Author: quimicryl

Em setembro de 2014 a Quimicryl completa 27 anos!!!! Esta jornada é marcada pela dedicação, aprendizado e investimento em gestão, tecnologias, materiais inovadores e na formação de pessoas!

Desde sua fundação, seu maior objetivo é contribuir com a evolução dos setores de Adesivos e Construção Civil, desenvolvendo soluções sustentáveis. Faz isso ao se comprometer com os valores e as práticas de responsabilidade empresarial, ao certificar o seu Sistema de Gestão nas normas ISO 9001 e ISO 14001, ao aderir aos indicadores Ethos, à metodologia GRI (Global Reporting Initiative), à ideia de neutralizar e compensar os Gases de Efeito Estufa (GEE), além de ser membro do GBC Brasil, Instituto Ethos, CIESP e ABCP.

Para os próximos 5 anos as prioridades são incentivar o consumo de colas base água para aplicação de revestimentos, apoiar as construtoras na redução de custos e impactos socioambientais na execução de sistemas de impermeabilização, expandir o atendimento técnico e comercial em Território Nacional, enfatizar o treinamento dos aplicadores dos clientes visando sua profissionalização, democratizar a gestão dos negócios com a participação do grupo de governança nas decisões estratégicas e ampliar o conceito de sustentabilidade com todos os grupos que influencia ou são influenciados por suas atividades, impactos e resultados.

Toda empresa sustentável precisa neutralizar suas emissões? Esta neutralização é obrigatória?

As diretrizes para relatórios de sustentabilidade G3 da Global Reporting Initiative (GRI) definem que pelo menos um indicador relacionado a cada aspecto material identificado durante conexão com as partes interessadas seja gerenciado. No caso da Quimicryl, o aspecto emissões, efluentes e resíduos aparecem em 5º lugar na lista de priorização, o que nos fez decidir pelo monitoramento, inventário e neutralização/compensação dos gases de efeito estufa (GEE), assim como a gestão dos resíduos e efluentes.

Contudo, a decisão de diretoria 254/2012 da CETESB obriga as empresas dos setores[i] cimento, siderurgico, petroquímico, termoelétrico, papel e celulose, assim como as instalações com consumo de combustível fóssil que emitam quantidade superior a 20.000 ton/ano de CO2 equivalentes a enviar anualmente o inventário de suas emissões.

É preciso medir todo ano?

O Programa Brasileiro GHG Protocol[ii] estimula organizações em diferentes níveis de maturidade a tornarem-se membros e calcularem e divulgarem suas emissões. Os membros publicam anualmente seus inventários, de forma transparente, em uma plataforma online, chamada Registro Público de Emissões.

É preciso cortar as árvores e plantar novas?

Não.

Qual a quantidade de árvores que serão necessárias para reposição da nossa emissão em 2013?

A Quimicryl desenvolveu uma parceria com a Green Farm que possui créditos de carbono registrados na Plataforma de Negócios como Bens e Serviços Ambientais e Ecossistemas de Mato Grosso. A Quimicryl como participante do Clube da Green Farm tem suas emissões de GEE calculadas e posteriormente neutralizadas através da utilização dos créditos de carbono.

Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono, utilizando-se o conceito de Carbono Equivalente (Equivalência em dióxido de carbono).

O que significa a unidade de medida CO2e?

O termo, que também pode ser escrito com a abreviatura CO2eq. ou CO2e., significa “equivalente de dióxido de carbono”. Este padrão internacional mede a quantidade de gases de efeito estufa como o dióxido de carbono e o metano. As medições são explicadas no livro “Perguntas e Respostas sobre o Aquecimento Global”, do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam): As emissões são medidas em toneladas métricas de CO2e por ano, ou através de múltiplos como milhões de toneladas (MtCO2e) ou bilhões de toneladas (GtCO2e). O dióxido de carbono equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do GEE pelo seu potencial de aquecimento global. Por exemplo, o potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2. Então, dizemos que o CO2 equivalente do metano é igual a 21.

Como será feita a redução das emissões?

As principais ações implementadas em 2013 foram: a priorização de abastecimento dos veículos da frota da Quimicryl com o combustível etanol ao invés de gasolina e a redução da geração de efluentes e resíduos sólidos. Em 2014 faremos um novo inventário para avaliar o impacto destas ações.

O que acontece com os gases? O que é feito?

A forma mais comum de sequestro de carbono é naturalmente realizada pelas florestas. Na fase de crescimento, as árvores demandam uma quantidade muito grande de carbono para se desenvolver e acabam tirando esse elemento do ar. Esse processo natural ajuda a diminuir consideravelmente a quantidade de CO2 na atmosfera: cada hectare de floresta em desenvolvimento é capaz de absorver nada menos do que 150 a 200 toneladas de carbono.

