Author: quimicryl

Redução do imposto mostrou a existência de um mercado consumidor robusto de veículos, segundo entidade, que pode comprar menos se os benefícios forem extintos
02 de agosto de 2012 | 13h 49

SÃO PAULO – O presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghett, defendeu hoje a prorrogação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor automotivo como fator fundamental para que as vendas continuem aquecidas.

De acordo com ele, o pacote de benefícios mostrou que o Brasil tem mercado consumidor robusto de veículos, mas que se os benefícios forem extintos as vendas podem retroceder. “Sem o IPI reduzido, o mercado automotivo voltará a afundar”, disse ele em evento da Consultoria JD Power em São Paulo.

Ontem a Fenabrave divulgou balanço de vendas relativo a julho, que mostrou o melhor desempenho para o mês na série histórica de vendas da entidade. Também ontem, em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a política de IPI reduzido vai vigorar até o dia 31 de agosto, como previsto na MP que instituiu o benefício, e que não haverá prorrogações. No entanto, empresas e entidades representativas do setor, entre elas a Fenabrave e a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), insistem para que o governo prorrogue o benefício fiscal.

De acordo com Meneghett, a redução do IPI permitiu um corte de, em média, 14% na parcela do financiamento de veículos, o que estimulou o consumidor ir às compras. “Com a redução, a parcela do financiamento de automóveis encaixou no orçamento das famílias e isso reaqueceu o mercado”, disse. “Acredito no bom senso do governo para prorrogar a vigência do IPI reduzido”, completou.

Fonte: Estadão

A reciclagem de PET, no Brasil, aumentou 4,25%, para os 57,1%, de acordo com um estudo da Associação Brasileira da Indústria do PET, englobado na oitava edição do Censo da Reciclagem. Estes números colocam o Brasil na liderança mundial deste sector.

Segundo a Exame, o estudo, que se refere a dados de 2011, afirma que actualmente cerca de 294 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo são destinadas à reciclagem. Esta actividade gera uma facturação anual de R$1,2 mil milhões (€477 milhões) para a indústria de PET daquele país.

O Censo apurou ainda que os principais destinos do PET reciclado, no Brasil, são a indústria têxtil – 40% de todo o material – e os sectores das embalagens e de aplicações químicas, que recebem, cada um, perto de 18% do total de PET reciclado.

Fonte: Greensavers

Atenta as tendências brasileiras e internacionais de design e decoração, a Pertech apresenta em seu portfolio dois lançamentos que vão fazer a cabeça de quem prima por estilo e sofisticação na hora de decorar. Os padrões Concrete Gray e Concrete Beige imitam concreto e cimento queimado que, atualmente, fazem sucesso nos mais renomados projetos de decoração.

Ideais para revestir pisos, móveis, bancadas e paredes, os novos padrões combinam facilmente com materiais como cerâmica, ladrilho hidráulico e madeira.

Fonte: ConstruChemical

Transparência Internacional divulga relatório sobre as 105 maiores empresas mundiais. Avaliação foi baseada na abertura, na transparência e nos processos para combater a corrupção

A BASF acaba de ser nomeada a empresa química mais transparente do mundo, no ranking global da organização não governamental alemã Transparência Internacional. A BASF também foi a empresa alemã mais votada em todos os setores analisados.

O ranking Transparência nas Relações Corporativas, que analisa os índices de percepção da corrupção no mundo, destacou 105 das principais empresas de capital aberto levando em consideração seu compromisso público com a transparência. A pontuação das companhias foi baseada na disponibilidade das informações sobre o sistema anticorrupção, na transparência sobre a forma como se estruturam, e na quantidade de informações financeiras que fornecem nos países em que operam.

Construchemical

Vida corrida e a falta de tempo impactaram em novas prioridades para o casal moderno. Hoje ele precisa de um apartamento prático que evite desgaste com a manutenção.

Para manter esse público satisfeito, as construtoras estão investindo cada vez mais em imóveis que atendam às necessidades deste morador.

O perfil do jovem casal mudou com o passar dos tempos. Sua rotina continua intensa, mas de outra maneira, pois ele abriu mão de ter filhos cedo e de passar mais tempo em casa para trabalhar e estudar, buscando ascensão profissional e financeira. Devido a isso, a primeira mudança perceptível na construção dos novos apartamentos foi a otimização dos espaços.

Espaços flexíveis
Os imóveis antigos possuíam cômodos definidos que não possibilitavam alterações, ao contrário dos atuais, onde os novos projetos são criados com ambientes mais flexíveis, que permitem mudanças e podem ser aproveitados da melhor maneira possível, principalmente quando o apartamento está na planta.

Dormitórios com suíte

Apesar de amplos, os imóveis antigos contavam apenas com um banheiro, independente do tamanho da família. Mas, atualmente, são mais numerosos e melhor aproveitados com móveis versáteis feitos sob medida.

O número de dormitórios diminuiu para dar preferência à construção de quartos com suíte, que proporcionam maior conforto e privacidade para o casal.

