Author: quimicryl

O açúcar de coco é um dos adoçantes mais saudáveis e pode ser um dos melhores substitutos do açúcar comum. A médica nutróloga Débora Froehner, da clínica Nutrocare, explica que a novidade apresenta componentes benéficos à saúde. “O valor nutricional é ótimo, pois possui elevada quantidade de Potássio, Magnésio, Zinco, Ferro e Vitaminas do complexo B. A quantidade de alguns nutrientes é semelhante à de legumes”, afirma a médica.
Extraído do néctar das flores da palma de coco no momento em que as folhas são colhidas, o açúcar passa depois por um processo de aquecimento. Assim, torna-se um caramelo espesso e, então, é triturado em pequenos cristais. “O sabor é semelhante ao mascavo. E o mais interessante é que ele surge como uma alternativa para quem busca uma alimentação mais saudável”, esclarece Dra. Débora Froehner.
Indicado também para pessoas que têm diabetes, sobrepeso ou obesidade, entre os grandes benefícios da novidade está o baixo índice glicêmico (nível de açúcar no sangue). “Quanto maior o índice glicêmico, mais rapidamente ocorre a absorção e maior o pico de insulina”, esclarece a nutróloga.
O açúcar de coco apresenta índice glicêmico de 35, muito mais baixo que o do açúcar normal, que é de 68. Sendo assim, a absorção é lenta, não resultando em picos de glicemia ou insulinemia – fator favorável para qualquer organismo, principalmente aos diabéticos.
Com método de produção natural e altamente sustentável, o açúcar de coco não é adulterado e não contém conservantes. Para o uso em receitas, o produto pode ser o substituto em todos os casos, sendo acrescentado na proporção de 1:1.
Porém, vale ressaltar que o consumo em excesso torna-se prejudicial. “Devido à gordura saturada presente, vale lembrar que não se deve abusar”, alerta a médica.

Fonte: Eco Curitiba

Afastando rumores de bolha imobiliária e desaquecimento do mercado imobiliário, o ano de 2014 promete continuar com altos índices de compra de imóveis. Em 2013, a Caixa Econômica Federal registrou o valor recorde de R$ 134,9 bilhões em contratações, referentes a crédito imobiliário. A previsão da instituição financeira é que o crédito imobiliário siga em alta, devendo ficar entre 10% e 20% maior do que no ano passado.

Grande parte desse montante em financiamentos foi destinada a compra de imóveis que fazem parte do Programa Minha Casa Minha Vida. Mas, o perfil de quem está adquirindo imóveis está mudando. É grande a procura por apartamentos maiores e com mais vantagens e benefícios, em comparação aos imóveis comercializados dentro do programa subsidiado pelo Governo.

Segundo a corretora de imóveis Sueli Fernandes, muitas famílias estão priorizando conforto, localização e acabamento com mais qualidade na hora de comprar um novo imóvel. “As pessoas que geralmente moravam em residências e hoje estão optando por morar em apartamentos, por exemplo, procuram um imóvel com um piso melhor, com mais vagas de garagem, elevadores. É um perfil de público mais exigente”, explica a corretora.

Seguindo esse perfil de comprador, muitas construtoras têm lançado projetos com três quartos, suíte, sala para ambientes maiores e uma gama de serviços dentro do próprio estabelecimento, como academia e área gourmet mais completa. Além disso, os materiais usados na finalização da obra também são mais qualificados. Revestimentos como porcelanatos, sistema de aquecimento a gás, garagens cobertas, entre outros itens, são características analisadas pelos compradores na hora de escolher um novo imóvel neste padrão.

Em São José dos Pinhais, cidade em franco desenvolvimento imobiliário, muitas das opções de apartamentos já se encontram nesse novo perfil de comprador. É o caso do San Diego Residence: alto padrão de acabamento que inclui revestimentos em porcelanato nas áreas frias, três dormitórios sendo uma suíte máster com closet, hidromassagem, banheiro com duas cubas e duas duchas, sacada com churrasqueira a carvão, dois elevadores e áreas comuns mobiliadas, como o espaço gourmet, espaço fitness, hall social, e sala de reunião. O prédio ainda conta com sistema de segurança com câmeras, videoporteiro e playground.

Segundo Sueli, que comercializa as unidades do San Diego Residence, a proposta da construtora é exatamente promover mais qualidade de vida e sofisticação a essa parcela de público que busca imóveis diferenciados. “Além da segurança e do conforto, esses apartamentos oferecem facilidades aos futuros moradores, como sistema de aquecimento a gás, dois elevadores, entre outras vantagens”, destaca a corretora. A localização também é um ponto positivo para o empreendimento: o San Diego Residence fica no centro da cidade e as unidades estão prontas para morar.

