Author: quimicryl

Modelos fabricados em 2014 têm defeito em parafusos que fixam motor e câmbio

A partir de sexta-feira, 8, a General Motors convoca 2.325 unidades dos modelos Cobalt e Spin para verificação do parafuso que fixa o conjunto motor e transmissão manual. Os veículos envolvidos no recall, ambos versão 2015, foram fabricados entre 6 de junho e 1 de julho de 2014, com chassis de FB105045 a FB121919.

Em comunicado, a montadora informa a possibilidade de utilização de parafusos que não condizem com o especificado no projeto. Essa falha, segundo a empresa, pode ocasionar a perda de sustentação de todo o conjunto (motor e transmissão), levando a um deslocamento da posição original. Neste caso, há risco de desencaixe do eixo de tração do veículo, o que pode resultar em perda repentina de tração, com risco evidente de acidentes e lesões graves aos ocupantes e terceiros.

O tempo estimado para o serviço de avaliação pelas concessionárias Chevrolet é estimado em 15 minutos e a eventual troca dos parafusos pode demorar até 6 horas. A GM sugere ao proprietário verificar o envolvimento de seu veículo na central de atendimento pelo telefone 0800 702 4200 e marcar o atendimento previamente na rede de concessionárias.

Fonte: Automotive Business

Pesquisa divulgada pelo sindicato durante a Minascon apresenta desempenho da construção entre 1994 e 2013. Avanço médio anual foi de 2,82%
Kelly Amorim, do Portal PINIweb

O Sindicato da Indústria da Construção de Minas Gerais (SindusCon-MG) divulgou na última quarta-feira (6), durante a Feira Internacional da Construção Construir Minas (Minascon), o levantamento “O desempenho da Construção Civil nas duas décadas do Plano Real e desempenho recente”, que reúne dados sobre o desenvolvimento do setor da construção civil nos últimos 20 anos considerando a estabilidade econômica conquistada com o Plano Real.

A pesquisa revela que o crescimento do setor na última década foi de 52,10%, o que representa um crescimento médio anual de 4,28%. Considerando os últimos 20 anos, o avanço médio anual foi de 2,82%. Entre 1994 e 2013, a construção civil brasileira cresceu 74,25%, sendo que o auge do desenvolvimento neste período foi registrado no ano de 2010, quando o PIB brasileiro da construção civil teve alta de 11,6%.

Em relação à taxa de desemprego na construção civil do país, o estudo mostra que o desemprego sofreu redução expressiva: passou de 8,9% em abril de 2003 para 2,5% em abril de 2014.

O crescimento do consumo de cimento no Brasil também foi analisado pela pesquisa, que constatou que o consumo do material passou de 25,3 milhões de toneladas por ano em 1994 para 70,9 milhões em 2013. A quantidade equivale ao crescimento de 180,33% do consumo no período de quase vinte anos.

Para reforçar que o crescimento da construção foi maior na última década, a pesquisa ainda apresenta dados relativos ao financiamento de imóveis com recursos da caderneta de poupança: de 1994 a 2013 foram financiadas 3.318 milhões de unidades, sendo que 2.924 milhões foram financiadas só na última década, o que corresponde a 88,13% do total.

Como razões para o crescimento avançado entre 2004 e 2013, foram apontados o aumento do emprego formal, o crescimento da renda familiar, maior concorrência entre instituições financeiras, maior oferta de crédito imobiliário, redução nas taxas de juros e os programas de incentivo como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).

Apesar da redução das atividades da construção civil nos últimos dois anos, causada, segundo a pesquisa, pela elevação da inflação e a baixa confiança de empresários e investidores, as perspectivas do setor são positivas. “Nós esperamos mudanças e políticas mais definitivas para o ambiente macroeconômico, de forma que as pessoas possam voltar a investir. E que haja mais investimento em infraestrutura e bens duráveis”, afirma o presidente da Câmara da Indústria da Construção e vice-presidente da Fiemg, Teodomiro Diniz Camargos.