Cozinha integrada aos ambientes

A cozinha é outro espaço que foi adaptado para o jovem casal. Ela está mais funcional e frequentemente oferece a possibilidade de ser do tipo americana, fazendo integração com o ambiente de convívio, tornando o espaço mais amplo e moderno.

Instalações elétrica e hidráulica melhores

Nos novos projetos, as instalações elétrica e hidráulica estão sendo planejadas para atender às necessidades deste público, fornecendo uma quantidade maior de tomadas e instalações menos visíveis e mais seguras.

Condomínio completo

As mudanças não são visíveis apenas nos apartamentos, mas no próprio condomínio, que está investindo em uma infraestrutura com área de lazer diversificada e arborizada, oferecendo maior qualidade de vida, privacidade e segurança, além de evitar o deslocamento do morador que pode se exercitar e se divertir nas dependências do empreendimento.

Para atender a essa demanda, as empresas estão apostando na construção de condomínios que seguem esse perfil e desenvolvendo seus projetos em lugares bem localizados, próximos a facilidades e com opções de transporte variadas.

Fonte: Tibério Noticias

O Estado de S.Paulo

O Brasil conquistou o quarto lugar no ranking mundial de construções sustentáveis, conforme estudo do órgão internacional Green Building Council (USGBC). A lista é liderada pelos Estados Unidos, onde o conceito se desenvolveu a partir do início da década de 90 e foi seguido à risca em 40.262 edificações. Em seguida, vêm a China, com 869 construções, e os Emirados Árabes, com 767. No País, em 2004, foi construído o primeiro prédio com o uso de materiais e técnicas sustentáveis, mas apenas três anos depois a indústria da construção conquistou a certificação no USGBC para oito projetos. Nos últimos cinco anos, o Brasil ganhou 526 empreendimentos sustentáveis – 52 edifícios já certificados e outros 474 em busca do selo.

A tendência é de franco crescimento desse tipo de construção, uma vez que o conceito se transformou em um dos maiores apelos do setor imobiliário e também do governo, não por modismo, mas pela comprovada eficiência na redução de custos operacionais para quem ocupa os novos prédios sustentáveis. Uma empresa instalada num prédio desses gasta menos com energia, reutiliza a água, diminui os resíduos e tem a manutenção predial facilitada. Estima-se que a redução média assegurada por esse tipo de construção chegue a 30% no consumo de energia e a 50% nos gastos com água. O custo operacional fica entre 8% e 9% mais barato do que a manutenção de um prédio convencional.

O governo tomou a decisão de ampliar o uso de técnicas e materiais sustentáveis nas obras públicas. O Programa Minha Casa, Minha Vida segue as normas da Portaria 465, de outubro de 2011, que buscam melhorar a qualidade de vida das famílias atendidas. Os projetos devem estar regularizados nas prefeituras, concessionárias e órgãos ambientais, conforme regras da principal financiadora do programa – a Caixa Econômica Federal. Nos empreendimentos financiados pelo Minha Casa, Minha Vida, é exigida a sua integração com outros organismos para que sejam asseguradas a criação de novos postos de trabalho, em especial por meio da cadeia produtiva da construção civil, e a garantia de acessibilidade às áreas de uso comum dos prédios.

No quesito ambiental, o Minha Casa, Minha Vida é orientado pelo Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Hábitat, que estabelece o uso de materiais de construção produzidos conforme rígidas normas técnicas, como madeira de origem legal, e a contratação de construtoras certificadas. A medição individual do consumo de água e energia em cada unidade habitacional, o plantio de uma árvore por unidade e o uso de aquecedor solar nas casas são requisitos para esses empreendimentos, que atendem famílias com renda inferior a R$ 1,6 mil. O programa prevê ainda ações de caráter socioeducativo para assegurar a autonomia das famílias e a participação dos próprios moradores para garantir a sustentabilidade dos conjuntos habitacionais.

Em São Paulo, o Green Building Council Brasil está atuando com a CDHU com o mesmo objetivo de assegurar sustentabilidade às moradias populares. As unidades contam com a chamada cobertura verde, aproveitamento da água pluvial, aquecimento solar e aumento do pé-direito para tornar as casas menos quentes.

Prefeituras que promovem iniciativas semelhantes poderão receber até R$ 3 milhões para transformar prédios públicos comuns em edifícios sustentáveis, capazes de reduzir o consumo de água. Para obter os recursos, originários da Agência Nacional de Águas, os governos locais devem apresentar projetos de boas práticas na conservação da água, até 17 de setembro. Eliminar vazamentos, modernizar os equipamentos hidráulico-sanitários, estabelecer medição setorizada em banheiros e cozinhas, além de controle independente para as diferentes fontes de abastecimento, são requisitos necessários nos projetos.

Em todas as esferas de governo e setores de atividades cresce a consciência da necessidade de dar ao País um forte impulso para se manter entre os mais sustentáveis na construção civil.

Fonte: Estadão