Fonte: Eco Curitiba

RIO – As obras de infraestrutura que transformaram a cidade num enorme canteiro de obras, a força do mercado imobiliário e a situação de pleno emprego no estado acabou criando um problema para a construção civil: a falta de mão de obra. E para suprir esse problema, as construtoras tiveram que começar a investir em capacitação. Muitas criaram salas de aula nos próprios canteiros. Outras investem em centros ainda maiores que, além da capacitação técnica, oferece cursos de alfabetização e inclusão digital.

A Carvalho Hosken, por exemplo, inaugura esta semana o Centro Profissional da Construção Civil do Rio de Janeiro (CPCC), em Curicica, em parceria com o Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci-Rio), o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio) e Sistema FIRJAN. Os cursos gratuitos serão destinados aos moradores da comunidade local e trabalhadores do setor. E o local terá ainda um centro de treinamento em saúde e segurança no trabalho, que será inaugurado em abril. O foco será a formação de novos, e bem qualificados, operários da construção civil. Além dos cursos de iniciação profissional, haverá palestras, oficinas de atualização técnica, cursos de informática e oficinas de arte, cultura e até educação orçamentária.

– Todos sabem que eu gosto de construir. Mas o que eu mais gosto de construir é educação. Com esta parceria, vamos ampliar as oportunidades de emprego e a qualidade da mão de obra na construção civil na região oeste da cidade – afirma Carlos de Carvalho, presidente da Carvalho Hosken.

Já outra construtora, a PDG, mantém com a ONG Rio de Paz, desde o ano passado, um curso de iniciação profissional na comunidade do Jacarezinho que já formou 147 profissionais.

– Muitos desses trabalhadores nunca tinham assinado a carteira e tiveram ali sua primeira oportunidade – conta Claudio Hermolin, diretor executivo da construtora. – E acreditamos que a comunidade pode se tornar um polo de mão de obra para a construção civil da cidade.

E ainda esse ano, a empresa deve ampliar o projeto com a construção de dois galpões onde seriam dadas aulas teóricas e práticas para meio oficial (profissionais como pedreiro, azulejeiro, pintor e acabamento). Uma das seis turmas que deverá ser ofertada esse ano será só de mulheres.

A RJZ Cyrela mantém desde 2010 o Instituto Cyrela que desenvolve atividades com foco na educação básica e profissionalizante de seus trabalhadores. Só no ano passado, foram 220 profissionais formados. E para 2014, só em parceria com o Centro Nacional de Estudos e Projetos (CNEP), serão seis turmas de cursos de alvenaria, bombeiro hidráulico, carpintaria de formas, eletricista predial, pintura e textura. Todos com duração de três meses. E, em parceria com o Seconci-Rio, serão nove turmas para capacitação de serventes. Além disso, o instituto oferece nas cidades de São Paulo, Rio, Recife e São Luís, cursos de alfabetização para operários e familiares que não tiveram oportunidades de estudo na infância.

– Oferecemos cursos de capacitação para estimular o círculo virtuoso entre a evolução dos funcionários e da empresa. É uma troca muito interessante, já que os colaboradores se sentem valorizados e, naturalmente, ficam motivados para trabalhar melhor – afirma Catherine Oliveira, gestora de Recursos Humanos da RJZ Cyrela.

Fonte: O Globo

No mês, foram registradas 30,8 mil contratações no Brasil, totalizando 3,521 milhões de pessoas empregadas

De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira (24) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com a abertura de mais 30,8 mil vagas, o nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,88% em fevereiro ante o mês anterior.
No período, segundo o levantamento, o número de trabalhadores do setor passou de 3,491 milhões para 3,521 milhões.
Quando comparado ao segundo mês de 2013, a alta do índice é ainda maior, 2,04%. Na ocasião, o setor empregava 3,451 milhões. No acumulado do bimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador apresenta alta de 1,85%.
Para o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, o resultado reforça a expectativa positiva do setor para 2014. O executivo vai além e afirma: “as novas contratações reforçam a previsão de que, ao longo do primeiro semestre, a construção ultrapassará o recorde de 3,571 milhões de empregados formais, alcançado em setembro do ano passado”, destaca.

