News

O nível de atividade na construção civil aumentou em agosto frente a julho, configurando a sétima expansão consecutiva. Os dados constam de pesquisa apresentada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a partir de entrevistas com representantes de 435 empresas.

A sondagem verificou que o do nível de atividade em agosto ficou em 56 pontos. O fato de o indicador ter superado 50 pontos indica aumento em relação ao mês imediatamente anterior. Além da elevação frente a julho, a CNI verificou que as construtoras ampliaram as atividades também em relação a agosto do ano passado.

A pesquisa constatou que os três atividades que compõem o segmento – construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços especializados – registraram expansão em relação a julho. Entretanto, o acréscimo maior foi registrado na construção de edifícios.

Considerando o porte das empresas, o bom resultado de agosto foi concentrado nas médias e grandes empresas. Para esses segmentos, a pontuação em agosto foi de 57 e 58,9, respectivamente. Nos pequenos negócios, a pontuação de 50,5 no oitavo mês do ano mostrou estabilidade em relação a julho.

Ao fazer uma avaliação para os próximos seis meses, os empresários responderam que irão incrementar as compras de insumos e de matérias-primas e que pretendem lançar empreendimentos e ampliar a oferta de serviços de engenharia, arquitetura e outros relacionados à construção. A sondagem da CNI mostrou ainda que a intensa demanda por imóveis fará o segmento da construção civil iniciar 2011 com o ritmo aquecido. Mantido esse planejamento, é possível que os empresários tenham que reavaliar a tradicional programação de férias coletivas, com parada técnica das atividades entre dezembro e janeiro.

No ano passado, a construção civil registrou queda de 6,3% frente a 2008. Para este ano, a entidade estimou que o Produto Interno Bruto (PIB) do setor aumentará 14% em 2010 em relação ao ano passado. Como o nível de atividade segue em expansão contínua, e como a tendência é de manutenção da demanda por imóveis novos, essa projeção pode ser revista para cima nos próximos dias. A sondagem foi realizada entre 31 de agosto e 21 de setembro com 48 grandes construtoras, 155 médias e 232 pequenas empresas do setor.

Fonte:

http://www.valoronline.com.br/impresso/brasil/97/314774/construcao-civil-cresce-pelo-setimo-mes-seguido

POLÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO COMPARTILHADA

A Quimicryl, empresa voltada ao fornecimento de soluções de alto desempenho para os mercados de Adesivos e Construção em território nacional, tem o compromisso de estabelecer, manter e melhorar continuamente o seu Sistema de Gestão Compartilhada (Ambiental, Pessoas e Qualidade) com Imagem, Lucratividade e Sustentabilidade, buscando:

• Superar as expectativas dos Clientes;

• A melhoria contínua do desempenho da empresa, de seus colaboradores e fornecedores;

• A melhoria contínua do desempenho ambiental da empresa através do atendimento aos requisitos legais e da prevenção da poluição, priorizando a redução de efluentes, resíduos não recicláveis e consumo de água;

• O desenvolvimento contínuo do conhecimento sobre processos envolvidos com o cliente; e

• O respeito ao bem estar de nossos colaboradores e comunidade.

 

A lei municipal de São Paulo que obriga empreiteiras a construir prédios e casas (com três banheiros ou mais) com sistema de aquecimento solar está perto de completar três anos, mas ainda gera discórdia entre defensores da ideia e representantes do setor empresarial. A prefeitura garante que os projetos imobiliários aprovados desde a regulamentação da legislação, em janeiro de 2008, têm cumprido todas as exigências técnicas, mas não detalha quantos foram autorizados ou barrados até hoje. “O sistema do departamento responsável é todo informatizado, mas não tem um filtro para identificar individualmente as plantas com aquecimento solar”, explicou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal da Habitação.

Mesmo com a lei em vigor, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) mantém posição contrária. O vice-presidente da entidade, Francisco Vasconcellos, diz que as regras não levaram em conta fatores técnicos importantes e pegaram o mercado de aquecedores solares despreparado para atender à demanda das construtoras. “Uma coisa é colocar uma placa solar para aquecer uma casa, outra diferente é colocar num prédio de 20, 25 andares. Há uma série de restrições para equalizar a pressão hidráulica que leva a água quente para cada apartamento. São soluções complexas e caras, quem paga por elas é o consumidor”, afirma.

A Tecnisa tem três obras em andamento e 22 projetos na planta, todos contemplados com sistemas de aquecedores solares. Fabio Villas Bôas, diretor-técnico da empresa, confirma o aumento de custo. “Tivemos que mudar alguns conceitos, rever a tubulação de água que atende as unidades, mas não é possível fazer uma média de gasto, pois depende do apartamento, da altura do edifício, das condições de iluminação.”

O executivo ressalva que os aquecedores incluídos nas plantas da Tecnisa ainda não foram instalados. Ele teme problemas de fornecimento. “Precisamos contratar duas consultorias para elaborar os projetos e os resultados foram muito diferentes. Ainda não tivemos a experiência de instalar, é uma preocupação”, diz Villas Bôas.