Fonte: Construção Mercado

É possível medir o impacto do tráfego da Rua Tarumã (n° de caminhões Quimicryl e outras empresas)?

Sabemos que a Rua Tarumã é um dos locais da Comunidade que merece uma atenção especial e por isso decidimos abrir o PROJETO TARUMÃ, com o objetivo de nos aproximarmos e monitorarmos os principais impactos gerados pela Quimicryl. Os resultados deste Projeto serão divulgados no próximo Relatório.

É possível fazer uma campanha para os colaboradores evitarem estacionar na Rua Tarumã, fora dos limites da Quimicryl?

Sabemos que a Rua Tarumã é um dos locais da Comunidade que merece uma atenção especial e por isso em agosto de 2014 vamos lançar a campanha ESTACIONE NA QUIMICRYL!

É possível estimular a carona solidária para diminuir a quantidade de carros na empresa?

Todas as ações que visam minimizar os impactos ambientais e proporcionar o bem estar dos colaboradores devem ser estimuladas. Vamos estudar como impulsionar esta ação que teve início em 07/02/2014, com a inclusão de objetivos e metas, além do monitoramento frequente.

Poderíamos fazer palestras ligadas à saúde para comunidade (Exemplo de Tema: Dengue)?

Esta ação fará parte do PROJETO TARUMÃ que tem o objetivo de nos aproximarmos e monitorarmos os principais impactos gerados pela Quimicryl. Os resultados deste Projeto serão divulgados no próximo Relatório.

É possível resgatar o indicador de contratação local?

As diretrizes para relatos de sustentabilidade foram revisadas para a versão G4 e esta revisão prevê no item G-4.9 a inclusão de informações quantitativas sobre o perfil organizacional. Incluiremos os dados de contratação local neste item no próximo relatório.

Por que a quantidade de pessoas na Ação Comunitária SESI não foram contabilizadas no quadro de pessoas afetadas?

Porque não sabíamos que o protocolo do indicador exigia a medida de pessoas afetadas. Nas próximas campanhas sociais adotaremos a sistemática de contabilização.

É possível medir o valor gerado pelos cupons fiscais entregues para APAE?

Não é possível. A empresa que administra estes cupons para a APAE separa-os por CNPJ do emitente e não por empresa doadora.

Como a Quimicryl interage com a comunidade?

A Quimicryl participa de reuniões com o Presidente da Associação Amigos de Bairro e eventos promovidos pela APAE e Comunidade.

É possível divulgar para a empresa o apoio ao CMK (CENTRO MARTA KUBOIAMA -APOIO À CRIANÇA COM CÂNCER)?

Sim. As próximas ações serão divulgadas para todos os colaboradores.

Vale cultura, é possível implementar na Quimicryl?

Todas as ações que visam incentivar o acesso à cultura devem ser estimuladas. Vamos estudar o assunto.

É possível apoiar as campanhas de doação de sangue?

A doação de sangue é uma das mais importantes ações humanitárias. Ela salva vidas! Vamos estudar como implantar este projeto na Quimicryl.

Algum Fornecedor faz inventário de CO2? Se sim, registrar no relatório GRI.

Ótima sugestão. Vamos incluir este levantamento no próximo relatório.

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As perguntas foram realizadas pelos colaboradores da Quimicryl.

Leia o nosso relatório e envie sua dúvida ou sugestão para o Fale Conosco!

Um novo estudo alerta que, em menos de três décadas, o planeta vai enfrentar uma grande crise de água caso a maneira como a electricidade é gerada (maioritariamente a partir da energia hídrica) não seja alterada.

À medida que a população aumenta também aumenta o consumo de água e a utilização de energia. A menos que comecem a ser utilizadas outras fontes alternativas para produzir electricidade até 2030, as necessidades de água podem aumentar para um ponto onde exista uma falha entre a procura e os recursos de água disponíveis, o que conduzirá a uma crise de água global.

