Author: quimicryl

POLÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO COMPARTILHADA (AMBIENTAL, QUALIDADE E PESSOAS)

A Quimicryl, empresa voltada ao fornecimento de soluções sustentáveis para os mercados de Adesivos e Construção em território nacional, tem o compromisso de estabelecer, manter e melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão Compartilhada (Ambiental, Pessoas e Qualidade), buscando:

– Superar as expectativas dos Clientes;

– A melhoria contínua do desempenho da empresa, de seus colaboradores e fornecedores;

– A melhoria contínua do desempenho ambiental da empresa através do atendimento aos requisitos legais e da prevenção da poluição, priorizando a redução de efluentes, resíduos não recicláveis e consumo de água;

– O desenvolvimento contínuo do conhecimento sobre processos envolvidos com o cliente; e

– O respeito ao bem estar de nossos colaboradores e comunidade.

Após alta de 42% em 2010, valor total de lançamentos deve crescer entre 5% e 15% neste ano, diz estudo
Escassez e preço alto de terreno, além de mão de obra cara, limitam lançamentos na capital, afirmam analistas

CAROLINA MATOS
DE SÃO PAULO

Depois da explosão de lançamentos de 2010, o setor imobiliário da região metropolitana de SP, incluindo a capital, deve crescer a um ritmo bem menor neste ano.
Estudo da imobiliária Lopes projeta, para 2011, expansão de 5% a 15% do valor total dos imóveis lançados. O volume ficaria entre R$ 26 bilhões e R$ 28 bilhões.
O número de 2010, de R$ 24,9 bilhões, foi 42% maior que o de 2009. E representou quase 45% do total de lançamentos do país, considerando tanto imóveis residenciais quanto comerciais.

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Mas, mesmo com redução do ritmo de crescimento neste ano, o valor total de lançamentos na região de São Paulo deve bater novo recorde. “Ainda que outras regiões do país cresçam, o mercado de São Paulo seguirá muito representativo”, diz Mirella Parpinelle, diretora de atendimento da Lopes.
Entre os analistas, e mesmo dentro das construtoras, há quem aposte que o setor imobiliário brasileiro como um todo vai acompanhar a desaceleração de SP neste ano, fazendo com que a fatia da região nos lançamentos totais permaneça em pouco mais de 40%.
Mas os motivos da perda de fôlego mudam conforme o endereço. Na capital paulista, as restrições impostas à construção em algumas áreas, a escassez e o alto valor dos terrenos são alguns dos fatores limitantes, assim como o encarecimento da mão de obra.
Em outros locais, a capacidade de endividamento da população -em que a renda tem peso importante- e a infraestrutura são aspectos a serem considerados.
“O mercado imobiliário nacional vai continuar crescendo, mas em um ritmo menos intenso e com mais disputa entre as construtoras pelos mesmos mercados”, afirma João Crestana, presidente do Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis) .

EXECUÇÃO
Houve um grande movimento das empresas rumo a novas áreas, principalmente nos últimos três anos, seja para ter presença em mais regiões do país ou em cidades pequenas e médias do Estado de São Paulo.
Algumas companhias cresceram por meio de aquisições, como a PDG Realty, que comprou a Agre em maio de 2010. Outras aumentaram o número de parcerias locais, como a Cyrela -que reduziu a previsão de valor de lançamentos para este ano. E outras ainda, como a MRV, investiram em aumentar as unidades construídas em cada canteiro de obras.
As estratégias podem ser diferentes, mas, em geral, as construtoras têm enfrentado uma mesma dificuldade, de acordo com analistas: executar as obras no prazo e com os custos previstos -situação que tem levado ao aumento expressivo do número de reclamações de consumidores.
“Os custos, principalmente de mão de obra, começam a pesar mais”, afirma Eduardo Silveira, analista da Fator Corretora.
Nesse cenário, as empresas têm anunciado mais investimento em novas tecnologias -como para usar mais material pré-fabricado nas construções-, treinamento de mão de obra e melhoria na gestão das obras feitas com parceiros.

Fonte: Folha de S.Paulo

A Basf anunciou nesta quinta-feira que está explorando oportunidades para um novo investimento no Brasil.

A companhia está considerando projetos que incluem a produção de ácido acrílico, acrilato de butila e polímeros superabsorventes.

A decisão sobre eventuais novas fábricas e sobre capacidades produtivas será tomada depois da conclusão de estudo de viabilidade, prevista para este ano.

A Basf abriu sua primeira representação comercial na cidade do Rio de Janeiro em 1911. Hoje, a empresa conta com unidades em várias cidades brasileiras, abriga o maior Complexo Químico na América do Sul e o primeiro centro de ecoeficiência para a América Latina (a Fundação Espaço ECO).

Fonte: Folha.com

O QUE É O PRODUTO?

É uma emulsão acrílica com fibras para modificar argamassas, revestimentos e membranas impermeáveis.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS

Deformação elástica na forma de membrana com cimento, deformação flexível como camada fina e baixo módulo como camada grossa.

FUNÇÃO PRINCIPAL: IMPERMEABILIZANTE

MEMBRANA COM CIMENTO:

Banheiro e box, cozinha, área de serviço e varanda.

CAMADA FINA:

Banheiro e box, cozinha, área de serviço, varanda, poço de elevador, cortina de garagem e muro de arrimo.