O físico Delcio Rodrigues, especialista em energia solar do instituto Ekos Brasil, argumenta que as tecnologias atuais dão conta dos desafios técnicos da instalação em larga escala de aquecedores solares e que o mercado brasileiro está preparado. “Se fosse impossível não teríamos o exemplo de Belo Horizonte, que já conta com mais de 2 mil torres abastecidas por energia solar. Quanto à capacidade de fornecimento, o país ainda pode recorrer à importação.”

O custo, continua Rodrigues, é relativo. “Se comparar a instalação de um sistema solar para uma casa de quatro banheiros, que custa entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil, com o preço de um chuveiro elétrico de R$ 50, é claro que é caríssimo. Mas o investimento pode ser vantajoso na ponta do lápis. Em quatro anos, é possível descontar a diferença com economia de eletricidade.”

Fonte:

http://www.valoronline.com.br/impresso/brasil/97/313590/lei-de-sp-para-predios-ainda-provoca-controversias

A edição de 2010 do prêmio Fotógrafo de Meio Ambiente do Ano da ONG britânica Instituto para a Gestão do Meio Ambiente e da Água (CIWEM, na sigla em inglês) premiou o alemão Florian Schulz pelo registro de um grande grupo de arraias na costa do México.

Veja as fotos vencedoras aqui

Fotografias tiradas por microscópios; vote

A competição aceita inscrições de amadores e profissionais contanto que seus trabalhos reflitam questões climáticas, sociais e a natureza.

Criado em 2008, o prêmio já é considerado uma referência internacional.

As fotos são julgadas em cinco quesitos: impacto, criatividade, originalidade, composição e qualidade técnica.

Os vencedores do concurso vão participar de uma mostra na galeria londrina The Air entre 25 e 30 de outubro.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/804221-veja-fotos-vencedoras-de-concurso-no-reino-unido-sobre-o-ambiente.shtml

Quantas e quantas vezes você já se pegou resmungando porque precisa acordar e ir ao trabalho? Parece um martírio, não é mesmo? Agora, que talmudar de atitude?  Ao de invés de chegar de cara amarrada mostrando que você não vê a hora do tempo passar rápido, estampe um largo sorriso no rosto.

Sim, rir faz muito bem. Quer uma prova do que estou falando? Um estudo publicado pela Universidade Bocconi de Milão, realizado com 1.860 funcionários de empresas da Itália, França, Alemanha, Reino Unido, EUA, Rússia e Japão, revelou que sorrir melhora o ânimo dos colegas. E mais, potencializa o status do chefe.

Os efeitos do riso no trabalho foram considerados bastante positivos, já que o bom humor levanta a moral do grupo, permitindo sua coesão. Você já percebeu o quanto pessoas bem humoradas contaminam o ambiente e melhoram o astral? Não há nada pior do que pessoas pessimistas, que em tudo enxergam problemas e estão sempre pra baixo.

O humor deve ser encarado como uma forma de enfrentar dificuldades e desilusões no mundo corporativo. Pode ter certeza que a alegria induz comportamentos mais agregadores. Talvez não exista o melhor emprego do mundo, mas acredito que ser feliz no trabalho faz toda a diferença, facilita as relações com chefes, pares e subordinados. E para isso bastam pequenos gestos, como sorrir, por exemplo.

Chefe bem humorado é mais bem aceito por sua equipe. O humor, entretanto, não pode ser exagerado. Deve ter algo natural expressando a felicidade interna. Contar piadinhas escatológicas ou em hora imprópria têm efeito contrário. Pessoas alegres vencem mais rapidamente na carreira. Minha longa experiência na selva corporativa só comprova essa afirmação.

Por isso, comece já. Abandone velhos hábitos, pare de reclamar, enxergue o lado positivo das coisas, encare as dificuldades sob a ótica dos desafios que te impulsionarão ao sucesso. Sorria e seja feliz! Garanto que sua vida, e a de todos ao seu redor, terá um colorido diferente.

Julio Sérgio Cardozo

Fonte: http://www.hsm.com.br/blog/2010/09/sorria-e-seja-mais-feliz-no-trabalho/

Milão – A montadora Fiat considera listar parte de sua unidade de carros esportivos Ferrari, para levantar recursos para aumentar a sua participação na companhia norte-americana Chrysler, segundo informou o jornal Corriere della Sera neste domingo.

O jornal disse ter obtido informações junto à cúpula da Fiat, em Turim, de que a prioridade da empresa é encontrar recursos que permitam financiar a aquisição de 51% da Chrysler.

Um porta-voz da Fiat negou a informação de possível venda de ações.

“Não há planos de qualquer listagem da Ferrari”, afirmou.

A Fiat, que possui 20% da Chrysler, deve aumentar a sua participação para 35 por cento, após ter cumprido metas de reestruturação.

Ela tem a opção de aumentar o seu controle acionário para até 51%.

Segundo o diário, a Fiat manteria uma participação majoritária de 51 por cento na Ferrari, a qual, de acordo com o jornal, vale 3,1 bilhões de dólares.

A empresa atualmente conta com 85% das ações da Ferrari.

Em setembro, o presidente-executivo da Fiat, Sergio Marchionne, que é também presidente-executivo da Chrysler, disse que queria retornar ao índice histórico de 90%. Isso sem abdicar do fundo de investimentos de Abu Dhabi Mubadala, que possui 5% das ações.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/mercados/noticias/fiat-avalia-oferta-acoes-ferrari-diz-jornal-599542.html