Segundo o estudo elaborado pela CNA Corporation, a procura de água aumentou seis vezes e a população apenas três vezes mais ao longo do último século. Se a tendência continuar, haverá uma falha de 40% entre a procura e os recursos existentes. A lei básica da procura e da oferta dita que quando a procura excede a oferta aumenta o preço do produto. Contudo, com um recurso como a água, a lei da procura e da oferta não pode funcionar desta forma.

Apesar de muita da água utilizada para gerar energia ser devolvida ao ambiente, alguma perde-se durante o processo ou fica contaminada, refere o Inhabitat. Com o aumento da procura por parte das populações é evidente que a água se vai tornar num bem cada vez mais precioso, que não nos podemos dar ao luxo de desperdiçar.

Fonte: Greensavers

De janeiro a junho foram 690 queixas contra incorporadoras, diz associação de mutuários Por Jerusa Rodrigues* O atraso para a entrega das chaves do imóvel comprado na planta parece ter se tornado regra no setor. Segundo pesquisa feita pela Associação dos Mutuários de São Paulo, de janeiro a junho foram feitas 690 reclamações referentes a […]

O atraso para a entrega das chaves do imóvel comprado na planta parece ter se tornado regra no setor. Segundo pesquisa feita pela Associação dos Mutuários de São Paulo, de janeiro a junho foram feitas 690 reclamações referentes a não entrega das chaves no prazo contratual. Desse total, 344 deram entrada na Justiça.

O resultado representa um aumento de 39% das queixas e de 33% das ações no Poder Judiciário, ante 496 reclamações e 258 ações registradas em 2013.

O atraso em receber o apartamento é o problema enfrentado pela encarregada em tecnologia da informação Patricia M. Ramos, de 29 anos. Há dois anos ela aguarda a liberação do seu imóvel, em Carapicuíba. “A cada ligação recebo um prazo diferente.”

A Tecnisa, construtora responsável pelo imóvel, responde que o atraso na entrega do empreendimento Flex Carapicuíba 1 decorre de dificuldades na contratação de mão de obra qualificada e do excesso de chuvas durante a fase de fundação. Mas a leitora diz que recebe há meses essa mesma resposta da empresa.

Segundo o advogado especialista em Direito Imobiliário Rodrigo Karpat, o argumento da falta de mão de obra não exime a responsabilidade da construtora pelo atraso na entrega, conforme tem entendido o Tribunal de Justiça de São Paulo.

“O atraso de dois anos é gravíssimo na minha ótica e deve ser denunciado no Procon e no Ministério Público Estadual, com o fim de averiguar o crime contra as Relações de Consumo e para que possam ser tomadas as medidas cabíveis para dirimir este atraso e coibir outros”, defende. “A consumidora pode, se julgar oportuno, optar pela rescisão do contrato, com a devolução de todo o valor investido devidamente corrigido.”

Sem casa. O comerciante Sidney S. de Nobrega, de 44 anos, relata que, apesar de já ter pago a primeira parcela do financiamento do seu imóvel e as taxas de condomínio e do cartório, não sabe quando vai conseguir mudar para o seu apartamento.

A empresa Plano&Plano responde que entrou em contato com o proprietário e esclareceu todas as dúvidas apresentadas.

Para o professor de Relações e Consumo da FGV Direito-Rio Fabio L. Soares, tanto a Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor) quanto a Lei 4.591/64 (Lei de Incorporação Imobiliária) são claras quanto aos direitos do adquirente e de sua proteção contratual. “Uma vez que o pagamento das intermediárias e do financiamento foi feito, o consumidor tem o direito de assumir a posse do imóvel, sobretudo após a transferência da propriedade em cartório.”

Neste caso, orienta, até o momento da transferência, o pagamento do condomínio é de responsabilidade da incorporadora, assim como uma eventual indenização por perdas, danos e lucros cessantes decorrentes do descumprimento contratual. “Recomendo o ajuizamento de ação, caso não haja acordo”, diz.

*matéria originalmente publicada na versão impressa de O Estado de S. Paulo, em 4/8/2014

Fonte: Estadão