A pesquisa mostra ainda que a Região Sudeste concentra a maior parte das novas vagas, com 15.161, seguida por Sul (8.917), Nordeste (5.590) e Centro-oeste (4.107). A única região que demitiu mais do que contratou em fevereiro foi a Região Norte (-2.897 vagas).

Fonte: Pini Web

Capital paulista teve uma variação de 0,62%, enquanto a nacional subiu 0,57%. Média do preço do metro quadrado brasileiro ficou em R$ 7.363

O preço do metro quadrado brasileiro apresentou um crescimento de 0,57% no mês de fevereiro em relação ao mês anterior, segundo o índice FipeZap, divulgado nesta sexta-feira pela Fipe e pelo portal ZAP Imóveis. Com isso, a variação nos últimos doze meses alcançou 13,1%.

Segundo o levantamento, na comparação mensal, com alta de 0,62%, São Paulo teve a menor variação mensal da série histórica para a cidade. O município do Rio de Janeiro foi o único que apresentou alta maior do que 1% em fevereiro. A menor variação foi registrada em Porto Alegre, com queda de 0,37%. A pesquisa monitorou 16 cidades em todo o Brasil.

Ainda de acordo com o índice, a média do preço do metro quadrado brasileiro ficou em R$ 7.363. Individualmente, os valores ficaram entre R$ 10.361 (Rio de Janeiro) e R$ 3.852 (Vila Velha). São Paulo, por sua vez, registrou uma média de R$ 7.887.

De acordo com os analistas, o mês de fevereiro “reforçou a percepção de desaceleração no aumento dos preços anunciados dos imóveis no Brasil”. Em nove das 16 cidades, a variação mensal foi menor do que o aumento esperado de 0,63% para o IPCA (segundo o boletim Focus, do Banco Central), sendo que em três capitais (Porto Alegre, Curitiba e Brasília) houve queda nominal nos preços.

Fonte: Pini Web

Não é novidade que as mulheres já dominam o mercado de trabalho, chegando a predominar em algumas profissões, em alguns casos liderando o número de empregos formais: 2,4 milhões de mulheres tiveram sua carteira de trabalho assinada nos últimos três anos.

Além de sua presença marcante em profissões tipicamente femininas, vemos, com alegria, o crescimento de sua atuação em áreas como a construção civil, modificando o ambiente masculino dos canteiros de obra, humanizando-o devido às suas peculiaridades.

O zelo, o cuidado e o detalhismo, característicos do ser feminino, estão sendo aproveitados como item de excelência tanto nos serviços de base, como pedreiras e serventes, como no acabamento das obras, imprimindo às mesmas a marca de um padrão de qualidade diferenciado. A dedicação, a perseverança, a lealdade e a honestidade femininas são itens altamente valorizados pelo mercado.

Mais mulheres nos canteiros de obras significa mais responsabilidade para as entidades sindicais e para os órgãos de fiscalização do trabalho a fim de garantir que seus direitos específicos sejam respeitados, dentro do que exige a legislação trabalhista.

Elas precisam de infraestrutura adequada para que sua intimidade e conforto sejam garantidos. Cuidado à excessiva jornada de trabalho, garantindo às mesmas o descanso necessário, vez que via de regra, cumprem uma segunda jornada como mães e esposas. Garantia de isonomia salarial entre homens e mulheres, no desempenho das mesmas funções, direito cujo desrespeito ainda é muito comum. Em muitos casos, ainda predomina a ideia de inferioridade do trabalho feminino, tal como no início da industrialização no Brasil. Garantia do direito da gestante, em especial no setor da construção civil, caracterizado pelo grande esforço físico, entre muitas outras necessidades.

Hoje, as entidades sindicais e movimentos sociais organizados buscam a promoção da igualdade de oportunidades no mercado de trabalho entre homens e mulheres, garantindo igual tratamento a ambos, com exceção das situações referentes a diferenças biológicas, tais como a da maternidade, e coibindo qualquer tipo de discriminação de gênero.

É urgente que esta igualdade, que já existe na legislação, se dê de fato no ambiente de trabalho. Para isso, é preciso intensificar a fiscalização, uma vez que hoje não se pode alegar falta de informação para justificar o não cumprimento das exigências legais. As desigualdades, preconceitos e discriminações pelas quais a mulher passa contribuem para o atraso no desenvolvimento social e econômico do país. O respeito ao direito da mulher trabalhadora é um dos pilares de uma sociedade mais justa para todos e todas.

*Joaquim Santana é presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Cuiabá e Municípios (SINTRAICCCM).

Fonte: Cenário MT