CAMADA FINA + MEMBRANA:

Laje de áreas comuns, piscina enterrada, reservatório de água e jardineira.

CAMADAS GROSSA + FINA + MEMBRANA

Laje de cobertura exposta e piscina suspensa.

Boletim Técnico   

FISPQ 

Tabela Ambiental

 

 

 

 

 

 

Em novembro de 2010 crescimento nas vendas de lançamentos foi 25% superior ao mesmo período do ano anterior

Não foram raros, no decorrer do ano passado, casos em que um lançamento fosse completamente vendido em um único dia. Graças ao mercado aquecido e à disponibilidade de crédito, fenômenos como estes deverão se repetir neste ano.

De acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), em novembro do ano passado foram vendidas 3.270 unidades novas na capital paulista, um crescimento de 7,8% em relação a outubro (3.034) e de 25,2% em relação às 2.611 casas e apartamentos comercializados em novembro de 2009.

No segundo semestre de 2009 a economia ainda se recuperava da crise econômica. No Brasil, o setor de construção civil foi um dos mais afetados, mas os dados preliminares de 2010 (os balanços ainda não foram fechados) mostram que o setor retornou ao patamar de 2008 e 2007, anos de vendas recordes.

De acordo com o presidente do Secovi-SP, João Crestana, o setor espera, para 2011, um desempenho similar ao de 2010. “O crédito está em um patamar aceitável, os investimentos estão se mantendo e há uma demanda crescente”, diz Crestana. Ele observa, contudo, que desde 2007 a venda e o lançamento de imóveis em São Paulo entraram em um novo patamar.

Até 2006 eram vendidas, em média, 26 mil unidades novas ao ano em São Paulo. Em 2004, o crédito para financiamento imobiliário no mercado nacional não passava dos R$ 4 bilhões.

Com o lançamento do programa “Minha Casa, Minha Vida”, o crédito para financiamento imobiliário chegou aos R$ 70 bilhões no país. As vendas, em São Paulo, atingiram a média de 35 mil unidades por ano.

“A mão de obra não cresceu no mesmo ritmo, a estrutura de liberação de obras da Prefeitura não cresceu nesta dimensão. Mudamos de patamar e precisamos atender a esta demanda”, diz Crestana.

Fonte: Diário de São Paulo

Relatórios de Sustentabilidade
Antes de pensar em reportar, pense nas tendências mundiais de relatório:

– Para realmente capturar o valor de negócio no relatório, é preciso que sejam postos em prática sistemas de governança, métricas e definição de objetivos.
– Mais e mais investidores e agências avaliadoras estão olhando para esses relatórios e agora não é o momento de “dourar a pílula”
– Crie uma comunicação sólida e confiável, relacionado aos seus desafios.

1. Quem emite relatórios de sustentabilidade?
Mais de 3.000 empresas em todo o mundo, incluindo mais de 30% das Fortune Global 500.

2. Por que fazer um relatório de sustentabilidade, se a minha empresa não precisa?
Cada vez mais, as partes interessadas externas, tais como investidores institucionais, esperam isso da sua empresa. O Relatório também pode trazer melhorias operacionais, reforçar sua aderência a leis e normas, além de melhorar a sua reputação corporativa.

3. Que informação um relatório de sustentabilidade deve conter?
Os relatórios devem conter indicadores-chave de desempenho relevantes para a indústria da empresa relatora. Quatro princípios para decidir o que incluir: materialidade, inclusão dos stakeholders, contexto da sustentabilidade e completude.

4. Que tipo de governança, sistemas e processos são necessários para informar sobre sustentabilidade?
A Governança deve ser uma exigência de cima para baixo, partindo do alto nível e deve ter linhas claras de informação. Também é necessário: organizados sistemas e processos que ajudem as empresas a coletar, armazenar e analisar as informações sobre sustentabilidade. Saiba Mais.

5. Os relatórios de sustentabilidade têm de ser auditados?
Ainda não. Mas eles estão sendo acompanhados mais de perto do que nunca. Com essa tendência, os usuários da informação sustentabilidade esperarão que as informações sejam validadas por uma terceira parte confiável.

6. Quais são os desafios e riscos de um relatório?
Relatórios de sustentabilidade apresentam muitos desafios, incluindo a consistência dos dados, o equilíbrio entre informações positivas e negativas, e a melhora continua do desempenho e a manutenção de relatórios concisos e de fácil leitura.

7. Como as empresas podem obter o máximo valor de relatórios de sustentabilidade?
Os relatórios de sustentabilidade deveriam ser leitura obrigatória para todos os funcionários, e pode ser uma valiosa ferramenta para comunicação com os públicos externos. Estabelecer metas na forma de KPIs também obrigará a organização a atingir as metas declaradas publicamente, o que torna os relatórios uma ferramenta de responsabilidade.

Checklist dos próximos passos:

– Identificar claramente as suas questões de sustentabilidade da empresa
– Engajar os stakeholders (todas as partes interessadas)
– Estabelecer um processo de controle mais rigoroso, para garantir que sua informação seja confiável

* Esse material foi baseado em uma recente publicação da Ernst & Young sobre o assunto.

A Bio2 Sustentabilidade usa a metodologia GRI para criar seus relatórios. Deseja saber mais?

Fonte: Agenda Sustentável