Como ocorre o buraco na camada de ozônio?

A principal causa é a reação química dos CFCs (clorofluorcarbonos) com o ozônio (03). Estes CFCs estão presentes, principalmente, em aerossóis, ar-condicionado, gás de geladeira, espumas plásticas e solventes. Os CFCs entram em processo de decomposição na estratosfera, através da atuação dos raios ultravioletas, quebrando as ligações do ozônio e destruindo suas moléculas.

A reação de destruição do ozono é bastante simples, uma vez que esta molécula é extremamente reativa na presença de radiação UV e cloro. Observemos:

O2 + Energia UV → 2 O

2 Cl (do CFC) + 2O3 → 2 ClO + 2 O2

2 Cl + 2 O (regenerando o Cl) + 2 O2

Logo, a resultante da reação é:

2 O3 → 3 O2

Isto significa que tivemos três moléculas de oxigênio geradas e os átomos de cloro foram regenerados para destruir mais duas moléculas de ozônio de cada vez, e assim por diante, infinitamente, até o cloro descer à baixa atmosfera.

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[i] Veja a lista completa de setores que são obrigados a enviar o inventário de missões de GEE http://www.cetesb.sp.gov.br/userfiles/file/mudancasclimaticas/proclima/file/empreendimentos/artigo3.pdf

[ii] http://www.ghgprotocolbrasil.com.br/index.php?r=site/CapaSecao&id=2

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As perguntas foram realizadas pelos colaboradores da Quimicryl.

Leia o nosso relatório e envie sua dúvida ou sugestão para o Fale Conosco!

O que são pagamentos para provedores de capital?

Para calcular o indicador EC1 o conjunto de protocolos da GRI (Global Reporting Initiative) define pagamentos para provedores de capital como sendo dividendos (parcela do lucro distribuída) para todos os acionistas e pagamentos de juros para instituições financeiras.

Por que os impostos caíram se os salários aumentaram?

Para calcular o indicador EC1, o conjunto de protocolos da GRI (Global Reporting Initiative) define salários e benefícios de empregados como o total da folha de pagamento incluindo valores pagos às instituições do Governo (encargos e taxação de empregados e fundos de desemprego). No componente Pagamentos ao Governo são calculados todos os impostos brutos da operação de vendas como ICMS, IPI, Susbstituição Tributária, etc. Como as receitas diminuíram os impostos também diminuem.

O que são custos operacionais?

São pagamentos em dinheiro feitos fora da organização relatora referentes a materiais, componentes de produtos, instalações e serviços adquiridos. Isso inclui aluguel de propriedade, taxas de licença, pagamentos para trabalhadores terceirizados, custos de treinamento, equipamentos de proteção.

No texto falamos sobre aumento, investimentos, infraestrutura e não constam estes dados no gráfico.

O EC1 determina a compilação de demonstrações financeiras apenas, ou seja, fornece uma indicação básica de como a organização gerou riqueza para as partes interessadas. Contudo, consideramos importante relatar sobre os investimentos em infraestrutura que tiveram destaques no ano de 2013.

Quando falamos sobre o vestiário, consideramos custo ou benefício?

Quando falamos da reforma do vestiário consideramos como investimento e o EC1 não exige a demonstração dos investimentos. 

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As perguntas foram realizadas pelos colaboradores da Quimicryl.

Leia o nosso relatório e envie sua dúvida ou sugestão para o Fale Conosco!

Já leu o nosso Relatório de Sustentabilidade 2013? https://www.quimicryl.com/app/docs/GRI2013.pdf

Um dos indicadores monitorados é o LA6  – Comitê de saúde e segurança – Percentual  dos empregados  representados em comitês formais de saúde e segurança, compostos por gestores  e trabalhadores, que ajudam  no monitoramento e aconselhamento  sobre programas de saúde e segurança ocupacional.

Nossa Brigada de emergência é formada por 16 pessoas previamente treinadas, organizadas e capacitadas para atuar na prevenção e combate de incêndio, prestação de primeiros socorros e evacuação de ambientes. A Quimicryl tem orgulho em ter uma brigada desse porte e sem qualquer restrição investe nos melhores treinamentos para capacitá-la.

Em agosto de 2014 fizemos um novo treinamento no Centro de Treinamento de Brigada de Incêndio Águia de Fogo.

Confira as fotos!

Shows, passeios ecológicos, workshop de fotografia, trilha de bike, brincadeiras para crianças e torneios de skate.

Essas são algumas das atividades que serão realizadas no Parque Cemucam nos dias 30 e 31 de agosto.

O programa faz parte da Virada Sustentável, iniciativa que desde 2011 reúne organizações da sociedade civil e governos para a promoção de ações culturais e esportivas com temática sustentável no município de São Paulo, e que este ano, por iniciativa da AAPC – Associação de Amigos do Parque Cemucam vai chegar ao Parque Cemucam por que o parque, apesar de estar localizado em Cotia, pertence à capital.

