos da energia para os preços dos produtos e serviços, o custo de vida vai subir ainda mais para todo mundo.
O brasileiro vem sentindo no bolso que o salário está cada vez mais curto. Em maio, o IPCA – que mede a inflação oficial – ficou em 0,74%, bem acima de todas as previsões. É a maior taxa para o mês desde 2008.
No ano, a inflação bateu os 5,34%, e nos últimos 12 meses o IPCA vem subindo mês a mês e fechou em 8,47%. É a inflação mais alta dos últimos 12 anos
Fonte: G1