A mobilização é resultado de uma ação conjunta da administração do parque com a AAPC – Associação de Amigos do Parque Cemucam, a Transition Towns e outras organizações. Para participar basta ir ao parque no dia e horário da atividade de interesse. Tudo é gratuito. Durante os dois dias haverá também um posto de coleta de lixo eletrônico dentro do parque.

Veja a programação (sujeita a alterações):

Sábado, dia 30/agosto:

• 9 às 11 – Corrida ecológica – pelas trilhas do parque partindo da praça do skate. Necessário uso de tênis e roupa de ginástica
• 10 às 12h – Passeio ecológico monitorado – caminhada pelo parque e pelo viveiro com observação de fauna e flora monitoradas por biólogo
• 10 às 17h – prática de skate e shows de hip-hop na pista de skate do parque
• 12 às 14h – oficina de germinação de sementes para crianças e plantio de mudas pelo parque.
• 14 às 16h – Circo Ecológico – apresentação de acrobacias em tecido nas árvores do parque
• 14 às 17h – oficina de dança com professores da Escola de Dança Granja Viana
• 17 às 21h – Baile Ecológico – coordenado pelos professores da Escola de Dança Granja Viana
• 15 às 18h – aula de enduro a pé com a equipe Iron Adventure
• 15 ás 21h – passeio de bike pelas trilhas de mountain-bike do parque promovida pelo grupo Sampa Bikers

Domingo dia 31/agosto:


• 9 às 12h – Dança Circular
• 9 às 12h – Teatro infantil – peça A Semente – seguida por oficinas de horta e compostagem para crianças
• 9 às 12h – prova de Cross Country – Montain Bike – promovida pelo grupo Sampa Bikers
• 9 às 13h – feira de trocas Au Escambau – promove trocas dos mais diversos objetos – roupas, livros, eletrodomésticos, decoração, brinquedos etc
• 10 às 12h – Roda de Capoeira
• 12 às 16 – piquenique ecológico
• 13 às 16h – Show Inimar dos Reis e banda Ecofolia com repertório de músicas com temas ligados à natureza e brincadeiras
• 15 às 17h – Caminhada fotográfica – passeio fotográfico pelas trilhas do parque com orientação dos professores de fotografia da Escola Teoria das Cores. Para qualquer tipo de máquina, inclusive celular.

A AAPC – Associação de Amigos do Parque Cemucam – é uma entidade constituída pela sociedade civil em janeiro de 2014 com o intuito de contribuir com a administração do parque na sua gestão sustentável, com foco na preservação dos recursos naturais e promoção de atividades culturais e esportivas que aproximem o Parque e a comunidade.

Fonte: Portal Viva Cotia

BC libera mais recursos e Fazenda simplifica retomada de veículos
PEDRO KUTNEY, AB, COM AGÊNCIA BRASIL

Banco Central e Ministério da Fazenda vão adotar medidas para estimular a concessão de crédito para compra de veículos nos próximos meses. Na quarta-feira, 20, pela manhã o BC anunciou a liberação de mais R$ 10 bilhões do depósito compulsório dos bancos e reduziu em R$ 15 bilhões as provisões de risco, somando R$ 25 bilhões que devem ser injetados no mercado de financiamentos já a partir da segunda-feira, 25. Em julho a autoridade monetária já havia liberado R$ 45 bilhões das mesmas fontes. À tarde, foi a vez de Guido Mantega, ministro da Fazenda, anunciar mais incentivos, incluindo uma velha demanda dos fabricantes de veículos e concessionários: mudanças na legislação para facilitar a retomada de carros em caso de inadimplência, considerada um dos principais entraves para o aumento das concessões.

“As medidas anunciadas pelo ministro Mantega trazem melhoria significativa no regulamento dos créditos ao aprimorar a segurança jurídica, simplificar as operações de crédito e, em última análise, premiar o adimplente, ao contrário do marco regulatório anterior, que beneficia o inadimplente”, avaliou em nota Luiz Moan, presidente da associação dos fabricantes de veículos, a Anfavea. “Com relação às medidas anunciadas pelo Banco Central, apoiamos e entendemos que o aumento da liquidez é positivo, pois terá efeitos diretos e indiretos na economia como um todo e, consequentemente, no setor automotivo”, acrescentou.

MAIS RECURSOS PARA O CRÉDITO

Na prática, o BC desmontou o pacote de medidas conservadoras do fim de 2010, que desestimulava financiamentos longos para compra de veículos com aumento de depósito compulsório e provisões para esses tipos de empréstimos. Agora foi feito o contrário: o BC permitirá que até 60% do recolhimento compulsório relativo a depósitos a prazo sejam usados para contratações de novas operações de crédito ou compra de carteiras de outras instituições. Em julho, esse porcentual havia sido definido em 50% e os 10% a mais liberados desta vez significam R$ 10 bilhões adicionais injetados no mercado, que vão se somar aos R$ 30 bilhões flexibilizados anteriormente. A medida estimula o crédito porque se o banco não fizer novas concessões ou comprar carteiras, esse dinheiro será retido pelo BC sem remuneração.

Especificamente para novos financiamentos de veículos, o BC criou um estímulo extra: definiu que, para dedução de 60% do recolhimento compulsório com esta modalidade, os bancos deverão elevar em 20% o saldo de suas carteiras de automóveis na comparação com a média do primeiro semestre de 2014. Quem não fizer isso não poderá deduzir o valor do depósito compulsório sem remuneração. Ou seja, os bancos vão ter de aumentar em 20% o valor de seus financiamentos de carros para obter a dedução. “Para ter ganho com a medida, tem de fazer mais do que fazia antes”, confirmou o chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos do BC, Daso Coimbra.

Ao mesmo tempo em que elevou a parcela dos depósitos compulsórios que podem ser direcionada a nova operações de crédito, o BC voltou a reduzir o requerimento mínimo de capital para risco. Com essa medida, foram liberados cerca de R$ 15 bilhões, com potencial de geração de novas concessões de até R$ 140 bilhões, segundo calcula o chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial do BC, Caio Ferreira. Esses recursos também se somam aos R$ 15 bilhões liberados em julho, totalizando R$ 30 bilhões.

O BC reestabeleceu em 75% o fator de ponderação de risco para todas as operações de crédito de varejo, independentemente do prazo. Antes esse fator chegava a até 300% em alguns casos. Ferreira lembrou que em 2010 havia a necessidade definir regras mais rigorosas, principalmente porque as concessões estavam com prazos muito longos e garantias inadequadas. Atualmente, segundo Ferreira, os bancos estão mais criteriosos e por isso não há risco à estabilidade do sistema financeiro.

Somando tudo, entre julho e agora o BC injetou R$ 70 bilhões (R$ 40 bilhões em compulsórios mais R$ 30 bilhões em provisões) no mercado de crédito. A modalidade de financiamento de veículos é uma das principais beneficiadas pela medida, pois vinha reduzindo o saldo com a maior seletividade dos bancos na aprovação de novas operações, por causa do aumento da inadimplência. Contudo, ainda é incerta a propensão dos bancos em emprestar mais, bem como a dos clientes em tomar empréstimos em momento de turbulência econômica.

RETOMADA FACILITADA

O governo também decidiu atacar o principal problema apontado pelos bancos para reduzir a inadimplência e a consequente resistência em emprestar. O Ministério da Fazenda anunciou que deverá ser editada medida provisória para facilitar a retomada de veículos de clientes inadimplentes. Essa era uma das principais dificuldades para se aumentar a concessão de crédito no setor. Segundo Flávio Meneghetti, presidente da federação dos concessionários, a Fenabrave, no Brasil são localizados apenas 15% dos veículos com atraso nos pagamentos e o processo de retomada leva 210 dias, em média. Esse era um custo não coberto pela própria garantia da operação: o carro.

Isso ocorria porque a instituição financeira credora precisava entrar com uma ação judicial para retomar o veículo. Pela proposta a ser encaminhada ao Congresso, o governo retira essa obrigação e assim facilita a retomada de bens móveis (carros, caminhonetes, caminhões, ônibus, tratores e máquinas agrícolas) em caso de inadimplência. O tomador do empréstimo poderá autorizar diretamente a recuperação do bem financiado em caso de atraso nos pagamentos, dispensando ações na Justiça. A medida beneficiará operações sem garantia de até R$ 100 mil e operações com garantia de até R$ 50 mil. Acima desses valores, continua a necessidade de cobrança judicial.

Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, a mudança será feita por meio de emenda a projetos de lei em tramitação no Congresso e permitirá que os bons pagadores consigam financiamentos com juros mais baixos e maior segurança jurídica.

Os atrasos nos pagamentos dos financiamentos de veículos mostraram-se bastante danosos aos bancos nos últimos anos. Os valores devidos com atrasos superiores a 90 dias fecharam junho em 4,9% dos contratos ativos, ou R$ 9,1 bilhões, contra 5,2% no início de 2014, R$ 10 bilhões, e 5,9% nos 12 meses anteriores, somando R$ 11,4 bilhões. Com a dificuldade da retomada das garantias para mitigar as perdas, as instituições financeiras precisavam jogar a conta na coluna do prejuízo e formar altas provisões para cobrir o rombo.

Fonte: Automotive business